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Saiba mais sobre a Gestão da Cadeia de Suprimentos

A Gestão da Cadeia de Suprimentos é um conjunto de técnicas aplicadas que se dedicam a melhorar os procedimentos de gestão de suprimentos e de integração de todas as etapas de uma cadeia logística. Entre eles, podemos destacar o armazenamento, os gastos, o frete em si e etc. De uma maneira geral, todas as partes estão relacionadas de forma direta ou indireta com o processamento das solicitações de um cliente em particular.

Cadeia de Fornecimento

Ou seja, não se trata somente das relações entre fornecedor e a empresa de transportes, inclui toda a infra envolvida até que o produto chegue no consumidor final. Quando a gestão da cadeia de suprimentos é administrada de forma adequada, o funcionamento ocorre como o esperado e o cliente recebe seu produto no lugar, condições e momento corretos. Fundamentalmente, a meta é a diminuição dos custos no decorrer do processo, sempre com vista na demanda do consumidor final.

Nomear as necessidades é a parte mais fácil, o problema mesmo vem na hora de aplicar os conceitos e controlar todos os processos envolvidos. E como nem sempre é uma única empresa que se encarrega do transporte – como no caso das terceirizações -, algumas etapas podem ter o controle dificultado pela distância dos controles do contratante. Além disso, as exigências dos consumidores podem mudar de uma hora para outra, o que deriva na necessidade de um planejamento dinâmico e capaz de se adaptar rapidamente.

Itinerário e meios de transporte

A forma como uma transportadora decide funcionar tem relação direta com os gastos envolvidos no processo e na satisfação do cliente. A comercialização dos seus serviços pode efetivar-se de diversas formas, diretamente com o consumidor final, com outras empresas ou fornecedores. De qualquer maneira, sempre que o serviço de frete for contratado, a maior preocupação está relacionada ao meio de transporte ideal que possa satisfazer as exigências e às etapas intrínsecas.

Neste momento, antes de diretamente escolher fazer o transporte com os meios diretamente disponíveis, vale a pena expandir as possibilidades e verificar se não há outras formas de brindar o mesmo serviço de forma mais eficiente. Seja terceirizando parte do processo ou apostando na inteligência em fretes – como o transporte marítimo, mais caro, porém mais econômico -, tudo depende das condições e demandas do consumidor.

Também é importante negociar os valores envolvidos na formação do preço com antecipação e conversar com o cliente – ou com fornecedores – sobre as quantidades a transportar, sempre buscando o equilíbrio e que nenhum lado acumule estoques em demasia ou deficientes, dessa forma se acelera a fabricação e o processo fica mais fluído.

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Preparo Logístico

Especialmente no caso das transportadoras, o alinhamento do setor logístico cumpre um papel fundamental. E basta que uma etapa deixe de funcionar corretamente para que a cadeia, como um todo, seja prejudicada. Neste sentido, a criação de um plano pode contribuir para que todas as etapas funcionem como o esperado. Aliás, antecipar dificuldades também ajuda a contornar obstáculos rapidamente e manter os prazos e a qualidade do serviço intactos.

De uma maneira geral, simplificar os processos é um bom caminho para a eficiência. As ações podem ser aplicadas em etapas tais como no processo de entrada, quando os produtos são entregues para transporte; na logística interna, quando a mercadoria já se encontra sob seu poder e circula dentro do âmbito da transportadora; e, por fim, na logística externa, no efetivo transporte da mercadoria e cuidados necessários para tanto (rastreamento, planejamento de rotas, contratação de seguros, etc).

De fato, há dezenas de empresas que oferecem um serviço semelhante ao seu. O mais importante é manter a atenção para todos os fatores envolvidos na cadeia logística e, sempre que possível, planejar cada etapa e antecipar soluções para eventuais problemas. É fundamental estabelecer relações com parceiros e ter alternativas ágeis para a manutenção das necessidades.

 

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Distribuição Estratégica e seus benefícios para o setor de transportes

Em momentos de crise como o que o Brasil atravessa atualmente, otimizar recursos e reduzir custos são fatores que podem garantir a sobrevivência da empresa e, inclusive, fazê-la crescer. Mais importante do que preocupar-se unicamente com a difusão da marca, é importante garantir que o processo de transporte aconteça da melhor forma possível e com a menor quantidade de erros. Resumindo: é hora de ser mais eficiente.

