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Defasagem de Frete e Margem de Lucro

Em meio à crise econômica atual, diminuição nos investimentos, juros exorbitantes, impeachment presidencial e uma moeda instável, instalou-se no Brasil um cenário bastante volátil e que oferece pouca segurança. Entre os setores afetados pelo contexto econômico atual, encontra-se o de transportes, que tem visto a defasagem do frete golpear com força a margem de lucro das empresas.

Muitas empresas têm buscado maneiras de contornar a atual conjuntura reduzindo custos, suspendendo investimentos e deixando algumas decisões mais importantes para um futuro que não se sabe bem quando vai chegar, mas a expectativa é de que a economia se reative e o setor volte a crescer. De fato, o Brasil não estancou, nem vai parar, só que é importante reconhecer o momento e se ajustar à diminuição da atividade econômica nacional.

Números e Vilões da Defasagem

Mesmo assim, para ilustrar com números, a NTC & Logística fez uma análise do mercado em 2016 e descobriu que nada menos do que quase 80% das empresas apresentaram queda no volume faturado nos três primeiros meses deste ano. Também que houve uma diminuição de 12,5% no volume transportado e mais da metade das empresas estão com veículos parados, algo que gira em torno de 11% da frota nacional.

A defasagem do frete tem origem em aspectos como a inflação de tudo o que tenha a ver com os custos da transportadora e também no desproporcional acúmulo de diferenças anuais. Entre os campeões (ou vilões) da defasagem encontram-se a mão de obra e gastos com combustíveis. Entre outras variáveis podemos ver o custo com manutenção e atraso no repasse de tarifas.

E a lista segue. Muitas transportadoras diretamente não levam em consideração todos os custos envolvidos e/ou serviços extras que precisam ser contratados, o que afeta diretamente a margem de lucro. Por exemplo: a demora entre a carga e a descarga (TDE), custos com palets, planos de contingenciamento de risco, etc.

 

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Outras dificuldades

Como se não fosse pouco, há outros obstáculos envolvidos. A restrição de circulação de cargas nos centros urbanos afetou o fluxo permanente nas maiores cidades do país. Questões trabalhistas, barreiras fiscais e as exigências dos condutores do início do ano se agregam para aumentar as dificuldades. Por fim, o roubo das cargas, que sempre se intensifica em momentos de crise, também impacta no setor.

Tudo isso pode induzir à fórmula mágica de aumentar o valor do frete. O grande problema é a óbvia perda de competitividade caso o setor não se mova em conjunto, e já vimos aqui no blog da LupeOn que muitas transportadoras trabalham com tabelas desatualizadas. E com a diminuição na atividade, a transportadora pode correr o risco de trabalhar menos, receber menos, investir menos e entrar em um espiral descendente de entrada de recursos.

A margem de lucro, neste caso, pode ser beneficiada por uma redução dos gastos relacionados à cada frete e à otimização dos recursos disponíveis. Investir é uma palavra arriscada neste contexto, mas, muitas vezes, crises abrem portas para novas oportunidades. Instalar uma comissão de compliance pode ajudar a colocar a casa em ordem e transformar perdas em lucros sem a necessidade de investir pesado em infraestrutura, por exemplo.

 

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O cálculo errado do frete e suas principais consequências

Em empresas com operações tão complexas como as transportadoras, os erros são um fator latente para o correto funcionamento do negócio. Não são poucas as variáveis envolvidas: veículos, combustível, taxas, pedágios, impostos, manutenção e controle de fluxo de mercadorias, entre outras.

Exatamente por serem tão delicadas – e envolverem muitas partes – todas as transações estão sujeitas à erros e isso pode ter consequências para o seu negócio. E não são só as etapas macro que podem causar erros, a própria logística do transporte traz dificuldades, como o estado das vias de trânsito, possibilidade de furtos, condições de coleta e entrega das mercadorias.

Erros mais reincidentes no cálculo do frete

Agora, vamos dar uma olhada nas principais portas de entrada dos equívocos relacionados ao cálculo do valor do frete e suas consequências diretas.

Erro no valor da carga

Equivocar-se na alta do valor total da mercadoria é um dos maiores problemas das transportadoras. O valor dos produtos influi de forma direta no preço final do seguro contratado. Principalmente quando falamos de produtos de tecnologia de ponta, mais visados por bandidos. A principal consequência é o montante resgatado do seguro caso aconteça alguma coisa com a carga.

