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Ebook Gratuito | Controladoria no setor de transportes


Otimize sua gestão fiscal e tributária e economize!

 


 

As empresas que usam transportadoras são tributadas tanto no âmbito federal quanto estadual e é natural que se preocupem com o recolhimento adequado dos valores, evitando erros que levem à multas e prejuízos.

Na ânsia de não deixar nada passar em branco, muitas vezes acabam pagando mais do que devem, com impostos sendo incididos tanto sobre produtos como sobre o frete. Mas agora essa situação acabou!

Entenda como a controladoria pode cuidar disso!

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Business Intelligence aplicado à gestão de fretes

O Business Intelligence (BI) vem revolucionando o setor de transportes, oferecendo insights preciosos para a melhoria da performance das empresas de gestão de fretes.

A solução, que consiste em um conjunto de sistemas integrados que permitem coletar, analisar e armazenar uma grande quantidade de dados, traz aos transportadores logísticos a capacidade de compreender cada detalhe dos negócios, desenvolver serviços inovadores e reduzir os custos de frete com base em informações precisas e seguras. Entenda agora mesmo como usar o Business Intelligence na sua empresa!

Transparência nos custos

A dificuldade em determinar os custos reais do frete faz com que as empresas do setor utilizem tabelas predeterminadas, comparem seus preços aos concorrentes e precifiquem seus serviços com base na estratégia de tentativa e erro. Ao final do mês, verificam se houve lucro ou prejuízo, fazem os ajustes necessários e seguem com a mesma fórmula.

Com o Business Intelligence o cenário muda completamente. Taxas, impostos, dispositivos de segurança para a carga, folha de pagamento, manutenção da frota, todos os custos envolvidos no fornecimento dos serviços podem ser analisados em questão de minutos para que você compreenda item por item e componha seu preço final de forma que a empresa venha a ter um lucro saudável.

Identificação de falhas na logística

Uma simples mudança de rota pode economizar recursos para a empresa, assim como a mudança da disposição dos produtos armazenados afeta na produtividade da equipe de carregamento. Detalhes que são difíceis de perceber sem o auxílio de uma tecnologia que confronte dados quantitativos e qualitativos, resultando em informações claras.

Tais falhas podem ser corrigidas se você conseguir analisar a performance global da sua empresa e determinar com precisão onde estão os gaps. É aqui que o BI entra. Com ele, você esmiúça cada processo de forma que seja possível identificar a raiz de qualquer problema, desenvolvendo planos de ação para eliminar as falhas e potencializar os resultados.

Em exemplo prático é com relação aos prazos de entrega. Se você identifica que uma rota sempre gera atrasos, é preciso saber os motivos. Trânsito lento, estradas não duplicadas e rodovias em mau-estado podem ser os gatilhos para esse problema. Neste caso, o BI pode auxiliar confrontando dados estatísticos sobre as condições das estradas, datas em que as entregas foram realizadas, condições climáticas e até quem era o motorista.

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Qualidade do atendimento

Caso você trabalhe com um SLA (Acordo de Nível de Serviço), pode avaliar se a sua equipe está cumprindo com as melhores práticas estipuladas no acordo. Solicite o feedback dos clientes, confronte os dados com as metas e indicadores estratégicos da empresa, avalie as condições de trabalho e determine se vocês estão cumprindo com o prometido.

Os dados podem ser visualizados em dashboards de controle intuitivos e fáceis de interpretar, com gráficos que apresentam as informações de modo conclusivo, ou seja, nada de tentar desvendar o que há por trás dos números. O próprio BI faz esse trabalho, acelerando a tomada de decisão.

Detecção de riscos e oportunidades

Com o uso do BI, você também pode acompanhar mudanças do mercado, identificar padrões de comportamento dos clientes, verificar exceções em processos, analisar impactos econômicos de medidas governamentais e assim detectar riscos ou oportunidades para os negócios.

Um risco seria a mudança de uma legislação que venha a acarretar mais custos e uma oportunidade seria a expansão da empresa para uma região onde ela não atua, mas em que a demanda por serviços de transporte logístico seja atrativa para a sua empresa.

Neste caso também podemos pensar no cruzamento de modais, visando agilizar as entregas ou reduzir os custos de transporte. Uma análise de investimento que pode ser realizada rapidamente com o Business Intelligence.

