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Porque terceirizar a gestão do frete permite um melhor controle?

A automação do controle e gestão de fretes contribui para a manutenção do controle dos processos e dados relacionados ao transporte de mercadorias. Isso acontece porque o seguimento das atividades dá muitas margens para erros e a produtividade acaba sendo prejudicada.

Além disso, devido à competitividade dos mercados, é necessário contar com ferramentas que permitam uma rápida tomada de decisões para se manter sempre à frente da concorrência. Uma gestão correta proporciona informações em tempo real e melhora a comunicação entre os atores envolvidos.

Benefícios da terceirização da gestão do frete:

#01 Padronização e organização das informações

Os sistemas são desenvolvidos para atender a necessidades específicas, e quando o assunto é gestão do transporte de mercadorias, encontramos etapas como o mapeamento de processos, adoção de medidas corretivas, padronização de atividades, formalizações legais e identificação de pontos frágeis que requerem manutenção e correção imediatas.

Controles desse tipo são importantes para que se garanta a regularidade da prestação dos serviços e atividades, assim como têm como objetivo controlar todos os dados envolvidos. Com tudo organizado, fica mais fácil analisar, acompanhar indicadores de desempenho e tomar as decisões corretas em cada caso em particular.

Ao considerar essas necessidades, podemos dizer que otimizar e padronizar as informações, assim como organizar o fluxo de dados, permite contar com benefícios administrativos diretos. Sua empresa pode contar, por exemplo, com sistemas de gestão como o da Lupeon para automatizar diversos controles fiscais.

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#02 Informações Centralizadas

A adoção de um sistema também permite que todos os dados envolvidos na gestão do frente possam ser acompanhados em um só lugar. Seja o conciliamento de faturas, emissão de CTe, geração de arquivos fiscais ou mesmo a identificação de cobranças divergentes, de erros e duplicidades.

Ou seja, os processos ficam mais ágeis. Compartilhar e verificar informações permite que se otimize a comunicação entre os responsáveis envolvidos nas tarefas. Todas as rotinas ficam concentradas em um só lugar, acessíveis a todos os profissionais.

#03 Processos sob controle automatizado

Quando a gestão do frete é feita por ferramentas específicas para isso, além de eliminar a necessidade de controles manuais, o cliente tem à disposição uma plataforma que é continuamente renovada e pensada especificamente para as necessidades do setor.

Dessa forma, atividades como conciliação junto a fornecedores, validação fiscal e guarda de XMLs, cadastro e manutenção de tabelas de fretes e até mesmo relatórios gerenciais e estratégicos podem ser criados e acompanhados via software. Quando a conferência dos fretes e acompanhamento são realizados por uma plataforma pensada para isso, a possibilidade de erros diminui drasticamente.

Até mesmo a avaliação dos custos do frete é feito automaticamente, todos os cadastros de valores cobrados pelas transportadoras podem ser controlados, o que permite resultados mais eficientes e, consequentemente, derivam e um melhor controle da gestão financeira do transporte de mercadorias.

#04 Melhor controle, maior competitividade

Quando contamos com uma visão global dos processos de transporte, criamos equipes mais ágeis e produtivas. Consequentemente, os tomadores de decisão contam com todas as informações necessárias para que possam adaptar as estratégias de atendimento e a empresa se destaque e saia na frente da concorrência.

Inclusive em processos de auditoria, ter tudo sob controle e devidamente registrado facilita – e muito – o trabalho de análise dos procedimentos internos. O controle do gerenciamento do frete não passa somente por contar com processos estruturados. Investir em um sistema de gestão que automatize processos e mantenha tudo sob controle permite que as companhias otimizem suas operações e sigam seu rumo a isonomia operativa e fiscal.

 

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As diferenças entre tipos de caminhões e suas capacidades

O momento de montar sua frota é decisivo para a redução de custo operacional e impostos. Também é vital para otimizar as viagens, levando carga máxima a fim de melhorar a margem de lucro no cálculo do frete.

Com o intuito de te ajudar nesta escolha, fizemos um levantamento dos tipos de caminhões e suas capacidades. Analise cada opção e faça a seleção de quais veículos são mais interessantes e rentáveis para o seu tipo de transporte:

Veículo urbano de carga (VUC)

O VUC é um dos tipos de caminhões mais utilizados, pois transita dentro das cidades. Ele deve ter, no máximo, 2,20m de largura e 6,30m de comprimento. Ele tem limite de emissão de poluentes e capacidade de carga de até 3 toneladas.

Caminhão semipesado ou toco

É o caminhão que possui eixo simples, isto é, possui um único eixo na carroceria. O comprimento máximo permitido é de 14m e a capacidade dos caminhões não pode ultrapassar as 6 toneladas. O peso bruto total é de 16 toneladas e o peso máximo por eixo é de 6 toneladas dianteiro e 10 toneladas traseiro.