Erro no registro do peso

Cálculo tarifas

Quando a transportadora usa calculadoras físicas, aumenta a incidência de desvios. O maior problema é que, quando lançamos um CTe errado, o Conhecimento precisa ser corrigido antes do veículo chegar ao primeiro posto fiscal. Ou seja, se o Manifesto já passou pelo registro, a transportadora acaba tendo que pagar as taxas relativas a ambos os Conhecimentos de Transporte eletrônicos, o que afetará no seu fechamento contábil.

Outro problema relacionado ao cálculo é o volume de operações realizado diariamente. O dinamismo do setor, a grande quantidade de registros de entrada e saída de cargas e a falta de controle detalhado acabam por maximizar a possibilidade de desvios. Principalmente quando os processos não estão totalmente automatizados, há mais margem para erros, e erros significam perdas na maioria das vezes

Por fim, em relação às tarifas, não é raro encontrar problemas relacionados à cobrança de taxas que não haviam sido combinadas, o que geram surpresa para os consumidores, ou mesmo reajustar valores que não sofreram alteração alguma. Como nos outros casos, a capacidade de gestão dos procedimentos pode ser questionada e a transportadora perde credibilidade.

Outro ponto que pode ser revisado para minimizar a incidência de erros é adotar a prática de verificar se a transportadora está em conformidade com regulamentos internos e externos, inclusive em relação às leis. Este tipo de conferência se chama compliance e visa principalmente atender às normas dos organismos reguladores do setor de transportes.

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Queda de Sistemas

Depender de sistemas ajuda a automatizar processos, mas também pode se transformar em um problema quando o sistema simplesmente deixa de funcionar. É exatamente por isso que vale a pena ter um Plano B pronto para ser acionado em momentos de dificuldades técnicas. O cliente não tem responsabilidade sobre as falhas operacionais das transportadoras e, em momentos como este, errar no cálculo cria inconvenientes para ambos os lados.

Problemas com as tabelas

Se o processo de cadastrar tabelas em si, já é bastante complexo, os inconvenientes também surgem quando as transportadoras usam bases de cálculo diferentes para cargas com as mesmas características. Como conseqüência, a divergência de valores pode acarretar perdas para a transportadora, quando cobra menos do que deveria, ou perda do cliente, que sente que foi cobrado acima do valor de mercado

Erro no cálculo do ICMS

Além das tarifas relacionadas, alguns impostos, quando ignorados, incidem de forma negativa. Principalmente para as transportadoras que trabalham de forma interestadual ou intermunicipal. Quando não se calculam as contribuições relativas ao PIS/Cofins, há uma perda direta de 1,4% do faturado quando se paga 12% de ICMS, no caso dos que pagam 7%, a perda é de 0,77%.

Gerenciamento de Risco

Esta taxa de gerenciamento de risco varia de acordo com o destino da carga, tipo de mercadoria, lugares intermediários do trajeto e até das características da comercialização. Muitas transportadoras não calculam o índice de reajuste de acordo com todas as variáveis e podem estar gastando mais (ou menos, o que é um problema em caso de sinistro) e perdendo competitividade.

 

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Redução do custo operacional com conferência de frete

Você já ouviu falar no termo “conferência de frete”? Trata-se de um modelo de negócio utilizado em transportes náuticos, onde é formado um grupo de embarcações, chamado conferência de frete, o qual organiza os transportes para determinada região geográfica, otimizando o trabalho de todos e contribuindo para a redução do custo operacional de cada participante da conferência.

Que tal aprender mais a respeito deste conceito e pensar na aplicação dessa estratégia para otimizar o tempo e aumentar a margem de lucro da sua empresa?

Como funciona a conferência de frete

Imagine várias embarcações, todas transportando mercadorias para o mesmo lugar. O custo de movimentação de uma embarcação que não está cheia é altíssimo, sem falar no tempo que demora para que ela chegue ao destino.

A solução encontrada, então, é formar uma espécie de cooperativa, onde todas as embarcações levam os produtos das empresas associadas. Isso permite planejar uma rota única, determinar um preço de frete único para todos os participantes e criar um cronograma de viagens que permita controlar os envios e prazos de entrega com maior precisão.

 

Como usar essa ideia no transporte rodoviário

Pensando da mesma forma, existem várias empresas de transporte que entregam produtos na mesma região geográfica. A ideia é reunir essas empresas, fazer um inventário dos veículos disponíveis e determinar um cronograma de transporte que envolva uma empresa de cada vez, levando as mercadorias de todos.

Como a rota será sempre a mesma, é possível dimensionar o tempo de ida e volta, o combustível, os pedágios, as taxas, as paradas do motorista e todas as demais atividades relacionadas. Em outras palavras, a previsibilidade permite que você determine com maior assertividade o preço do frete de modo que a sua margem de lucro seja preservada.