Além da tecnologia, você também precisa dos parceiros certos para ter sucesso na gestão de fretes. Saiba o que a Lupeon pode fazer por você!

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Possibilidades da entrada do Uber para o setor de Transporte de Cargas

 

As novas tecnologias seguem seu ritmo expansivo e, com relação ao mercado de cargas rodoviárias, não poderia ser diferente. Se você já ouviu falar do Uber, um aplicativo que oferece o serviço de transporte de passageiros nas cidades, saiba que temos uma empresa similar no setor de fretes.

O fundador da empresa, o Mexicano Oscar Salazar, decidiu ampliar o alcance da chamada economia compartilhada (princípio que defende consumir um serviço sem que seja necessário investir na infraestrutura necessária) e criou uma ferramenta orientada ao transporte de mercadorias. Com isso, aproveita a disponibilidade de caminhões para realizar fretes sem que seja necessário contratar diretamente uma transportadora.

Dessa forma, nasceu a ‘Uber dos Caminhões’. Primeiramente, no Estados Unidos, mas a plataforma já se encontra em funcionamento no Brasil. A CargoX conecta clientes e caminhoneiros autônomos e promete prestar um serviço dinâmico, de qualidade e que pode custar até 30% a menos em relação aos fretes tradicionais.

O funcionamento é semelhante ao da plataforma Uber, que trabalha com um cadastro de prestadores de serviços e os localiza através de telefonia celular. Quando surge uma demanda, o motorista que se encontra mais perto do pedido é acionado e procede-se com o fechamento do pedido. Pra dar uma ideia do volume de veículos, já são mais de 100 mil cadastrados.

Quem comemorou a possibilidade foi o Setor Agrícola. De acordo com Hélio Sirimarco, vice-presidente da SNA (Sociedade Nacional de Agricultura), “os ganhos do produtor se veem beneficiados por todas as iniciativas que reduzem o custo relacionado ao transporte das mercadorias”.

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Processo Seletivo

Os motoristas que se registram na plataforma CargoX passam por um processo de avaliação e são selecionados e treinados antes de realizar qualquer frete. Entre outros aspectos, são levados em conta fatores como incidentes (furtos, extravios, acidentes) e as condições do veículo usado para os transportes. Para se cadastrar, seja como operador de fretes ou caminhoneiro, basta completar o formulário disponível nesta página.

Maximização de recursos

No sentido de potencializar a capacidade operacional dos veículos disponíveis, a CargoX verifica o caminhoneiro sem carga que esteja nas imediações do local de partida da sua carga, muitas vezes voltando de alguma outra rota, com uma oferta até 30% menor do que a de uma transportadora.

Fazendo referência ao transporte de passageiros, seria como um táxi que foi levar um passageiro do centro à zona sul, e é chamado através de um aplicativo por um cliente da zona sul que tem destino ao centro. Ele volta do seu ponto de partida inicial, sendo remunerado por isso.

Benefícios

A Uber dos Transportes Rodoviários garante até 50% do lucro líquido proporcionado pela carteira dos agentes contratantes e se encarrega de todas as operações. Além disso, tem seu funcionamento respaldado por investidores nacionais e internacionais, na ordem de 50 milhões de Reais.

Outras vantagens são os programas de capacitação, destinados a otimizar o rendimento da carteira de clientes e o atendimento pós venda, com pessoal qualificado e dedicado a brindar o melhor serviço aos contratantes. Nas palavras da CargoX: “Não atendemos bem, nós encantamos nossos clientes”.

Vivemos na era da revolução dos serviços. Praticamente todos os segmentos têm-se beneficiado por novas formas de atendimento, canais de contratação e modalidades de funcionamento. Se os novos modelos propostos serão um sucesso, ainda é uma incógnita. Mesmo assim, a constante renovação das possibilidades costuma impulsionar a otimização de recursos e incentivar o abandono de práticas obsoletas.

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O que mudou com a Lei do Caminhoneiro (Lei 13.103/2015)?

A rotina de trabalho dos caminhoneiros não é nada fácil. Enfrentar horas a fio na condução de um veículo que exige destreza e segurança, sem falar na responsabilidade sobre a carga que está levando, costuma ser um trabalho árduo.