Caminhão pesado ou truck

Este tipo de caminhão tem eixo duplo na carroceria, ou seja, dois eixos juntos. Um dos eixos recebe a força do motor e o intuito da duplicidade de eixos é justamente dar maior desempenho ao veículo. O comprimento máximo é de 14 toneladas, assim como o toco, e a capacidade de carga é de 10 a 14 toneladas. O peso bruto total não pode passar de 23 toneladas, sendo distribuídas da seguinte forma: 6 toneladas no eixo dianteiro e 17 no traseiro.

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Caminhão extrapesado ou cavalo mecânico

É o tipo de caminhão que pode ser engatado em vários tipos de carroceria. O conjunto é formado pela cabine, motor e rodas de tração com eixo simples.

Cavalo mecânico truncado

Diferencia-se do caminhão extrapesado por ter um eixo duplo de tração, que permite o transporte de cargas ainda mais pesadas.

Tanto para o cavalo mecânico quanto para o cavalo mecânico truncado, é possível utilizar diferentes tipos de carretas que podem servir aos seus propósitos de transporte, por isso, achamos importante especificá-las aqui:

  • Carreta 2 eixos: pode ter comprimento máximo de 18,15m e peso bruto máximo de 33 toneladas;
  • Carreta 3 eixos: pode ter comprimento máximo de 18,15m e peso bruto máximo de 41,5 toneladas;
  • Carreta cavalo truncado: comprimento máximo de 18,15m e peso bruto máximo de 45 toneladas.

Bitrem

É uma combinação que veículos que soma 7 eixos e permite o transporte de uma carga de até 38 toneladas e peso bruto de 57 toneladas. O comprimento máximo permitido é de 19,8m e a distribuição da carga por eixo é a seguinte: 6 toneladas no eixo dianteiro e 17 toneladas distribuídas entre os eixos traseiros.

Rodotrem

É a combinação de dois semirreboques, totalizando 9 eixos e 30m de comprimento. Os dois semirreboques são conectados por um veículo intermediário, chamado Dolly. A capacidade máxima de carga é de 48 toneladas e o peso bruto total não pode ultrapassar 74 toneladas. Para trafegar, o rodotrem precisa de uma Autorização Especial de Trânsito, por isso, é um veículo que vemos pouco nas estradas.

Como você pode ver, sabendo exatamente qual a capacidade dos caminhões e as características de cada um, fica mais fácil escolher a frota que levará suas mercadorias até o destino final, garantindo maior rentabilidade para o seu empreendimento e uma gestão financeira mais eficiente.

Quais destes tipos de caminhão são mais interessantes para o seu negócio? Por quê? Deixe seu comentário!

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Saiba mais sobre a Gestão da Cadeia de Suprimentos

A Gestão da Cadeia de Suprimentos é um conjunto de técnicas aplicadas que se dedicam a melhorar os procedimentos de gestão de suprimentos e de integração de todas as etapas de uma cadeia logística. Entre eles, podemos destacar o armazenamento, os gastos, o frete em si e etc. De uma maneira geral, todas as partes estão relacionadas de forma direta ou indireta com o processamento das solicitações de um cliente em particular.

Cadeia de Fornecimento

Ou seja, não se trata somente das relações entre fornecedor e a empresa de transportes, inclui toda a infra envolvida até que o produto chegue no consumidor final. Quando a gestão da cadeia de suprimentos é administrada de forma adequada, o funcionamento ocorre como o esperado e o cliente recebe seu produto no lugar, condições e momento corretos. Fundamentalmente, a meta é a diminuição dos custos no decorrer do processo, sempre com vista na demanda do consumidor final.

Nomear as necessidades é a parte mais fácil, o problema mesmo vem na hora de aplicar os conceitos e controlar todos os processos envolvidos. E como nem sempre é uma única empresa que se encarrega do transporte – como no caso das terceirizações -, algumas etapas podem ter o controle dificultado pela distância dos controles do contratante. Além disso, as exigências dos consumidores podem mudar de uma hora para outra, o que deriva na necessidade de um planejamento dinâmico e capaz de se adaptar rapidamente.

Itinerário e meios de transporte

A forma como uma transportadora decide funcionar tem relação direta com os gastos envolvidos no processo e na satisfação do cliente. A comercialização dos seus serviços pode efetivar-se de diversas formas, diretamente com o consumidor final, com outras empresas ou fornecedores. De qualquer maneira, sempre que o serviço de frete for contratado, a maior preocupação está relacionada ao meio de transporte ideal que possa satisfazer as exigências e às etapas intrínsecas.

Neste momento, antes de diretamente escolher fazer o transporte com os meios diretamente disponíveis, vale a pena expandir as possibilidades e verificar se não há outras formas de brindar o mesmo serviço de forma mais eficiente. Seja terceirizando parte do processo ou apostando na inteligência em fretes – como o transporte marítimo, mais caro, porém mais econômico -, tudo depende das condições e demandas do consumidor.