No final das contas, o objetivo principal de uma transportadora é fazer com que os pedidos cheguem na hora e lugar marcados, sem desvios. Naturalmente, o processo de distribuição estratégica exige planejamento, uma infraestrutura funcional e uma total integração entre todas as partes envolvidas na cadeia de abastecimento. Para minimizar a incidência de falhas, vamos dar algumas dicas do que pode ser feito, setorialmente, para manter sua empresa nos trilhos.

Conferência de cargas

As cargas devem ser supervisionadas no que se refere à quantidade de características particulares após o processo de expedição. Este momento demanda uma completa exatidão, já que qualquer erro pode ocasionar retornos e devoluções, algo que se traduz diretamente como prejuízo para ambas as partes, comerciante e distribuidor.

Para a execução de tais tarefa, podem ser usados sistemas de WMS (Warehouse Management System), dedicados exclusivamente a informar a rotação dirigida de estoques, procedimentos de picking e automação de cross-docking para tirar o maior proveito da infraestrutura física dos depósitos.

Roteirizar fretes

O transporte em si representa o maior gasto quando nos referimos a um processo logístico. Exatamente por isso, é fundamental manter toda a atenção necessária em todas as etapas, do planejamento à execução. Exatamente por isso, quando se dedica tempo à definição do melhor trajeto a percorrer, a empresa ganha em termos competitivos e economiza recursos.

Uma boa saída é adotar procedimentos de roteirização inteligente. Há sistemas no mercado que automatizam a gestão das rotas na estratégia de transportes. Ao contrário da roteirização comum, este procedimento considera o tempo, a distância e a qualidade das rotas. O soft planeja a divisão das cargas entre os veículos e rotas para garantir o melhor caminho.

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Administração dos Fretes

Fazer a verificação de toda a cadeia logística antes de iniciar qualquer processo de transporte é fundamental para a execução das tarefas. Em termos práticos, é necessário compreender globalmente qual é a infraestrutura essencial para proceder com o transporte das mercadorias. Neste sentido, a rede operacional deve considerar os custos relacionados, a possibilidade de terceirização da frota, o nível de confiança dos atores envolvidos e os obstáculos possíveis.

Investir na gestão de fretes pode marcar a diferença entre uma administração falha e uma funcional. Já existem sistemas SaaS que facilitam o trabalho das empresas e automatizam grande parte dos procedimentos. Os resultados se traduzem em desempenhos, com operações mais rápidas e com maior nível de controle, tanto da logística como da administração. Para tanto, considere investir em uma auditoria interna e em uma melhor gestão financeira do empreendimento.

Indicadores: monitoramento e análise

Há uma famosa frase que diz que “o que não pode ser medido, não pode ser melhorado”. No setor de transportes, essa máxima é mais válida ainda. Sendo assim, vale a pena começar a medir os indicadores de desempenho logístico (KPIs) e, com isso, ter um panorama mais claro da metodologia e do que funciona ou não.

Entre os principais indicadores do setor de transporte de cargas, podemos destacar: Custo de frete por unidade, Custo de transporte outbound (saída) como percentual das vendas, Custo de transporte inbound (entrada) como percentual das compras, Tempo em trânsito, Reclamações, Reclamações como percentual dos custos de transporte, Tempo de Giro do Caminhão, entre outros.

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A importância da qualificação profissional nas transportadoras

A falta de mão de obra qualificada é um dos maiores desafios do setor de transportes brasileiro. Segundo a Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística, faltam 120 mil motoristas capacitados para atuarem no segmento, uma demanda que demorará a ser suprida. Quando perguntados a respeito do tema, 42,7% dos empresários foram enfáticos em dizer que estão enfrentando grandes desafios para encontrar mão de obra especializada.

Apesar da crença de que o setor de transportes não necessita de profissionalização, a verdade é que os conhecimentos exigidos para que uma pessoa ingresse nesta área não são poucos. O motorista, por exemplo, é desafiado a ter conhecimentos de mecânica, funcionamento de motores, legislação e regulamentos, sem falar nos tributos.

Quem está na retaguarda, atuando na logística, é igualmente cobrado por atualizações constantes, que contribuam para o aumento da performance da empresa e para a inteligência de fretes.

Por que promover qualificação profissional?