Em virtude disso, as discussões sobre melhorias na qualidade de vida no trabalho para estes profissionais tem sido alvo de debates há vários anos, o que culminou na Lei 13.103/2015, também chamada de Lei do Caminhoneiro. As alterações que ela trouxe, você vai saber agora mesmo:

Controle de jornada

A jornada do caminhoneiro sempre foi um tema delicado. Muitos dirigiam por 12, 16, 20 horas seguidas para cumprir com cronogramas apertados de entregas. O sono e o cansaço eram combatidos com muito café e, muitas vezes, drogas.

Para aliviar a pressão sofrida, a nova Lei do Caminhoneiro determina que a jornada destes profissionais é de 8 horas diárias, podendo ser estendida por mais 4 horas em situações excepcionais. No entanto, o que não fica claro é quanto ao início e término da jornada de trabalho.

Desconsiderando as 8 horas ininterruptas de descanso, o motorista tem 16 horas para distribuir as movimentações da carga, o que pode significar jornadas em horários noturnos, os quais demandam o pagamento de adicional noturno por parte do empregador.

Além disso, o controle da jornada passa a ser responsabilidade tanto da empresa contratante quanto do motorista: diários de bordo e rastreamento do veículo permitem saber se as regras estão sendo cumpridas.

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Descanso

Como forma de facilitar o deslocamento e, ao mesmo tempo, garantir um bom descanso aos caminhoneiros, a Lei 13.103/2015 também alterou dispositivos da CLT – Consolidação das Leis do Trabalho para que os motoristas possam descansar 8 horas consecutivas entre uma jornada e outra e mais 3 horas distribuídas ao longo do dia, coincidindo ou não com os 30 minutos de descanso a cada 5h30 de direção.

O fracionamento do descanso pode ser visto sob dois aspectos: um positivo, pois o caminhoneiro pode decidir quando parar; e outro negativo, pois o trabalhador pode ficar à mercê do comando do empregador para efetuar tal descanso. Tudo dependerá da relação entre contratante e contratado.

Tempo de espera

Este é o artigo mais contraditório da Lei 13.103/2015, pois afirma que o tempo de espera não configurará jornada de trabalho e só poderá ser considerado tempo de descanso a partir de 2 horas de espera.

O texto da Lei diz ainda que o caminhoneiro poderá fazer movimentações necessárias do veículo sem cômputo de tais ações como jornada de trabalho. No entanto, terá assegurado o descanso de 8 horas ininterruptas mesmo com o tempo de espera superando as 2 horas. E vai além: só será considerado descanso se houver condições adequadas de descanso para o trabalhador. Em outras palavras, o tempo de espera dentro do veículo, em uma determinada estrada sem recursos como hotéis, restaurantes ou paradas, não será considerado descanso, tampouco, jornada de trabalho.

Saúde e segurança

Os motoristas contratados terão direito a um seguro obrigatório no valor de 10 vezes o piso salarial da categoria, caso venha a ocorrer o falecimento do caminhoneiro por qualquer motivo. Além disso, visando garantir a saúde e segurança dos profissionais, os exames toxicológicos ficam mais rigorosos.

Os motoristas contratados passarão por exames periódicos, a cada 90 dias, e os autônomos serão submetidos a exames toxicológicos no momento da contratação e da finalização do trabalho.

Algumas mudanças foram positivas, enquanto outras suscitam ainda mais dúvidas quanto à atuação do caminhoneiro. E você, o que pensa a respeito destas alterações? Deixe seu comentário!

 

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As diferenças entre tipos de caminhões e suas capacidades

O momento de montar sua frota é decisivo para a redução de custo operacional e impostos. Também é vital para otimizar as viagens, levando carga máxima a fim de melhorar a margem de lucro no cálculo do frete.

Com o intuito de te ajudar nesta escolha, fizemos um levantamento dos tipos de caminhões e suas capacidades. Analise cada opção e faça a seleção de quais veículos são mais interessantes e rentáveis para o seu tipo de transporte:

Veículo urbano de carga (VUC)

O VUC é um dos tipos de caminhões mais utilizados, pois transita dentro das cidades. Ele deve ter, no máximo, 2,20m de largura e 6,30m de comprimento. Ele tem limite de emissão de poluentes e capacidade de carga de até 3 toneladas.

Caminhão semipesado ou toco

É o caminhão que possui eixo simples, isto é, possui um único eixo na carroceria. O comprimento máximo permitido é de 14m e a capacidade dos caminhões não pode ultrapassar as 6 toneladas. O peso bruto total é de 16 toneladas e o peso máximo por eixo é de 6 toneladas dianteiro e 10 toneladas traseiro.