Também é importante negociar os valores envolvidos na formação do preço com antecipação e conversar com o cliente – ou com fornecedores – sobre as quantidades a transportar, sempre buscando o equilíbrio e que nenhum lado acumule estoques em demasia ou deficientes, dessa forma se acelera a fabricação e o processo fica mais fluído.

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Preparo Logístico

Especialmente no caso das transportadoras, o alinhamento do setor logístico cumpre um papel fundamental. E basta que uma etapa deixe de funcionar corretamente para que a cadeia, como um todo, seja prejudicada. Neste sentido, a criação de um plano pode contribuir para que todas as etapas funcionem como o esperado. Aliás, antecipar dificuldades também ajuda a contornar obstáculos rapidamente e manter os prazos e a qualidade do serviço intactos.

De uma maneira geral, simplificar os processos é um bom caminho para a eficiência. As ações podem ser aplicadas em etapas tais como no processo de entrada, quando os produtos são entregues para transporte; na logística interna, quando a mercadoria já se encontra sob seu poder e circula dentro do âmbito da transportadora; e, por fim, na logística externa, no efetivo transporte da mercadoria e cuidados necessários para tanto (rastreamento, planejamento de rotas, contratação de seguros, etc).

De fato, há dezenas de empresas que oferecem um serviço semelhante ao seu. O mais importante é manter a atenção para todos os fatores envolvidos na cadeia logística e, sempre que possível, planejar cada etapa e antecipar soluções para eventuais problemas. É fundamental estabelecer relações com parceiros e ter alternativas ágeis para a manutenção das necessidades.

 

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Distribuição Estratégica e seus benefícios para o setor de transportes

Em momentos de crise como o que o Brasil atravessa atualmente, otimizar recursos e reduzir custos são fatores que podem garantir a sobrevivência da empresa e, inclusive, fazê-la crescer. Mais importante do que preocupar-se unicamente com a difusão da marca, é importante garantir que o processo de transporte aconteça da melhor forma possível e com a menor quantidade de erros. Resumindo: é hora de ser mais eficiente.

No final das contas, o objetivo principal de uma transportadora é fazer com que os pedidos cheguem na hora e lugar marcados, sem desvios. Naturalmente, o processo de distribuição estratégica exige planejamento, uma infraestrutura funcional e uma total integração entre todas as partes envolvidas na cadeia de abastecimento. Para minimizar a incidência de falhas, vamos dar algumas dicas do que pode ser feito, setorialmente, para manter sua empresa nos trilhos.

Conferência de cargas

As cargas devem ser supervisionadas no que se refere à quantidade de características particulares após o processo de expedição. Este momento demanda uma completa exatidão, já que qualquer erro pode ocasionar retornos e devoluções, algo que se traduz diretamente como prejuízo para ambas as partes, comerciante e distribuidor.

Para a execução de tais tarefa, podem ser usados sistemas de WMS (Warehouse Management System), dedicados exclusivamente a informar a rotação dirigida de estoques, procedimentos de picking e automação de cross-docking para tirar o maior proveito da infraestrutura física dos depósitos.

Roteirizar fretes

O transporte em si representa o maior gasto quando nos referimos a um processo logístico. Exatamente por isso, é fundamental manter toda a atenção necessária em todas as etapas, do planejamento à execução. Exatamente por isso, quando se dedica tempo à definição do melhor trajeto a percorrer, a empresa ganha em termos competitivos e economiza recursos.

Uma boa saída é adotar procedimentos de roteirização inteligente. Há sistemas no mercado que automatizam a gestão das rotas na estratégia de transportes. Ao contrário da roteirização comum, este procedimento considera o tempo, a distância e a qualidade das rotas. O soft planeja a divisão das cargas entre os veículos e rotas para garantir o melhor caminho.

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Administração dos Fretes

Fazer a verificação de toda a cadeia logística antes de iniciar qualquer processo de transporte é fundamental para a execução das tarefas. Em termos práticos, é necessário compreender globalmente qual é a infraestrutura essencial para proceder com o transporte das mercadorias. Neste sentido, a rede operacional deve considerar os custos relacionados, a possibilidade de terceirização da frota, o nível de confiança dos atores envolvidos e os obstáculos possíveis.

Investir na gestão de fretes pode marcar a diferença entre uma administração falha e uma funcional. Já existem sistemas SaaS que facilitam o trabalho das empresas e automatizam grande parte dos procedimentos. Os resultados se traduzem em desempenhos, com operações mais rápidas e com maior nível de controle, tanto da logística como da administração. Para tanto, considere investir em uma auditoria interna e em uma melhor gestão financeira do empreendimento.

Indicadores: monitoramento e análise

Há uma famosa frase que diz que “o que não pode ser medido, não pode ser melhorado”. No setor de transportes, essa máxima é mais válida ainda. Sendo assim, vale a pena começar a medir os indicadores de desempenho logístico (KPIs) e, com isso, ter um panorama mais claro da metodologia e do que funciona ou não.