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E como a conferência de frete ajuda a reduzir custos?

Primeiramente, porque as empresas que formam a conferência não terão necessidade de frotas tão grandes, já que os veículos serão compartilhados por todos. Se você pensar nos custos de manutenção de uma frota de caminhões, já verá que a redução de um ou dois veículos fará uma grande diferença no seu orçamento mensal.

Outro ponto que você deve considerar é que, como todos os veículos sempre sairão completos de carga, não haverá desperdícios de espaço, contribuindo, mais uma vez, para que você melhore seus resultados financeiros.

Também podemos ressaltar que, como a rota de entregas é sempre a mesma, você pode prever todos os custos envolvidos em cada viagem, melhorando a capacidade de mensuração do preço de frete para seus clientes. Ao invés de considerar dezenas de variáveis na composição do preço do transporte, você terá apenas três elementos a observar: tipo da carga, destino e quantidade (peso).

Na realidade, o produto que está sendo transportado pouco importará neste caso. O que fará diferença para o preço final do frete será o valor total da carga.

E você, já havia pensado em uma solução como essa para sua empresa? Tem alguma consideração a fazer sobre a conferência de frete? Deixe seu comentário!

 

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Transportadoras e tabelas de fretes: saiba quais são os principais erros

Você sabia que os custos de transporte logístico correspondem a 6,8% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro, ou seja, 401 bilhões de reais? Esse dado foi divulgado recentemente pelo Ilos – Instituto de Logística e Supply Chain e demonstra o quanto empresas de todo o país estão gastando para movimentar cargas.

Parou para dar uma olhadinha na sua tabela de frete? Também acha que o valor está alto, mas não sabe o que está acontecendo ou como reduzir esses custos? Neste post vamos te dar algumas dicas do que você pode estar fazendo de errado ao calcular frete.

Calcular frete com base na “média de mercado”

Uma das formas mais comuns que as transportadoras utilizam para calcular frete é fazer uma sondagem na concorrência – também chamada de benchmarking – e então estipular seus preços de maneira que eles fiquem mais ou menos iguais.

Por um lado, você pode determinar preços mais baixos, pensando em conquistar mais clientes, mas pode estar praticando um valor que não trará lucratividade para o seu negócio. Por outro, você pode elevar um pouquinho o seu preço e deixar de atender o seu público-alvo por ter um frete caro. O que fazer então?

Levante corretamente os custos do seu frete, desconsiderando sua concorrência. Considere o tipo de veículo que está sendo usado, a quilometragem que será percorrida, os pedágios a serem pagos, os impostos correspondentes a este veículo e também suas despesas administrativas, que dão suporte ao frete. Depois de ter o custo operacional calculado, adicione sua margem de lucro.

Não considerar o veículo que está utilizando

Será que um caminhão de oito eixos tem o mesmo custo de um furgão? Obviamente que não. Este é outro erro cometido no momento de calcular frete e repassar o valor para seus clientes. Cada tipo de transporte tem gastos próprios, que devem ser considerados no momento de criar sua tabela de frete.

Você pode calcular o custo de um veículo por hora ou dia, considerando as seguintes variáveis: quilometragem a percorrer, pedágios a pagar, hora de trabalho do motorista, seguro da carga, custo de manutenção do veículo e impostos (IPVA, seguro do veículo, etc).

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Subestimar os riscos que a mercadoria corre

Quantas vezes você já viu notícias de caminhões tombados nas rodovias, de assaltos a caminhões ou de acidentes que comprometem a carga? Se você ainda não passou por essa situação, saiba que não está totalmente livre disso, por isso, deve considerar sempre ter um seguro para sua carga.

Esse seguro garante que você e o destinatário fiquem tranquilos caso alguma coisa aconteça, portanto, seja prudente, contrate o serviço e, claro, considere o valor correspondente no momento de calcular frete.

Tabela de frete com base em porcentagem da nota fiscal

Outra prática comum do mercado de transportes e logística é a cobrança do frete segundo uma porcentagem da nota fiscal das mercadorias que serão movimentadas. Por exemplo, se você vai transportar uma carga de 50 mil reais, cobra 10% da nota fiscal.

Pode parecer uma metodologia de precificação de frete fácil e segura, mas não é. Ela desconsidera, por exemplo, os riscos a que a carga está sujeita, o deslocamento a ser realizado e o custo dos impostos.

Imagine que sua carga de 50 mil reais vai para São Paulo. O transporte terá exatamente o mesmo custo se sair de Fortaleza ou de Porto Alegre? As distâncias percorridas são distintas, assim como os pedágios e os perigos que a carga corre ao longo do caminho, o que deve se refletir no momento de você calcular o frete.