Caminhão pesado ou truck

Este tipo de caminhão tem eixo duplo na carroceria, ou seja, dois eixos juntos. Um dos eixos recebe a força do motor e o intuito da duplicidade de eixos é justamente dar maior desempenho ao veículo. O comprimento máximo é de 14 toneladas, assim como o toco, e a capacidade de carga é de 10 a 14 toneladas. O peso bruto total não pode passar de 23 toneladas, sendo distribuídas da seguinte forma: 6 toneladas no eixo dianteiro e 17 no traseiro.

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Caminhão extrapesado ou cavalo mecânico

É o tipo de caminhão que pode ser engatado em vários tipos de carroceria. O conjunto é formado pela cabine, motor e rodas de tração com eixo simples.

Cavalo mecânico truncado

Diferencia-se do caminhão extrapesado por ter um eixo duplo de tração, que permite o transporte de cargas ainda mais pesadas.

Tanto para o cavalo mecânico quanto para o cavalo mecânico truncado, é possível utilizar diferentes tipos de carretas que podem servir aos seus propósitos de transporte, por isso, achamos importante especificá-las aqui:

  • Carreta 2 eixos: pode ter comprimento máximo de 18,15m e peso bruto máximo de 33 toneladas;
  • Carreta 3 eixos: pode ter comprimento máximo de 18,15m e peso bruto máximo de 41,5 toneladas;
  • Carreta cavalo truncado: comprimento máximo de 18,15m e peso bruto máximo de 45 toneladas.

Bitrem

É uma combinação que veículos que soma 7 eixos e permite o transporte de uma carga de até 38 toneladas e peso bruto de 57 toneladas. O comprimento máximo permitido é de 19,8m e a distribuição da carga por eixo é a seguinte: 6 toneladas no eixo dianteiro e 17 toneladas distribuídas entre os eixos traseiros.

Rodotrem

É a combinação de dois semirreboques, totalizando 9 eixos e 30m de comprimento. Os dois semirreboques são conectados por um veículo intermediário, chamado Dolly. A capacidade máxima de carga é de 48 toneladas e o peso bruto total não pode ultrapassar 74 toneladas. Para trafegar, o rodotrem precisa de uma Autorização Especial de Trânsito, por isso, é um veículo que vemos pouco nas estradas.

Como você pode ver, sabendo exatamente qual a capacidade dos caminhões e as características de cada um, fica mais fácil escolher a frota que levará suas mercadorias até o destino final, garantindo maior rentabilidade para o seu empreendimento e uma gestão financeira mais eficiente.

Quais destes tipos de caminhão são mais interessantes para o seu negócio? Por quê? Deixe seu comentário!

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Saiba mais sobre a Gestão da Cadeia de Suprimentos

A Gestão da Cadeia de Suprimentos é um conjunto de técnicas aplicadas que se dedicam a melhorar os procedimentos de gestão de suprimentos e de integração de todas as etapas de uma cadeia logística. Entre eles, podemos destacar o armazenamento, os gastos, o frete em si e etc. De uma maneira geral, todas as partes estão relacionadas de forma direta ou indireta com o processamento das solicitações de um cliente em particular.

Cadeia de Fornecimento

Ou seja, não se trata somente das relações entre fornecedor e a empresa de transportes, inclui toda a infra envolvida até que o produto chegue no consumidor final. Quando a gestão da cadeia de suprimentos é administrada de forma adequada, o funcionamento ocorre como o esperado e o cliente recebe seu produto no lugar, condições e momento corretos. Fundamentalmente, a meta é a diminuição dos custos no decorrer do processo, sempre com vista na demanda do consumidor final.

Nomear as necessidades é a parte mais fácil, o problema mesmo vem na hora de aplicar os conceitos e controlar todos os processos envolvidos. E como nem sempre é uma única empresa que se encarrega do transporte – como no caso das terceirizações -, algumas etapas podem ter o controle dificultado pela distância dos controles do contratante. Além disso, as exigências dos consumidores podem mudar de uma hora para outra, o que deriva na necessidade de um planejamento dinâmico e capaz de se adaptar rapidamente.