A capacitação logística não é luxo, é necessidade. Como já falamos em outros conteúdos aqui no blog, os custos logísticos no Brasil são imensos e comprometem a margem de lucro das transportadoras, afetando sua gestão financeira.

Todo investimento que venha agregar valor ao atendimento ao cliente e, ao mesmo tempo, reduzir custos, é sempre bem-vindo. No entanto, sem uma equipe preparada, a tarefa se torna bem mais difícil.

Um profissional que passa por uma capacitação logística tem mais condições de analisar suas atividades criticamente e encontrar formas mais eficientes de realizá-las. Entendendo qual é seu papel na geração de resultados para a organização, seu nível de comprometimento se torna maior, o que se reflete em maior produtividade.

Outra vantagem de ter uma equipe qualificada é que as pessoas se sentem valorizadas, percebem que a empresa não está investindo somente em seus próprios interesses, mas também no desenvolvimento profissional de quem de fato faz as coisas acontecerem. Com isso, a satisfação com a empresa aumenta e a taxa de retenção de talentos também.

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Como promover capacitação logística na sua empresa

Ninguém está livre da crise econômica mundial, muito menos as transportadoras brasileiras, que têm que arcar com altos custos de manutenção de veículos e estradas cada vez piores. O cenário pouco promissor faz com que a economia de recursos seja uma prioridade e os treinamentos fiquem relegados a segundo plano.

Se por um lado você economiza no pagamento de treinamentos, por outro, seus profissionais vão ficando com os conhecimentos defasados e sua transportada perde competitividade. O que fazer então?

Valorize seu capital intelectual

Aproveite os profissionais com maior experiência de mercado e coloque-os para treinar os mais jovens. Pode ser até em horários alternativos aos de trabalho, cuidando com as questões trabalhistas, é claro.

Faça o conhecimento circular e encontre maneiras de registrá-lo, de modo que, mesmo que um profissional se desligue da empresa, o que foi aprendido não seja perdido. Crie vídeos, instruções de trabalho, manuais, gráficos, infográficos, tutoriais que possam ser lidos e compreendidos por qualquer pessoa que venha a fazer parte do seu time.

Promova Job Rotations

Em português claro, troque funcionários de posição temporariamente. Certamente você já deve ter ouvido falar que colocar a pessoa certa no cargo certo é essencial. E, de fato, uma pessoa que produz pouco em determinado setor pode vir a fazer toda a diferença em outro.

O job rotation é uma ótima forma de realizar experiências com a sua equipe e, ao mesmo tempo, fazer com as pessoas entendam o trabalho dos demais e empatizem com os colegas de trabalho, despertando o sentimento de equipe.

Coloque o responsável pelo recebimento de mercadorias no lugar do responsável pela expedição, por exemplo. Ofereça suporte e treinamento durante esta experiência. Um novo olhar sobre os processos pode contribuir também para melhorias significativas de desempenho.

Ofereça cursos online

É possível baratear os custos de qualificação profissional se você optar por cursos online, que possam ser vistos por uma quantidade maior de pessoas. Existem muitas empresas especializadas em cursos corporativos, que desenvolvem a solução alinhada às suas necessidades de capacitação logística.

O melhor desta estratégia é que seus funcionários podem ver os treinamentos em horários alternados, interagir por meio de ferramentas educativas e aprender continuamente sem afetar o desempenho de suas atividades.

Você promove qualificação profissional na sua transportadora? Que tal compartilhar sua experiência conosco deixando um comentário?

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Conheça a política de Menu-Pricing e como ganhar a confiança do seu cliente

A redução de custos operacionais é um dos maiores objetivos das empresas que dependem de fretes para distribuir seus produtos geograficamente. Aliado a isto, vem a necessidade de otimizar o tempo de entrega das mercadorias e conquistar a confiança do cliente mediante um atendimento logístico de excelência.

Desafios não faltam, não é mesmo? Mas existe uma forma de melhorar sua inteligência de fretes e ganhar não só competitividade no mercado como verdadeiros aliados no combate aos custos logísticos. Essa solução se chama Menu-Pricing.

O que é Menu-Pricing

Também chamado de Bracket Pricing Logístico, o Menu-Pricing consiste em uma estratégia mercadológica interessante: separar o custo do produto do custo logístico, apresentando os valores em separado para o cliente.