Entre os principais indicadores do setor de transporte de cargas, podemos destacar: Custo de frete por unidade, Custo de transporte outbound (saída) como percentual das vendas, Custo de transporte inbound (entrada) como percentual das compras, Tempo em trânsito, Reclamações, Reclamações como percentual dos custos de transporte, Tempo de Giro do Caminhão, entre outros.

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Custos Logísticos no Brasil, saiba mais sobre este tema

Estando você à frente dos processos logísticos da sua empresa, certamente já conhece os desafios do mercado de transportes no Brasil. Os custos logísticos são altíssimos, correspondendo a 11,7% da receita das empresas, segundo levantamento da Fundação Dom Cabral.

Como era de se esperar, o Transporte Rodoviário de Cargas (TRC) é o maior vilão: consome 68,6% da receita líquida dos empreendimentos do setor e corresponde a 60% de toda a movimentação de cargas no país, dificultando o aumento da competitividade e a melhoria dos serviços.

Conhecer o panorama dos custos logísticos brasileiros não é mera informação, é uma forma de preparar-se para os obstáculos que impedem sua empresa de crescer e expandir os negócios.

A situação do transporte brasileiro

A infraestrutura rodoviária é uma das maiores preocupações para quem atua no segmento de transportes e, consequentemente, para quem depende dele para escoar mercadorias. Segundo pesquisa da NTC em conjunto com a FGV, os investimentos em infraestrutura de transportes têm decaído vertiginosamente nos últimos anos: de 1,84% do PIB em 1975 para 0,29% em 2014.

Para agravar ainda mais a situação, apenas 12,4% da malha rodoviária é pavimentada, obrigando as empresas de transporte a transitarem em condições realmente precárias, pois mesmo a parte que está pavimentada é classificada como regular, ruim ou péssima por mais de 57% dos entrevistados na pesquisa.

Não fosse isso, existe um outro problema que compromete a qualidade dos serviços de transporte e, consequentemente, aumenta os custos logísticos: a falta de mão de obra qualificada no setor.

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Superando os desafios

O cenário não está nada bom, não é mesmo? Entretanto, ficar parado não contribui para melhorar sua capacidade logística e reduzir os custos. O melhor a fazer é colocar a cabeça para funcionar e encontrar maneiras de otimizar toda a sua cadeia de suprimentos de modo que ela contribua para a redução dos custos logísticos. Precisando de ideias? Então confira estas:

Realize auditoria logística

Auditoria é um processo de análise que visa encontrar gargalos na sua cadeia logística. É o ponto de partida para rever prioridades, melhorar processos, otimizar recursos, reduzir custos e tornar sua empresa mais eficiente.

Para que ela seja efetiva, mapeie todos os seus processos logísticos, desde a compra de mercadorias, passando pela gestão do estoque e a distribuição dos produtos até que eles cheguem ao destino final.

A partir do momento em que você conseguir ver todas as atividades de forma integrada, conseguirá eliminar as barreiras internas e melhorar sua performance logística.

Invista em um sistema WMS

O Warehouse Management System (WMS) é um sistema de gestão de gestão de armazéns que ajuda a otimizar toda a sua operação, desde o agendamento dos recebimentos de materiais até a expedição para o cliente.

Com esta solução é possível otimizar o tempo da sua equipe, reduzir as falhas operacionais, ganhar produtividade e mitigar os riscos inerentes à logística dentro dos armazéns, como falta de produtos essenciais à sua operação.

A gestão de demandas, os inventários rotativos, a separação em ondas, entre outros processos, se tornam mais ágeis e confiáveis, conferindo à sua empresa vantagem competitiva.

Capacite sua equipe

Uma equipe qualificada pode contribuir – e muito – para reduzir custos logísticos. Contando com pessoas que compreendem os fluxos de mercadorias e também o processamento das informações para manter sua cadeia logística em dia, é possível ganhar produtividade e eficiência em pouco tempo.

O desperdício de recursos se torna menor à medida em que você capacita seu time para zelar melhor pelo estoque e a transportar as cargas com a segurança devida. O controle efetivo de entradas e saídas diminui as incidências de roubo, extravio e dano aos produtos, melhorando sua margem de lucro a cada operação.

Custos logísticos podem ser resolvidos sim, basta que você tenha uma abordagem focada na otimização de processos e resultados, o que certamente contribuirá para sua gestão financeira, afinal, tudo o que não é desperdiçado vira lucro.

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A importância da qualificação profissional nas transportadoras

A falta de mão de obra qualificada é um dos maiores desafios do setor de transportes brasileiro. Segundo a Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística, faltam 120 mil motoristas capacitados para atuarem no segmento, uma demanda que demorará a ser suprida. Quando perguntados a respeito do tema, 42,7% dos empresários foram enfáticos em dizer que estão enfrentando grandes desafios para encontrar mão de obra especializada.