Itinerário e meios de transporte

A forma como uma transportadora decide funcionar tem relação direta com os gastos envolvidos no processo e na satisfação do cliente. A comercialização dos seus serviços pode efetivar-se de diversas formas, diretamente com o consumidor final, com outras empresas ou fornecedores. De qualquer maneira, sempre que o serviço de frete for contratado, a maior preocupação está relacionada ao meio de transporte ideal que possa satisfazer as exigências e às etapas intrínsecas.

Neste momento, antes de diretamente escolher fazer o transporte com os meios diretamente disponíveis, vale a pena expandir as possibilidades e verificar se não há outras formas de brindar o mesmo serviço de forma mais eficiente. Seja terceirizando parte do processo ou apostando na inteligência em fretes – como o transporte marítimo, mais caro, porém mais econômico -, tudo depende das condições e demandas do consumidor.

Também é importante negociar os valores envolvidos na formação do preço com antecipação e conversar com o cliente – ou com fornecedores – sobre as quantidades a transportar, sempre buscando o equilíbrio e que nenhum lado acumule estoques em demasia ou deficientes, dessa forma se acelera a fabricação e o processo fica mais fluído.

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Preparo Logístico

Especialmente no caso das transportadoras, o alinhamento do setor logístico cumpre um papel fundamental. E basta que uma etapa deixe de funcionar corretamente para que a cadeia, como um todo, seja prejudicada. Neste sentido, a criação de um plano pode contribuir para que todas as etapas funcionem como o esperado. Aliás, antecipar dificuldades também ajuda a contornar obstáculos rapidamente e manter os prazos e a qualidade do serviço intactos.

De uma maneira geral, simplificar os processos é um bom caminho para a eficiência. As ações podem ser aplicadas em etapas tais como no processo de entrada, quando os produtos são entregues para transporte; na logística interna, quando a mercadoria já se encontra sob seu poder e circula dentro do âmbito da transportadora; e, por fim, na logística externa, no efetivo transporte da mercadoria e cuidados necessários para tanto (rastreamento, planejamento de rotas, contratação de seguros, etc).

De fato, há dezenas de empresas que oferecem um serviço semelhante ao seu. O mais importante é manter a atenção para todos os fatores envolvidos na cadeia logística e, sempre que possível, planejar cada etapa e antecipar soluções para eventuais problemas. É fundamental estabelecer relações com parceiros e ter alternativas ágeis para a manutenção das necessidades.

 

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Práticas de Melhoria em Eficiência: aplique ao seu processo e evolua

Existe um sentido comum que acredita que investir em eficiência é um gasto desnecessário. Principalmente em momentos de crise, como o que atravessamos neste momento, algumas companhias decidem contrair as despesas e uma das primeiras áreas afetadas são a otimização dos serviços e melhorias nas operações.

Entretanto, é exatamente em contextos desfavoráveis que a necessidade de se mostrar mais competitivo ganha peso. As boas práticas, tais como a capacitação de pessoal, realização de auditorias e investimentos em automação são capazes de garantir uma melhora sensível na qualidade dos serviços e têm impacto direto no funcionamento dos negócios.

No setor de transportes não é diferente. Neste artigo, vamos falar um pouco sobre as possibilidades de melhoria no funcionamento da sua organização e como desenvolver uma estrutura rentável. Tudo pautado em práticas benéficas e nas condições que o mercado enfrenta atualmente.

Investir em mão de obra especializada e capacitação de pessoal

Como em outras áreas, o setor do transporte é sensivelmente afetado pela participação dos profissionais envolvidos nas operações. Ainda que a transportadora conte com toda a infraestrutura necessária e gerencie seus processos através de softwares de ponta, é fundamental que toda a cadeia – funcionários, técnicas e sistemas – esteja equilibrada para que as atribuições sejam corretamente executadas. Basta que um dos participantes apresente lapsos de conhecimento para que surjam riscos no processo logístico e administrativo.

Por isso, é importante contar com pessoal qualificado e que tenha conhecimento de todas as normas e procedimentos envolvidos nas operações. Dessa forma, o funcionamento, respaldado por processos de qualidade e contando com o apoio de uma consultoria especializada, tem mais condições de criar o terreno onde as atividades serão desenvolvidas. E não estamos falando somente da base da pirâmide hierárquica, os gerentes – principalmente os gestores – precisam ter conhecimentos sobre metodologias de qualidade e de práticas eficientes em transporte.