Para muitos, parece uma estratégia arriscada, porque o cliente pode vir a pensar que você está sobretaxando a operação logística no intuito de ganhar dinheiro com isso. Para outros, trata-se da oportunidade de fazer com que seus clientes se tornem parceiros de negócio, ajudando-o a encontrar alternativas para reduzir os custos logísticos e assim desenvolver uma relação ganha-ganha.

Existem duas formas de apresentação dos valores ao cliente no Menu-Pricing:

  • Apresentar o preço dos produtos e as opções de envio, cada qual com seu custo. Por exemplo: serviço de palletização; serviço de embalagem; entrega centralizada; entrega descentralizada; entre outros.
  • Apresentar o preço total do serviço (produto + logística) seguido de uma tabela de descontos com opções de adesão para o cliente. Por exemplo: entregas até o dia 15, desconto de R$ 500,00.

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Na primeira opção, o cliente tem mais condições de analisar as possibilidades e mudar o formato de envio de modo que ele se torne mais eficiente e menos custoso. Já no segundo, ele optará pelo desconto, não necessariamente priorizando suas necessidades de entrega. Por outro lado, a política de descontos pode educar o seu cliente e melhorar sua eficiência da sua cadeia de valor, contribuindo para a redução de custo operacional e consequente aumento da margem de lucro.

Como implementar o Menu-Pricing

A implementação desta solução envolve todos os setores que se relacionam com os clientes, portanto, deve ser decidida com base em uma confluência de interesses. Ao otimizar a cadeia de distribuição da empresa, todos saem ganhando. É uma questão de saber conscientizar os atores envolvidos.

No momento de determinar se é possível usar o Bracket Pricing para melhorar o engajamento e confiança dos seus clientes, pergunte-se:

  • Quais são os requisitos exigidos pelo cliente no atendimento logístico? (palletização, entregas frequentes, entregas centralizadas ou não, etc)
  • Qual é o menor custo possível para atender a estes requisitos sem perder a qualidade do serviço prestado?
  • Há possibilidade de mudança no formato de entregas para este cliente? Quais seriam as opções?
  • Como reduzir os custos de atendimento para este cliente?

Note que você precisa conhecer muito bem o negócio do seu cliente e suas necessidades quanto à compra e recebimento de mercadorias. Uma empresa que trabalha com cristais, por exemplo, não pode prescindir de uma embalagem que garanta a integridade dos produtos. Desta maneira, seria inviável sugerir uma embalagem de qualidade inferior.

Faça um teste com os clientes que possuem um bom relacionamento com a empresa. Explique em que consiste a estratégia e que todos sairão ganhando caso ela seja efetiva. A implementação em ondas é mais recomendada porque você pode dar a devida atenção aos clientes que estão mudando o formato de atendimento, deixando-os mais seguros com relação aos novos processos.

O acompanhamento das métricas, isto é, da redução de custos, aumento da eficiência, diminuição dos prazos, também se torna mais fácil nos primeiros meses, ajudando-o a realizar auditorias mais confiáveis.

Você já conhecia o Menu-Pricing? Ficou com alguma dúvida em relação à estratégia e como implementá-la? Deixe seu comentário!

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Errei na emissão do CTe, o que fazer?

O Cte surgiu como um recurso que permite reduzir custos de transporte e minimizar discrepâncias entre mercadorias transportadas e as notas relacionadas a cada frete. Não é incomum ver casos onde se confundem conceitos e características específicas na hora de emitir o CTe, por isso, vamos falar de alguns itens e perguntas comuns na hora de proceder com a emissão do Controle de Transporte eletrônico.

Posso Cancelar um CTe?

Nos casos onde a cara ainda não tenha entrado em circulação e o prazo ainda esteja vigente, é possível cancelar o CTe. A possibilidade é importante quando foram lançados valores equivocados e é preciso retificar as informações do Conhecimento de Transporte eletrônico em questão. Você pode cancelar um CTe até 7 dias / 168 horas após a emissão do mesmo. Fique atento para as variações de prazos conforme o Estado, costuma haver variação. Para saber, verifique junto a SEFAZ da sua jurisdição.

Errei na emissão do CTe, o que fazer?