Apesar da crença de que o setor de transportes não necessita de profissionalização, a verdade é que os conhecimentos exigidos para que uma pessoa ingresse nesta área não são poucos. O motorista, por exemplo, é desafiado a ter conhecimentos de mecânica, funcionamento de motores, legislação e regulamentos, sem falar nos tributos.

Quem está na retaguarda, atuando na logística, é igualmente cobrado por atualizações constantes, que contribuam para o aumento da performance da empresa e para a inteligência de fretes.

Por que promover qualificação profissional?

A capacitação logística não é luxo, é necessidade. Como já falamos em outros conteúdos aqui no blog, os custos logísticos no Brasil são imensos e comprometem a margem de lucro das transportadoras, afetando sua gestão financeira.

Todo investimento que venha agregar valor ao atendimento ao cliente e, ao mesmo tempo, reduzir custos, é sempre bem-vindo. No entanto, sem uma equipe preparada, a tarefa se torna bem mais difícil.

Um profissional que passa por uma capacitação logística tem mais condições de analisar suas atividades criticamente e encontrar formas mais eficientes de realizá-las. Entendendo qual é seu papel na geração de resultados para a organização, seu nível de comprometimento se torna maior, o que se reflete em maior produtividade.

Outra vantagem de ter uma equipe qualificada é que as pessoas se sentem valorizadas, percebem que a empresa não está investindo somente em seus próprios interesses, mas também no desenvolvimento profissional de quem de fato faz as coisas acontecerem. Com isso, a satisfação com a empresa aumenta e a taxa de retenção de talentos também.

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Como promover capacitação logística na sua empresa

Ninguém está livre da crise econômica mundial, muito menos as transportadoras brasileiras, que têm que arcar com altos custos de manutenção de veículos e estradas cada vez piores. O cenário pouco promissor faz com que a economia de recursos seja uma prioridade e os treinamentos fiquem relegados a segundo plano.

Se por um lado você economiza no pagamento de treinamentos, por outro, seus profissionais vão ficando com os conhecimentos defasados e sua transportada perde competitividade. O que fazer então?

Valorize seu capital intelectual

Aproveite os profissionais com maior experiência de mercado e coloque-os para treinar os mais jovens. Pode ser até em horários alternativos aos de trabalho, cuidando com as questões trabalhistas, é claro.

Faça o conhecimento circular e encontre maneiras de registrá-lo, de modo que, mesmo que um profissional se desligue da empresa, o que foi aprendido não seja perdido. Crie vídeos, instruções de trabalho, manuais, gráficos, infográficos, tutoriais que possam ser lidos e compreendidos por qualquer pessoa que venha a fazer parte do seu time.

Promova Job Rotations

Em português claro, troque funcionários de posição temporariamente. Certamente você já deve ter ouvido falar que colocar a pessoa certa no cargo certo é essencial. E, de fato, uma pessoa que produz pouco em determinado setor pode vir a fazer toda a diferença em outro.

O job rotation é uma ótima forma de realizar experiências com a sua equipe e, ao mesmo tempo, fazer com as pessoas entendam o trabalho dos demais e empatizem com os colegas de trabalho, despertando o sentimento de equipe.

Coloque o responsável pelo recebimento de mercadorias no lugar do responsável pela expedição, por exemplo. Ofereça suporte e treinamento durante esta experiência. Um novo olhar sobre os processos pode contribuir também para melhorias significativas de desempenho.

Ofereça cursos online

É possível baratear os custos de qualificação profissional se você optar por cursos online, que possam ser vistos por uma quantidade maior de pessoas. Existem muitas empresas especializadas em cursos corporativos, que desenvolvem a solução alinhada às suas necessidades de capacitação logística.

O melhor desta estratégia é que seus funcionários podem ver os treinamentos em horários alternados, interagir por meio de ferramentas educativas e aprender continuamente sem afetar o desempenho de suas atividades.

Você promove qualificação profissional na sua transportadora? Que tal compartilhar sua experiência conosco deixando um comentário?

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Conheça a política de Menu-Pricing e como ganhar a confiança do seu cliente

A redução de custos operacionais é um dos maiores objetivos das empresas que dependem de fretes para distribuir seus produtos geograficamente. Aliado a isto, vem a necessidade de otimizar o tempo de entrega das mercadorias e conquistar a confiança do cliente mediante um atendimento logístico de excelência.

Desafios não faltam, não é mesmo? Mas existe uma forma de melhorar sua inteligência de fretes e ganhar não só competitividade no mercado como verdadeiros aliados no combate aos custos logísticos. Essa solução se chama Menu-Pricing.

O que é Menu-Pricing

Também chamado de Bracket Pricing Logístico, o Menu-Pricing consiste em uma estratégia mercadológica interessante: separar o custo do produto do custo logístico, apresentando os valores em separado para o cliente.