Dicas anotadas? Então não erre nunca mais na hora de gerar uma tabela de frete. Acompanhe nosso blog e fique por dentro das melhores práticas do setor!

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Como diminuir os custos de distribuição

A logística já está sendo vista como uma área estratégica para empresas que dependem da distribuição de produtos pelo território nacional para chegarem até seus clientes. Como não é possível manter um armazém equipado em cada localidade em que a empresa atua, é imprescindível que haja todo um planejamento para que a distribuição de mercadorias seja feita da maneira mais eficiente possível, contribuindo para a redução do custo operacional.

De acordo com o ILOS – Instituto de Logística e Supply Chain, o custo logístico corresponde a 11,5% do PIB nacional e a 8,7% da receita líquida das empresas. O transporte de distribuição consome 49% dos recursos, o transporte de suprimento 27% e o transporte de transferência 24%.

Como você pode ver, a distribuição de mercadorias é considerada uma grande preocupação pelas empresas, já que impacta fortemente nos gastos de manutenção do negócio. Essa preocupação resulta sempre na pergunta: como diminuir os custos de distribuição da empresa?

Eis aqui algumas dicas do que você pode fazer para conter o custo logístico no seu orçamento:

Encurte as distâncias

O mapeamento de rotas é imprescindível para quem deseja distribuir mais produtos, otimizar tempo e consumir menos recursos. Ao planejar as rotas, você consegue determinar as trajetórias mais curtas, aumentando a capacidade de entrega de cada veículo em número de viagens. Se um mesmo veículo pode fazer mais viagens, consequentemente você não necessitará de uma frota tão grande, reduzindo os custos de distribuição.

Programe os envios

A falta de planejamento no momento de organizar a logística da empresa também pode acarretar em envios seguidos para o mesmo local, impactando no custo total do transporte. Sendo assim, programe os envios de modo que seja possível agrupar pedidos que seguirão para a mesma região. Disponibilizar um veículo maior para levar mais mercadorias é melhor do que mobilizar dois veículos para o mesmo lugar.

Melhore as embalagens

No momento de transportar os produtos é fundamental que eles estejam bem acondicionados e protegidos para que não haja perdas no trajeto. Chegar ao local de entrega e perceber que o produto está danificado gerará um trabalho e custo ainda maior, que é o de devolver o avariado para o armazém e enviar um novo para o cliente.

Sendo assim, prefira zelar pela qualidade das embalagens de modo que elas garantam que o produto chegará intacto ao destino final. Deixe para economizar em outros quesitos, pois este impacta diretamente na satisfação do cliente e no seu bolso.

Invista em automação

Planejar e gerenciar a distribuição de mercadorias é um trabalho detalhista e que exige grande concentração. Mesmo assim, se for feito de maneira manual, está aberto a falhas. É por isso que você deve começar a pensar em automatizar seus processos do momento em que uma mercadoria entra no seu estoque até o momento em que ela é entregue ao cliente.

Com domínio de toda a cadeia de suprimentos, fica muito mais fácil identificar gargalos, realizar ações corretivas e reduzir os custos gradativamente, de forma planejada e com base em dados concretos, coletados a partir dos seus indicadores de desempenho.

Você já implementou alguma estratégia para reduzir o custo logístico da sua empresa? Gostaria de compartilhar sua experiência conosco? Deixe um comentário!

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7 dicas para não perder dinheiro no valor do frete

Entre a enorme quantidade de itens que devem ser gerenciados nas empresas, um deles guarda por vezes um engano traiçoeiro. Estamos falando do frete. Uma palavra pequena, que se parece com um detalhe na transação, mas que possui uma série de características que podem induzir ao erro até mesmo com o melhor dos gerentes. Com a evolução da logística associada à tecnologia da informação, percebe-se que o frete é composto por alguns elementos que devem ser observados mais de perto. Saiba onde você está perdendo dinheiro no valor do frete com as nossas dicas a seguir:

1. Volume

O manuseio de grandes volumes é sempre um fator que preocupa todos os envolvidos no transporte. Essa preocupação acaba por se transformar em custo extra. É comum essa situação acontecer apenas quando é tarde demais para se prevenir. Sempre que possível, analise a cubagem resultante e planeje a forma mais racional para o transporte.

2. Seguro

Dependendo do tipo de carga, o preço do seguro pode influenciar de maneira significativa o custo final. Cargas mais leves nem sempre têm um seguro barato. O volume e o custo da mercadoria é fator de grande influência e pode custar caro. O ideal é fazer pesquisa de preços com regularidade e aproveitar diferentes ofertas das seguradoras.