Uma vez que CTe esteja autorizado pela Sefaz, não é possível modificar nenhum dado, já que a assinatura digital é anulada. Neste cenário, confira as alternativas possíveis:

Cancelamento: Se a carga ainda não está em circulação, o CTe pode ser cancelado e emite-se outro. É possível cancelar documento em até sete dias após a emissão.Veja quais são as modalidades que o emissor da CTe deve considerar em cada caso:

CTe de Complemento de Valores: Sempre que a emissão original contenha algum erro para menos, em relação aos valores que deveriam ter sido declarados, permite-se emitir uma certidão extra, ou complementar. O Conhecimento de Transporte complementar deve fazer referência à nota fiscal do CTe anterior.

CTe de Anulação de Valores: Não pode ser usado para retificar erros, somente para cancelar o Cte anteriormente lançado e que se deseja anular. Este CTe (de anulação) precisa conter todas as informações do CTe a substituir, à exceção dos valores. Fique atento, pois cada CTe que foi emitido com informações equivocadas só pode ter um CTe de anulação vinculado, assim como um CTe substituto. Estes últimos não podem ser cancelados, como o original com erros.

CTe Substituto: Esta versão precisa ser emitida assim que seja lançado o CTe de anulação. Seu principal objetivo é permutar o controle com o documento emitido com erros na versão original e manifestar os montantes corretos.

Carta de Correção: É possível enviar uma carta de correção à Sefaz após a autorização, mas fique atento para os casos onde isso não é possível:

  • Não é permitido alterar os dados relacionados aos impostos
  • Não se permite corrigir informações como remetente, tomador e/ou emitente
  • A data de saída ou emissão
    * O envio é feito via Schema e a correção deve conter entre 15 e 1000 caracteres, sem símbolos ou acentos.

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Tipos de Serviços declarados

Confira à qual modalidade se adéqua a emissão do seu CTe. Este item faz menção aos casos onde a carga é transportada por uma ou mais empresas de frete.

Normal: Sempre que a contratada (transportadora) se encarregue do frete até o destino final.

Subcontratação: Sucede quando a transportadora A contrata uma transportadora B para que se encarregue de todo o roteiro do transporte

Redespacho: Sempre que uma empresa de transportes contrate uma terceira para proceder com uma parte dos serviços de frete. A etapa do processo não é relevante, pode ser o primeiro transporte, intermédio ou a última fase.

Redespacho Intermediário: Quando mais de duas transportadoras estejam envolvidas com o transporte de uma carga, este é o tipo de serviço que caracteriza a CTe.

Emissão de CTe em Ambiente de Homologação

Previamente à liberação da emissão do documento no ambiente de produção, em outras palavras: ao emitir um CTe com validade fiscal, o contribuinte precisa emitir em ambiente de homologação, dependendo do Estado de origem. Alguns Estados não requerem esta etapa, mas, nos casos onde incida, os CTes são requisitados para validação no momento da liberação do ambiente de produção.

Esperamos que este artigo tenha lhe ajudado a entender melhor os dados relacionados à emissão do controle e evite inconvenientes do lançamento de informações equivocadas. Aqui no Blog da LupeOn você ainda verá vários artigos esclarecendo as principais dúvidas de quem trabalhe com fretes e emissão de documentos relacionados.

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Defasagem de Frete e Margem de Lucro

Em meio à crise econômica atual, diminuição nos investimentos, juros exorbitantes, impeachment presidencial e uma moeda instável, instalou-se no Brasil um cenário bastante volátil e que oferece pouca segurança. Entre os setores afetados pelo contexto econômico atual, encontra-se o de transportes, que tem visto a defasagem do frete golpear com força a margem de lucro das empresas.

Muitas empresas têm buscado maneiras de contornar a atual conjuntura reduzindo custos, suspendendo investimentos e deixando algumas decisões mais importantes para um futuro que não se sabe bem quando vai chegar, mas a expectativa é de que a economia se reative e o setor volte a crescer. De fato, o Brasil não estancou, nem vai parar, só que é importante reconhecer o momento e se ajustar à diminuição da atividade econômica nacional.

Números e Vilões da Defasagem

Mesmo assim, para ilustrar com números, a NTC & Logística fez uma análise do mercado em 2016 e descobriu que nada menos do que quase 80% das empresas apresentaram queda no volume faturado nos três primeiros meses deste ano. Também que houve uma diminuição de 12,5% no volume transportado e mais da metade das empresas estão com veículos parados, algo que gira em torno de 11% da frota nacional.