Para muitos, parece uma estratégia arriscada, porque o cliente pode vir a pensar que você está sobretaxando a operação logística no intuito de ganhar dinheiro com isso. Para outros, trata-se da oportunidade de fazer com que seus clientes se tornem parceiros de negócio, ajudando-o a encontrar alternativas para reduzir os custos logísticos e assim desenvolver uma relação ganha-ganha.

Existem duas formas de apresentação dos valores ao cliente no Menu-Pricing:

  • Apresentar o preço dos produtos e as opções de envio, cada qual com seu custo. Por exemplo: serviço de palletização; serviço de embalagem; entrega centralizada; entrega descentralizada; entre outros.
  • Apresentar o preço total do serviço (produto + logística) seguido de uma tabela de descontos com opções de adesão para o cliente. Por exemplo: entregas até o dia 15, desconto de R$ 500,00.

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Na primeira opção, o cliente tem mais condições de analisar as possibilidades e mudar o formato de envio de modo que ele se torne mais eficiente e menos custoso. Já no segundo, ele optará pelo desconto, não necessariamente priorizando suas necessidades de entrega. Por outro lado, a política de descontos pode educar o seu cliente e melhorar sua eficiência da sua cadeia de valor, contribuindo para a redução de custo operacional e consequente aumento da margem de lucro.

Como implementar o Menu-Pricing

A implementação desta solução envolve todos os setores que se relacionam com os clientes, portanto, deve ser decidida com base em uma confluência de interesses. Ao otimizar a cadeia de distribuição da empresa, todos saem ganhando. É uma questão de saber conscientizar os atores envolvidos.

No momento de determinar se é possível usar o Bracket Pricing para melhorar o engajamento e confiança dos seus clientes, pergunte-se:

  • Quais são os requisitos exigidos pelo cliente no atendimento logístico? (palletização, entregas frequentes, entregas centralizadas ou não, etc)
  • Qual é o menor custo possível para atender a estes requisitos sem perder a qualidade do serviço prestado?
  • Há possibilidade de mudança no formato de entregas para este cliente? Quais seriam as opções?
  • Como reduzir os custos de atendimento para este cliente?

Note que você precisa conhecer muito bem o negócio do seu cliente e suas necessidades quanto à compra e recebimento de mercadorias. Uma empresa que trabalha com cristais, por exemplo, não pode prescindir de uma embalagem que garanta a integridade dos produtos. Desta maneira, seria inviável sugerir uma embalagem de qualidade inferior.

Faça um teste com os clientes que possuem um bom relacionamento com a empresa. Explique em que consiste a estratégia e que todos sairão ganhando caso ela seja efetiva. A implementação em ondas é mais recomendada porque você pode dar a devida atenção aos clientes que estão mudando o formato de atendimento, deixando-os mais seguros com relação aos novos processos.

O acompanhamento das métricas, isto é, da redução de custos, aumento da eficiência, diminuição dos prazos, também se torna mais fácil nos primeiros meses, ajudando-o a realizar auditorias mais confiáveis.

Você já conhecia o Menu-Pricing? Ficou com alguma dúvida em relação à estratégia e como implementá-la? Deixe seu comentário!

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Diferenças entre custos, gastos, investimentos de transporte e despesas

Para os que não lidam diretamente com rotina contábil ou mesmo com a administração de um empreendimento, pode existir certa confusão na hora de diferenciar os termos custos, gastos, investimentos e despesas. Aliás, esse equívoco não é privilégio de leigos, no ambiente empresarial também não é difícil encontrar quem confunda os termos e até tenha dificuldades para tomar decisões.

Na verdade, é exatamente para proporcionar uma correta gestão dos recursos que é importante saber diferenciar cada conceito. Caso contrário, recursos que poderiam ser aplicados em áreas deficitárias acabam ficando parados ou são destinados a operações nas quais não têm lugar. Sendo assim, vamos dar uma olhada na diferenciação entre cada termo para que você possa entender melhor do que se tratam.

Gastos

De um modo geral, os gastos definem todos os valores dedicados à continuidade do funcionamento de um empreendimento. Há gastos previsíveis – gastos fixos – e gastos que surgem de emergências – gastos variáveis. O aluguel de um galpão é encarado como um gasto, assim como a substituição de peças defeituosas ou mesmo quando precisamos chamar a assistência técnica pelo mau funcionamento de um equipamento.

Todos os custos, investimentos e despesas são considerados gastos, ou seja: qualquer esforço financeiro necessário para produzir bens ou serviços. É um termo muito abrangente que caracteriza o uso, fabricação, transformação e obtenção de uma iniciativa concreta, relacionada ao ramo de atuação da empresa. O mais comum é que esteja representado por uma movimentação financeira, em outros casos pode envolver ativos da companhia.