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Inspeções e auditorias permanentes

Investir em metodologias eficientes e na reinvenção de processos também pode – e deve – ser aplicado na forma como a transportadora é gerenciadas, tal como introduzimos no ponto anterior. Neste sentido, aplicar metodologias com o objetivo de melhorar os níveis de conhecimento sobre os procedimentos internos é uma excelente alternativa para desenvolver os suportes necessários para um negócio funcional.

Auditorias realizadas por empresas terceirizadas e que, inclusive, sejam capazes de brindar registros de conformidade de acordo com a ISO 9001 ou 14001 são as mais indicadas. A partir dos relatórios, definem-se os pontos a melhorar e os erros a corrigir ficam mais claros. Entre os processos que podem ser auditados, destacamos: Inventário, estoque, armazenagem, compras, controle da frota, custos logísticos, fretes, transporte e distribuição.

Inovação e automação como princípio

Ser mais eficiente requer a melhoria de todos os processos da cadeia logística. Seja para diminuir os prazos, para rastrear os deslocamentos ou para ter um fluxo mais ágil de informações, é através de investimentos em inovação e automação que uma transportadora pode melhorar seus métodos e apresentar uma gestão mais eficiente. Os esforços devem ser permanentes e sempre estar orientados a resultados.

Principalmente no setor de cargas, este tipo de aprimoramento pode ser desenvolvido através do uso de tecnologias que possam ser aplicadas às necessidades específicas deste mercado. Entre elas, destacam-se soluções como WMS-Sistemas de Gerenciamento de Armazéns, TMS-Sistemas de Gerenciamento de Transportes, Soluções de Rastreamento por Satélite, de Roteirização de Entregas, Aplicativos Mobile e etc.

Ignorar estas necessidades é o primeiro passo no sentido contrário ao do sucesso e da inteligência em fretes. As boas práticas de upgrade em eficiência são fundamentais para o correto funcionamento de um negócio, principalmente no setor de transportes.

 

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Custos Logísticos no Brasil, saiba mais sobre este tema

Estando você à frente dos processos logísticos da sua empresa, certamente já conhece os desafios do mercado de transportes no Brasil. Os custos logísticos são altíssimos, correspondendo a 11,7% da receita das empresas, segundo levantamento da Fundação Dom Cabral.

Como era de se esperar, o Transporte Rodoviário de Cargas (TRC) é o maior vilão: consome 68,6% da receita líquida dos empreendimentos do setor e corresponde a 60% de toda a movimentação de cargas no país, dificultando o aumento da competitividade e a melhoria dos serviços.

Conhecer o panorama dos custos logísticos brasileiros não é mera informação, é uma forma de preparar-se para os obstáculos que impedem sua empresa de crescer e expandir os negócios.

A situação do transporte brasileiro

A infraestrutura rodoviária é uma das maiores preocupações para quem atua no segmento de transportes e, consequentemente, para quem depende dele para escoar mercadorias. Segundo pesquisa da NTC em conjunto com a FGV, os investimentos em infraestrutura de transportes têm decaído vertiginosamente nos últimos anos: de 1,84% do PIB em 1975 para 0,29% em 2014.

Para agravar ainda mais a situação, apenas 12,4% da malha rodoviária é pavimentada, obrigando as empresas de transporte a transitarem em condições realmente precárias, pois mesmo a parte que está pavimentada é classificada como regular, ruim ou péssima por mais de 57% dos entrevistados na pesquisa.

Não fosse isso, existe um outro problema que compromete a qualidade dos serviços de transporte e, consequentemente, aumenta os custos logísticos: a falta de mão de obra qualificada no setor.

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Superando os desafios

O cenário não está nada bom, não é mesmo? Entretanto, ficar parado não contribui para melhorar sua capacidade logística e reduzir os custos. O melhor a fazer é colocar a cabeça para funcionar e encontrar maneiras de otimizar toda a sua cadeia de suprimentos de modo que ela contribua para a redução dos custos logísticos. Precisando de ideias? Então confira estas:

Realize auditoria logística

Auditoria é um processo de análise que visa encontrar gargalos na sua cadeia logística. É o ponto de partida para rever prioridades, melhorar processos, otimizar recursos, reduzir custos e tornar sua empresa mais eficiente.

Para que ela seja efetiva, mapeie todos os seus processos logísticos, desde a compra de mercadorias, passando pela gestão do estoque e a distribuição dos produtos até que eles cheguem ao destino final.

A partir do momento em que você conseguir ver todas as atividades de forma integrada, conseguirá eliminar as barreiras internas e melhorar sua performance logística.