A defasagem do frete tem origem em aspectos como a inflação de tudo o que tenha a ver com os custos da transportadora e também no desproporcional acúmulo de diferenças anuais. Entre os campeões (ou vilões) da defasagem encontram-se a mão de obra e gastos com combustíveis. Entre outras variáveis podemos ver o custo com manutenção e atraso no repasse de tarifas.

E a lista segue. Muitas transportadoras diretamente não levam em consideração todos os custos envolvidos e/ou serviços extras que precisam ser contratados, o que afeta diretamente a margem de lucro. Por exemplo: a demora entre a carga e a descarga (TDE), custos com palets, planos de contingenciamento de risco, etc.

 

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Outras dificuldades

Como se não fosse pouco, há outros obstáculos envolvidos. A restrição de circulação de cargas nos centros urbanos afetou o fluxo permanente nas maiores cidades do país. Questões trabalhistas, barreiras fiscais e as exigências dos condutores do início do ano se agregam para aumentar as dificuldades. Por fim, o roubo das cargas, que sempre se intensifica em momentos de crise, também impacta no setor.

Tudo isso pode induzir à fórmula mágica de aumentar o valor do frete. O grande problema é a óbvia perda de competitividade caso o setor não se mova em conjunto, e já vimos aqui no blog da LupeOn que muitas transportadoras trabalham com tabelas desatualizadas. E com a diminuição na atividade, a transportadora pode correr o risco de trabalhar menos, receber menos, investir menos e entrar em um espiral descendente de entrada de recursos.

A margem de lucro, neste caso, pode ser beneficiada por uma redução dos gastos relacionados à cada frete e à otimização dos recursos disponíveis. Investir é uma palavra arriscada neste contexto, mas, muitas vezes, crises abrem portas para novas oportunidades. Instalar uma comissão de compliance pode ajudar a colocar a casa em ordem e transformar perdas em lucros sem a necessidade de investir pesado em infraestrutura, por exemplo.

 

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Como diminuir os custos de distribuição

A logística já está sendo vista como uma área estratégica para empresas que dependem da distribuição de produtos pelo território nacional para chegarem até seus clientes. Como não é possível manter um armazém equipado em cada localidade em que a empresa atua, é imprescindível que haja todo um planejamento para que a distribuição de mercadorias seja feita da maneira mais eficiente possível, contribuindo para a redução do custo operacional.

De acordo com o ILOS – Instituto de Logística e Supply Chain, o custo logístico corresponde a 11,5% do PIB nacional e a 8,7% da receita líquida das empresas. O transporte de distribuição consome 49% dos recursos, o transporte de suprimento 27% e o transporte de transferência 24%.

Como você pode ver, a distribuição de mercadorias é considerada uma grande preocupação pelas empresas, já que impacta fortemente nos gastos de manutenção do negócio. Essa preocupação resulta sempre na pergunta: como diminuir os custos de distribuição da empresa?

Eis aqui algumas dicas do que você pode fazer para conter o custo logístico no seu orçamento:

Encurte as distâncias

O mapeamento de rotas é imprescindível para quem deseja distribuir mais produtos, otimizar tempo e consumir menos recursos. Ao planejar as rotas, você consegue determinar as trajetórias mais curtas, aumentando a capacidade de entrega de cada veículo em número de viagens. Se um mesmo veículo pode fazer mais viagens, consequentemente você não necessitará de uma frota tão grande, reduzindo os custos de distribuição.

Programe os envios

A falta de planejamento no momento de organizar a logística da empresa também pode acarretar em envios seguidos para o mesmo local, impactando no custo total do transporte. Sendo assim, programe os envios de modo que seja possível agrupar pedidos que seguirão para a mesma região. Disponibilizar um veículo maior para levar mais mercadorias é melhor do que mobilizar dois veículos para o mesmo lugar.

Melhore as embalagens

No momento de transportar os produtos é fundamental que eles estejam bem acondicionados e protegidos para que não haja perdas no trajeto. Chegar ao local de entrega e perceber que o produto está danificado gerará um trabalho e custo ainda maior, que é o de devolver o avariado para o armazém e enviar um novo para o cliente.