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Custo

Qualquer gasto que mantenha conexão direta com o funcionamento da empresa, ou seja, a produção e comercialização de bens ou serviços, é considerado custo. À diferença do gasto, um custo é pontual e define o acúmulo de capital dedicado à execução de uma tarefa, só que intrinsecamente relacionado às operações. Existem custos diretos e indiretos. Se sua empresa fabrica algo, a matéria-prima é um custo direto; já no caso de uma transportadora, há custos indiretos como a compra de combustíveis, energia elétrica para funcionamento de máquinas, etc.

Você já deve ter visto a expressão “à preço de custo” em ofertas. Isso significa que, sob o preço do produto ou serviço, não há incidência de margem de lucro. E não é o valor do produto em si, mas de toda a cadeia de gastos que se acumulam para criar o valor total que a empresa gastou para proporcionar um determinado serviço, sem contar com os valores operacionais.

Investimentos

Todo e qualquer gasto relacionado ao acúmulo ou expansão da riqueza de uma empresa são considerados investimentos. Na verdade, o conceito também engloba gastos imateriais, como investir em publicidade, por exemplo. Mesmo assim, o montante despendido vai agregar valor ao empreendimento, seja melhorando processos ou expandindo a base de clientes.

Sejam máquinas ou veículos, compra de imóveis e benfeitorias em processos específicos, tudo pode ser considerado investimento logístico. Não confundir benfeitoria com manutenção: consertar um equipamento é uma despesa (próximo item do artigo), adquirir um equipamento novo é um investimento. Se estiver na dúvida, ainda, pense o seguinte: esse gasto amplia o patrimônio/valor da empresa? Sempre que a resposta seja afirmativa, estamos falando de investimentos.

Despesas

Diferente dos custos, as despesas são gastos relacionados ao funcionamento mínimo do empreendimento, qualquer coisa que seja destinada à manutenção da estrutura. Não têm conexão direta com os serviços e ou fabricação prestados. Neste conceito, podemos incluir as comissões sobre prestação de serviços, gastos com telefonia, luz e internet, aluguel do espaço de funcionamento.

Há despesas fixas e variáveis – como comentamos no início do artigo. As fixas são as que não sofrem modificação, esteja a empresa funcionando à plena capacidade ou não. Já as variáveis, mudam de acordo com a produção ou intensidade da prestação dos serviços.

Dúvidas solucionadas? Que tal compartilhar este post com seus colegas de trabalho e ajudar mais pessoas a compreenderem estes conceitos?

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A importância da Conciliação de Fornecedores e Clientes

Controlar as entradas e saídas de recursos de uma empresa é, sem dúvida, um dos processos mais importantes da gestão financeira. É muito comum defender a manutenção do fluxo de caixa, mas nem sempre se dá a devida atenção à conciliação contábil entre clientes e fornecedores. Aliás, segundo o IBGE, a falta de controle neste aspecto é um dos principais motivos de falência em empresas com menos de três anos de funcionamento no Brasil.

A conciliação de pagamentos de clientes e fornecedores é o procedimento de comparar os pagamentos devidos aos fornecedores e o regime de ingressos relacionados com os pagamentos do cliente. Para dar um exemplo concreto: se você vendeu em 10 parcelas para os clientes e tem que pagar o fornecedor em 3, vai precisar mover recursos para pagar as suas contas antes de receber.

Políticas de Prazos

Em outras palavras, vamos falar da sua “política de prazos” e como suas variações podem afetar a sua empresa. Facilitar o pagamento pode ter consequências positivas ao trazer mais clientes para seu empreendimento, mas é importante fazer todas as contas para formular uma estratégia de prazos que não afete a sua prática comercial. Em setores muito concorridos – eletrodomésticos, por exemplo -, a conciliação de clientes e fornecedores pode marcar a diferença entre o sucesso e o fracasso.

A variável estoque

Outro aspecto fundamental a considerar é o tempo de permanência da mercadoria no seu estoque. Esse período precisa ser adicionado à conta da espera pelo pagamento dos seus clientes. Uma empresa não pode ignorar o lapso de tempo de mercadoria parada e só conciliar os prazos entre clientes e fornecedores: a espera no armazém afeta os cálculos: quanto mais tempo demorar para vender, mais tempo leva para receber.

Dessa forma, se sua empresa começar a contar o tempo no momento em que o fornecedor entrega os produtos e as faturas relacionadas, não deixe de considerar o tempo de permanência da mercadoria em estoque ao tempo que você vai começar a receber pela venda.

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Duas hipóteses possíveis

De acordo com o seu funcionamento, ou política de vendas a prazo, podem surgir duas situações:

  • A soma do tempo de permanência em estoque com o plano de parcelas é maior do que o acordo feito com os fornecedores, ou;
  • Sua empresa recebe antes do prazo estabelecido para pagamento dos fornecedores.

Na primeira hipótese, o resultado é óbvio: vai faltar dinheiro e você vai precisar recorrer ao seu capital de giro ou pedir um empréstimo para honrar os compromissos. Na segunda, sua empresa vai dispor dos recursos necessários para pagar os fornecedores, mas é fundamental destacar que esse capital não é da empresa, tem que ser destinado aos pagamentos.