Invista em um sistema WMS

O Warehouse Management System (WMS) é um sistema de gestão de gestão de armazéns que ajuda a otimizar toda a sua operação, desde o agendamento dos recebimentos de materiais até a expedição para o cliente.

Com esta solução é possível otimizar o tempo da sua equipe, reduzir as falhas operacionais, ganhar produtividade e mitigar os riscos inerentes à logística dentro dos armazéns, como falta de produtos essenciais à sua operação.

A gestão de demandas, os inventários rotativos, a separação em ondas, entre outros processos, se tornam mais ágeis e confiáveis, conferindo à sua empresa vantagem competitiva.

Capacite sua equipe

Uma equipe qualificada pode contribuir – e muito – para reduzir custos logísticos. Contando com pessoas que compreendem os fluxos de mercadorias e também o processamento das informações para manter sua cadeia logística em dia, é possível ganhar produtividade e eficiência em pouco tempo.

O desperdício de recursos se torna menor à medida em que você capacita seu time para zelar melhor pelo estoque e a transportar as cargas com a segurança devida. O controle efetivo de entradas e saídas diminui as incidências de roubo, extravio e dano aos produtos, melhorando sua margem de lucro a cada operação.

Custos logísticos podem ser resolvidos sim, basta que você tenha uma abordagem focada na otimização de processos e resultados, o que certamente contribuirá para sua gestão financeira, afinal, tudo o que não é desperdiçado vira lucro.

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Conheça a política de Menu-Pricing e como ganhar a confiança do seu cliente

A redução de custos operacionais é um dos maiores objetivos das empresas que dependem de fretes para distribuir seus produtos geograficamente. Aliado a isto, vem a necessidade de otimizar o tempo de entrega das mercadorias e conquistar a confiança do cliente mediante um atendimento logístico de excelência.

Desafios não faltam, não é mesmo? Mas existe uma forma de melhorar sua inteligência de fretes e ganhar não só competitividade no mercado como verdadeiros aliados no combate aos custos logísticos. Essa solução se chama Menu-Pricing.

O que é Menu-Pricing

Também chamado de Bracket Pricing Logístico, o Menu-Pricing consiste em uma estratégia mercadológica interessante: separar o custo do produto do custo logístico, apresentando os valores em separado para o cliente.

Para muitos, parece uma estratégia arriscada, porque o cliente pode vir a pensar que você está sobretaxando a operação logística no intuito de ganhar dinheiro com isso. Para outros, trata-se da oportunidade de fazer com que seus clientes se tornem parceiros de negócio, ajudando-o a encontrar alternativas para reduzir os custos logísticos e assim desenvolver uma relação ganha-ganha.

Existem duas formas de apresentação dos valores ao cliente no Menu-Pricing:

  • Apresentar o preço dos produtos e as opções de envio, cada qual com seu custo. Por exemplo: serviço de palletização; serviço de embalagem; entrega centralizada; entrega descentralizada; entre outros.
  • Apresentar o preço total do serviço (produto + logística) seguido de uma tabela de descontos com opções de adesão para o cliente. Por exemplo: entregas até o dia 15, desconto de R$ 500,00.

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Na primeira opção, o cliente tem mais condições de analisar as possibilidades e mudar o formato de envio de modo que ele se torne mais eficiente e menos custoso. Já no segundo, ele optará pelo desconto, não necessariamente priorizando suas necessidades de entrega. Por outro lado, a política de descontos pode educar o seu cliente e melhorar sua eficiência da sua cadeia de valor, contribuindo para a redução de custo operacional e consequente aumento da margem de lucro.

Como implementar o Menu-Pricing

A implementação desta solução envolve todos os setores que se relacionam com os clientes, portanto, deve ser decidida com base em uma confluência de interesses. Ao otimizar a cadeia de distribuição da empresa, todos saem ganhando. É uma questão de saber conscientizar os atores envolvidos.

No momento de determinar se é possível usar o Bracket Pricing para melhorar o engajamento e confiança dos seus clientes, pergunte-se:

  • Quais são os requisitos exigidos pelo cliente no atendimento logístico? (palletização, entregas frequentes, entregas centralizadas ou não, etc)
  • Qual é o menor custo possível para atender a estes requisitos sem perder a qualidade do serviço prestado?
  • Há possibilidade de mudança no formato de entregas para este cliente? Quais seriam as opções?
  • Como reduzir os custos de atendimento para este cliente?