Sendo assim, prefira zelar pela qualidade das embalagens de modo que elas garantam que o produto chegará intacto ao destino final. Deixe para economizar em outros quesitos, pois este impacta diretamente na satisfação do cliente e no seu bolso.

Invista em automação

Planejar e gerenciar a distribuição de mercadorias é um trabalho detalhista e que exige grande concentração. Mesmo assim, se for feito de maneira manual, está aberto a falhas. É por isso que você deve começar a pensar em automatizar seus processos do momento em que uma mercadoria entra no seu estoque até o momento em que ela é entregue ao cliente.

Com domínio de toda a cadeia de suprimentos, fica muito mais fácil identificar gargalos, realizar ações corretivas e reduzir os custos gradativamente, de forma planejada e com base em dados concretos, coletados a partir dos seus indicadores de desempenho.

Você já implementou alguma estratégia para reduzir o custo logístico da sua empresa? Gostaria de compartilhar sua experiência conosco? Deixe um comentário!

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7 dicas para não perder dinheiro no valor do frete

Entre a enorme quantidade de itens que devem ser gerenciados nas empresas, um deles guarda por vezes um engano traiçoeiro. Estamos falando do frete. Uma palavra pequena, que se parece com um detalhe na transação, mas que possui uma série de características que podem induzir ao erro até mesmo com o melhor dos gerentes. Com a evolução da logística associada à tecnologia da informação, percebe-se que o frete é composto por alguns elementos que devem ser observados mais de perto. Saiba onde você está perdendo dinheiro no valor do frete com as nossas dicas a seguir:

1. Volume

O manuseio de grandes volumes é sempre um fator que preocupa todos os envolvidos no transporte. Essa preocupação acaba por se transformar em custo extra. É comum essa situação acontecer apenas quando é tarde demais para se prevenir. Sempre que possível, analise a cubagem resultante e planeje a forma mais racional para o transporte.

2. Seguro

Dependendo do tipo de carga, o preço do seguro pode influenciar de maneira significativa o custo final. Cargas mais leves nem sempre têm um seguro barato. O volume e o custo da mercadoria é fator de grande influência e pode custar caro. O ideal é fazer pesquisa de preços com regularidade e aproveitar diferentes ofertas das seguradoras.

3. Rotas

O percurso da mercadoria não deve ser planejado apenas em função da distância entre os terminais. Algumas rotas possuem trechos ruins e gerariam custos extra. Um percurso mais longo pode valer a pena se as condições das rodovias forem melhores. A economia de combustível, pneus e segurança podem refletir em custo mais baixo. Vale a pena criar alternativas.

4. Embalagem

Independente do tipo de seguro da carga, é importante cuidar para que a embalagem seja adequada à fragilidade do produto. Isso é sempre recomendado, embora seja bastante esquecido. As cargas frágeis acabam por ter um custo maior sem necessidade. O preço desse tipo de serviço aumenta justamente para cobrir eventuais perdas por causa do manuseio. É interessante otimizar essa situação.

5. Segurança

Infelizmente são comuns roubos e assaltos nas estradas. São gangues especializadas em roubo de carga, principalmente valiosa. O transporte em si não é problema, mas a exposição a esse tipo de violência acaba por encarecer o serviço. A melhor maneira de se precaver é obter o máximo de informações sobre o assunto e agir preventivamente.

6. Localização

A localização dos terminais de carga é decisiva no momento de pegar a cotação do frete. É comum um preço mais barato quando o terminal situa-se na capital de um estado. Acontece que nem todos conhecem as cidades que fazem parte das regiões metropolitanas e pensam que o preço deve ser cobrado como se a cidade fosse do interior do estado. É fundamental negociar com atenção sobre essa questão. Muita gente não percebe que está pagando mais desnecessariamente.

7. Cotações

Parece óbvio, mas não é. Cotar com várias empresas é um costume saudável. Algumas transportadoras encontram soluções mais baratas e repassam a economia para o cliente. Muita coisa pode mudar entre uma empresa e outra.

Muitos outros itens devem ser observados na hora de contratar o transporte. Por ser uma pequena palavra em meio a uma complexa operação de logística, o frete pode ser um fator de economia ou mesmo de perda de dinheiro.

Os atuais sistemas de business intelligence podem ajudar a identificar várias dessas armadilhas que diminuem a eficiência de uma grande operação. Por essa e por outras razões é preciso se atentar.