Por isso, é tão importante realizar um controle financeiro permanente das contas a pagar aos fornecedores e conciliar com os pagamentos previstos dos clientes. Dessa forma, você tem a garantia de cobrar o necessário – e no tempo correto – para seguir funcionando e ter margem para fazer ajustes rapidamente quando surja algum inconveniente.

Não é tão difícil quanto parece, não é? Então que tal começar a fazer a sua conciliação de fornecedores e clientes agora mesmo? Se sentir alguma dificuldade, deixe seu comentário!

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Errei na emissão do CTe, o que fazer?

O Cte surgiu como um recurso que permite reduzir custos de transporte e minimizar discrepâncias entre mercadorias transportadas e as notas relacionadas a cada frete. Não é incomum ver casos onde se confundem conceitos e características específicas na hora de emitir o CTe, por isso, vamos falar de alguns itens e perguntas comuns na hora de proceder com a emissão do Controle de Transporte eletrônico.

Posso Cancelar um CTe?

Nos casos onde a cara ainda não tenha entrado em circulação e o prazo ainda esteja vigente, é possível cancelar o CTe. A possibilidade é importante quando foram lançados valores equivocados e é preciso retificar as informações do Conhecimento de Transporte eletrônico em questão. Você pode cancelar um CTe até 7 dias / 168 horas após a emissão do mesmo. Fique atento para as variações de prazos conforme o Estado, costuma haver variação. Para saber, verifique junto a SEFAZ da sua jurisdição.

Errei na emissão do CTe, o que fazer?

Uma vez que CTe esteja autorizado pela Sefaz, não é possível modificar nenhum dado, já que a assinatura digital é anulada. Neste cenário, confira as alternativas possíveis:

Cancelamento: Se a carga ainda não está em circulação, o CTe pode ser cancelado e emite-se outro. É possível cancelar documento em até sete dias após a emissão.Veja quais são as modalidades que o emissor da CTe deve considerar em cada caso:

CTe de Complemento de Valores: Sempre que a emissão original contenha algum erro para menos, em relação aos valores que deveriam ter sido declarados, permite-se emitir uma certidão extra, ou complementar. O Conhecimento de Transporte complementar deve fazer referência à nota fiscal do CTe anterior.

CTe de Anulação de Valores: Não pode ser usado para retificar erros, somente para cancelar o Cte anteriormente lançado e que se deseja anular. Este CTe (de anulação) precisa conter todas as informações do CTe a substituir, à exceção dos valores. Fique atento, pois cada CTe que foi emitido com informações equivocadas só pode ter um CTe de anulação vinculado, assim como um CTe substituto. Estes últimos não podem ser cancelados, como o original com erros.

CTe Substituto: Esta versão precisa ser emitida assim que seja lançado o CTe de anulação. Seu principal objetivo é permutar o controle com o documento emitido com erros na versão original e manifestar os montantes corretos.

Carta de Correção: É possível enviar uma carta de correção à Sefaz após a autorização, mas fique atento para os casos onde isso não é possível:

  • Não é permitido alterar os dados relacionados aos impostos
  • Não se permite corrigir informações como remetente, tomador e/ou emitente
  • A data de saída ou emissão
    * O envio é feito via Schema e a correção deve conter entre 15 e 1000 caracteres, sem símbolos ou acentos.

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Tipos de Serviços declarados

Confira à qual modalidade se adéqua a emissão do seu CTe. Este item faz menção aos casos onde a carga é transportada por uma ou mais empresas de frete.

Normal: Sempre que a contratada (transportadora) se encarregue do frete até o destino final.

Subcontratação: Sucede quando a transportadora A contrata uma transportadora B para que se encarregue de todo o roteiro do transporte

Redespacho: Sempre que uma empresa de transportes contrate uma terceira para proceder com uma parte dos serviços de frete. A etapa do processo não é relevante, pode ser o primeiro transporte, intermédio ou a última fase.

Redespacho Intermediário: Quando mais de duas transportadoras estejam envolvidas com o transporte de uma carga, este é o tipo de serviço que caracteriza a CTe.

Emissão de CTe em Ambiente de Homologação

Previamente à liberação da emissão do documento no ambiente de produção, em outras palavras: ao emitir um CTe com validade fiscal, o contribuinte precisa emitir em ambiente de homologação, dependendo do Estado de origem. Alguns Estados não requerem esta etapa, mas, nos casos onde incida, os CTes são requisitados para validação no momento da liberação do ambiente de produção.

Esperamos que este artigo tenha lhe ajudado a entender melhor os dados relacionados à emissão do controle e evite inconvenientes do lançamento de informações equivocadas. Aqui no Blog da LupeOn você ainda verá vários artigos esclarecendo as principais dúvidas de quem trabalhe com fretes e emissão de documentos relacionados.

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