Note que você precisa conhecer muito bem o negócio do seu cliente e suas necessidades quanto à compra e recebimento de mercadorias. Uma empresa que trabalha com cristais, por exemplo, não pode prescindir de uma embalagem que garanta a integridade dos produtos. Desta maneira, seria inviável sugerir uma embalagem de qualidade inferior.

Faça um teste com os clientes que possuem um bom relacionamento com a empresa. Explique em que consiste a estratégia e que todos sairão ganhando caso ela seja efetiva. A implementação em ondas é mais recomendada porque você pode dar a devida atenção aos clientes que estão mudando o formato de atendimento, deixando-os mais seguros com relação aos novos processos.

O acompanhamento das métricas, isto é, da redução de custos, aumento da eficiência, diminuição dos prazos, também se torna mais fácil nos primeiros meses, ajudando-o a realizar auditorias mais confiáveis.

Você já conhecia o Menu-Pricing? Ficou com alguma dúvida em relação à estratégia e como implementá-la? Deixe seu comentário!

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A importância da Conciliação de Fornecedores e Clientes

Controlar as entradas e saídas de recursos de uma empresa é, sem dúvida, um dos processos mais importantes da gestão financeira. É muito comum defender a manutenção do fluxo de caixa, mas nem sempre se dá a devida atenção à conciliação contábil entre clientes e fornecedores. Aliás, segundo o IBGE, a falta de controle neste aspecto é um dos principais motivos de falência em empresas com menos de três anos de funcionamento no Brasil.

A conciliação de pagamentos de clientes e fornecedores é o procedimento de comparar os pagamentos devidos aos fornecedores e o regime de ingressos relacionados com os pagamentos do cliente. Para dar um exemplo concreto: se você vendeu em 10 parcelas para os clientes e tem que pagar o fornecedor em 3, vai precisar mover recursos para pagar as suas contas antes de receber.

Políticas de Prazos

Em outras palavras, vamos falar da sua “política de prazos” e como suas variações podem afetar a sua empresa. Facilitar o pagamento pode ter consequências positivas ao trazer mais clientes para seu empreendimento, mas é importante fazer todas as contas para formular uma estratégia de prazos que não afete a sua prática comercial. Em setores muito concorridos – eletrodomésticos, por exemplo -, a conciliação de clientes e fornecedores pode marcar a diferença entre o sucesso e o fracasso.

A variável estoque

Outro aspecto fundamental a considerar é o tempo de permanência da mercadoria no seu estoque. Esse período precisa ser adicionado à conta da espera pelo pagamento dos seus clientes. Uma empresa não pode ignorar o lapso de tempo de mercadoria parada e só conciliar os prazos entre clientes e fornecedores: a espera no armazém afeta os cálculos: quanto mais tempo demorar para vender, mais tempo leva para receber.

Dessa forma, se sua empresa começar a contar o tempo no momento em que o fornecedor entrega os produtos e as faturas relacionadas, não deixe de considerar o tempo de permanência da mercadoria em estoque ao tempo que você vai começar a receber pela venda.

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Duas hipóteses possíveis

De acordo com o seu funcionamento, ou política de vendas a prazo, podem surgir duas situações:

  • A soma do tempo de permanência em estoque com o plano de parcelas é maior do que o acordo feito com os fornecedores, ou;
  • Sua empresa recebe antes do prazo estabelecido para pagamento dos fornecedores.

Na primeira hipótese, o resultado é óbvio: vai faltar dinheiro e você vai precisar recorrer ao seu capital de giro ou pedir um empréstimo para honrar os compromissos. Na segunda, sua empresa vai dispor dos recursos necessários para pagar os fornecedores, mas é fundamental destacar que esse capital não é da empresa, tem que ser destinado aos pagamentos.

Por isso, é tão importante realizar um controle financeiro permanente das contas a pagar aos fornecedores e conciliar com os pagamentos previstos dos clientes. Dessa forma, você tem a garantia de cobrar o necessário – e no tempo correto – para seguir funcionando e ter margem para fazer ajustes rapidamente quando surja algum inconveniente.

Não é tão difícil quanto parece, não é? Então que tal começar a fazer a sua conciliação de fornecedores e clientes agora mesmo? Se sentir alguma dificuldade, deixe seu comentário!

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