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Tire suas dúvidas sobre o Conhecimento de Transporte Eletrônico

O Conhecimento de Transporte Eletrônico (CTe) foi instituído em 2007 pela Receita Federal. Seu objetivo foi criar um modelo eletrônico padronizado para emissão de documentos de transporte, no sentido de simplificar sua compreensão e gerar maior confiabilidade.O primeiro estado brasileiro a tornar seu uso obrigatório foi o Mato Grosso, em 2009. Atualmente, todos as unidades da federação adotaram esse mecanismo, tornando indispensável a emissão de documento eletrônico para todas as empresas transportadoras de carga.

Apresentamos a seguir algumas informações importantes a respeito do CTe para esclarecer todas as suas dúvidas. Leia e fique por dentro desse assunto!

O que é o Conhecimento de Transporte Eletrônico?

O CTe é um documento emitido pelo transportador com a finalidade de resguardar as mercadorias transportadas. Nele constam informações essenciais para o entendimento da operação, tais como: remetente, destinatário, pagador, transportador, descrição da mercadoria, seguro e modal.

Sua emissão só é válida após o recebimento e autorização pela Receita Federal, e é obrigatória para empresas de transporte de cargas nos seguintes modais: rodoviário, dutoviário, aéreo, ferroviário e aquaviário.

Quem pode emitir o CTe?

Apenas empresas credenciadas junto à Receita Federal têm autorização para emitir CTe. O credenciamento deve ser realizado na Receita Federal do estado onde está sediada a empresa.

Para homologar o seu registro, é necessário possuir um Certificado Digital emitido por entidade certificadora reconhecida pelo ICP-BR, contendo o CNPJ da empresa.

Como emitir o CTe?

Antes de mais nada, é necessário possuir um ou mais funcionários devidamente treinados, que conheçam a legislação pertinente e possam assim orientar os emissores sobre os procedimentos necessários.

Para tanto, é preciso ainda possuir um sistema compatível que possa ser integrado com os sites da Receita Federal, de modo a permitir o envio e recebimento de autorização de uso em tempo real, além de uma conexão com internet rápida e segura, que garanta uma conectividade eficiente.

Quais documentos o CTe substitui?

Esta é a lista de documentos em papel substituídos pelo uso do CTe, conforme publicado no Portal do Conhecimento de Transporte Eletrônico:

  1. Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas, modelo 8;
  2. Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas, modelo 9;
  3. Conhecimento Aéreo, modelo 10;
  4. Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas, modelo 11;
  5. Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário de Cargas, modelo 27;
  6. Nota Fiscal de Serviço de Transporte, modelo 7, quando utilizada em transporte de cargas.

Os documentos que não estão citados nessa lista devem continuar sendo utilizados normalmente.

Quais os benefícios gerados pela adoção do CTe?

Por ser uma evolução do Conhecimento de Transporte convencional, o CTe é uma excelente ferramenta para gerenciamento contábil e fiscal, entre outros benefícios, como:

  • Economia considerável com aquisição de papel, impressões e armazenamento;
  • Facilidade para localização em sistema;
  • Envio automático para as partes envolvidas, tornando o processo mais transparente;
  • Maior agilidade na liberação de mercadorias nos postos de fiscalização;
  • Mais rapidez na emissão, em decorrência dos dados já estarem pré-cadastrados em sistema, necessitando alterar basicamente os dados da mercadoria e tipo de operação;
  • Menor frequência de erros de digitação.

Os benefícios do Conhecimento de Transporte Eletrônico são muitos, mas é preciso usá-lo com cautela para não cometer erros. Como o envio é feito automaticamente para a Secretaria da Fazenda, se a sua emissão estiver incorreta, isso pode ocasionar multas e apreensão de mercadorias.

E então, tirou suas dúvidas a respeito do CTe?

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Como fracionar os custos de transporte?

O frete é um dos fatores que mais influenciam o processo produtivo e de precificação dos produtos. Dependendo do custo associado ao transporte, a compra de uma matéria-prima pode se tornar inviável ou ser considerada um ótimo negócio. Para conhecer o impacto desse valor nos resultados da empresa, o rateio de frete é uma forma de fracionar os custos e entender melhor sobre cada fator que compõe seu preço.
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