3. Rotas

O percurso da mercadoria não deve ser planejado apenas em função da distância entre os terminais. Algumas rotas possuem trechos ruins e gerariam custos extra. Um percurso mais longo pode valer a pena se as condições das rodovias forem melhores. A economia de combustível, pneus e segurança podem refletir em custo mais baixo. Vale a pena criar alternativas.

4. Embalagem

Independente do tipo de seguro da carga, é importante cuidar para que a embalagem seja adequada à fragilidade do produto. Isso é sempre recomendado, embora seja bastante esquecido. As cargas frágeis acabam por ter um custo maior sem necessidade. O preço desse tipo de serviço aumenta justamente para cobrir eventuais perdas por causa do manuseio. É interessante otimizar essa situação.

5. Segurança

Infelizmente são comuns roubos e assaltos nas estradas. São gangues especializadas em roubo de carga, principalmente valiosa. O transporte em si não é problema, mas a exposição a esse tipo de violência acaba por encarecer o serviço. A melhor maneira de se precaver é obter o máximo de informações sobre o assunto e agir preventivamente.

6. Localização

A localização dos terminais de carga é decisiva no momento de pegar a cotação do frete. É comum um preço mais barato quando o terminal situa-se na capital de um estado. Acontece que nem todos conhecem as cidades que fazem parte das regiões metropolitanas e pensam que o preço deve ser cobrado como se a cidade fosse do interior do estado. É fundamental negociar com atenção sobre essa questão. Muita gente não percebe que está pagando mais desnecessariamente.

7. Cotações

Parece óbvio, mas não é. Cotar com várias empresas é um costume saudável. Algumas transportadoras encontram soluções mais baratas e repassam a economia para o cliente. Muita coisa pode mudar entre uma empresa e outra.

Muitos outros itens devem ser observados na hora de contratar o transporte. Por ser uma pequena palavra em meio a uma complexa operação de logística, o frete pode ser um fator de economia ou mesmo de perda de dinheiro.

Os atuais sistemas de business intelligence podem ajudar a identificar várias dessas armadilhas que diminuem a eficiência de uma grande operação. Por essa e por outras razões é preciso se atentar.

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Como ter mais rentabilidade nas suas vendas?

Com o aumento significativo das operações online, as empresas estão cada vez mais dependentes dos custos logísticos para manter o equilíbrio da sua rentabilidade. O valor do frete é um fator de grande importância no custo final do produto, influenciando diretamente na sua competitividade em relação à concorrência, bem como na rentabilidade das suas vendas.

É necessário possuir um controle eficaz das operações logísticas para conseguir bons resultados. Como os custos de entrega dependem muito do tipo de produto, tamanho, peso e distâncias, esses valores variam bastante, impedindo a realização de cálculos mais precisos.

Para não deixar o valor do frete comprometer o seu lucro, veja abaixo dicas para economizar. Confira!

Utilize softwares para monitoramento do valor do frete

Com a finalidade de registrar todas as suas operações logísticas e determinar quanto representa esse custo, é de grande valia o uso de plataformas de gestão adequados. Tais mecanismos permitem que consiga ver com clareza o custo global e individual das suas entregas, além de gastar menos tempo na gestão das tabelas de frete e conferência das faturas. Com isso o seu tempo fica dedicado a analisar os relatórios que ajudam a comparar preço, qualidade e performance entre os transportadores.

A informatização cria uma cadeia de compartilhamento de dados extremamente saudável para sua empresa. Ao difundir informações mais precisas, seus colaboradores têm como tomar atitudes mais coerentes, visando aumentar a rentabilidade das vendas. O mesmo pensamento serve ainda para operações que geram prejuízos, podendo ser abortadas antes que seja tarde.

 Reveja os padrões das suas embalagens

As transportadoras utilizam nos seus cálculos de frete os seguintes tópicos para cada volume: tamanho, peso real e peso cubado. Na definição do valor do frete entre o peso real e o cubado, é utilizado como base o que for maior.

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7 dicas para não perder dinheiro no valor do frete

E aí, viu como reduzir o valor do frete não só é possível como é vital para o sucesso da sua empresa?

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Como fracionar os custos de transporte?

O frete é um dos fatores que mais influenciam o processo produtivo e de precificação dos produtos. Dependendo do custo associado ao transporte, a compra de uma matéria-prima pode se tornar inviável ou ser considerada um ótimo negócio. Para conhecer o impacto desse valor nos resultados da empresa, o rateio de frete é uma forma de fracionar os custos e entender melhor sobre cada fator que compõe seu preço.
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