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eBook Gratuito | Como o SLA pode mudar totalmente o desempenho das suas transportadoras


 SLA: sua empresa está fazendo isso certo?

 


O Acordo de Nível de Serviços, também conhecido como SLA (Service Level Agreement) é um contrato que define os níveis de qualidade esperados de um serviço. No caso das contratações de transportes, é ideal para definir todos os parâmetros que devem ser seguidos para que as entregas aconteçam de forma a manter o nível exigido.

Neste eBook, vamos ver de que se trata, pontos importantes a considerar e como os KPIs podem complementar as informações para que as métricas sirvam como base para o controle. Companhias que fazem uso destes recursos tem mais controle sobre sua cadeia de transportes, saiba mais sobre o SLA, baixe nosso eBook.

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Ebook Gratuito | Controladoria no setor de transportes


Otimize sua gestão fiscal e tributária e economize!

 


 

As empresas que usam transportadoras são tributadas tanto no âmbito federal quanto estadual e é natural que se preocupem com o recolhimento adequado dos valores, evitando erros que levem à multas e prejuízos.

Na ânsia de não deixar nada passar em branco, muitas vezes acabam pagando mais do que devem, com impostos sendo incididos tanto sobre produtos como sobre o frete. Mas agora essa situação acabou!

Entenda como a controladoria pode cuidar disso!

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Business Intelligence aplicado à gestão de fretes

O Business Intelligence (BI) vem revolucionando o setor de transportes, oferecendo insights preciosos para a melhoria da performance das empresas de gestão de fretes.

A solução, que consiste em um conjunto de sistemas integrados que permitem coletar, analisar e armazenar uma grande quantidade de dados, traz aos transportadores logísticos a capacidade de compreender cada detalhe dos negócios, desenvolver serviços inovadores e reduzir os custos de frete com base em informações precisas e seguras. Entenda agora mesmo como usar o Business Intelligence na sua empresa!

Transparência nos custos

A dificuldade em determinar os custos reais do frete faz com que as empresas do setor utilizem tabelas predeterminadas, comparem seus preços aos concorrentes e precifiquem seus serviços com base na estratégia de tentativa e erro. Ao final do mês, verificam se houve lucro ou prejuízo, fazem os ajustes necessários e seguem com a mesma fórmula.

Com o Business Intelligence o cenário muda completamente. Taxas, impostos, dispositivos de segurança para a carga, folha de pagamento, manutenção da frota, todos os custos envolvidos no fornecimento dos serviços podem ser analisados em questão de minutos para que você compreenda item por item e componha seu preço final de forma que a empresa venha a ter um lucro saudável.

Identificação de falhas na logística

Uma simples mudança de rota pode economizar recursos para a empresa, assim como a mudança da disposição dos produtos armazenados afeta na produtividade da equipe de carregamento. Detalhes que são difíceis de perceber sem o auxílio de uma tecnologia que confronte dados quantitativos e qualitativos, resultando em informações claras.

Tais falhas podem ser corrigidas se você conseguir analisar a performance global da sua empresa e determinar com precisão onde estão os gaps. É aqui que o BI entra. Com ele, você esmiúça cada processo de forma que seja possível identificar a raiz de qualquer problema, desenvolvendo planos de ação para eliminar as falhas e potencializar os resultados.

Em exemplo prático é com relação aos prazos de entrega. Se você identifica que uma rota sempre gera atrasos, é preciso saber os motivos. Trânsito lento, estradas não duplicadas e rodovias em mau-estado podem ser os gatilhos para esse problema. Neste caso, o BI pode auxiliar confrontando dados estatísticos sobre as condições das estradas, datas em que as entregas foram realizadas, condições climáticas e até quem era o motorista.

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Qualidade do atendimento

Caso você trabalhe com um SLA (Acordo de Nível de Serviço), pode avaliar se a sua equipe está cumprindo com as melhores práticas estipuladas no acordo. Solicite o feedback dos clientes, confronte os dados com as metas e indicadores estratégicos da empresa, avalie as condições de trabalho e determine se vocês estão cumprindo com o prometido.

Os dados podem ser visualizados em dashboards de controle intuitivos e fáceis de interpretar, com gráficos que apresentam as informações de modo conclusivo, ou seja, nada de tentar desvendar o que há por trás dos números. O próprio BI faz esse trabalho, acelerando a tomada de decisão.

Detecção de riscos e oportunidades

Com o uso do BI, você também pode acompanhar mudanças do mercado, identificar padrões de comportamento dos clientes, verificar exceções em processos, analisar impactos econômicos de medidas governamentais e assim detectar riscos ou oportunidades para os negócios.

Um risco seria a mudança de uma legislação que venha a acarretar mais custos e uma oportunidade seria a expansão da empresa para uma região onde ela não atua, mas em que a demanda por serviços de transporte logístico seja atrativa para a sua empresa.

Neste caso também podemos pensar no cruzamento de modais, visando agilizar as entregas ou reduzir os custos de transporte. Uma análise de investimento que pode ser realizada rapidamente com o Business Intelligence.

Além da tecnologia, você também precisa dos parceiros certos para ter sucesso na gestão de fretes. Saiba o que a Lupeon pode fazer por você!

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O que muda com a exclusão do ICMS da base do PIS/COFINS decidida pelo STF?

No último dia 15 de março, o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu que o Governo não deve incluir o ICMS (Imposto sobre Circulação de Serviços) na base de cálculo de contribuições de dois programas, o PIS (Programa de Integração Social) e o Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social).

De forma imediata, a primeira consequência afeta diretamente o Judiciário, já que a Suprema Corte decidiu que qualquer instância inferior que passe pela Justiça vai precisar estar conforme à mudança. O impacto não é irrelevante, já que todos os setores que contribuem para o financiamento do Seguro Desemprego e da Previdência pagam PIS e Cofins.

Vale destacar que o modelo usado para as cobranças não é exatamente simples e há diversas maneiras do tributo incidir nas empresas. Isso acontece porque a forma de taxar o regime não cumulativo (atribuído às companhias incluídas no regime de lucro real) é diferente do sistema cumulativo (relativo aos empreendimentos incluídos no regime de lucro presumido). Por outro lado, também há diferentes sistemáticas quando se trata de pequenas ou microempresas.

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Mudanças

Um dos impactos diretos das mudanças poderá ser notado na arrecadação da Receita Federal. A alteração da base de cálculo representa uma diminuição de R$ 250,3 bilhões relativos a impostos.

Retroativamente, o valor também faz referência a quantias questionadas desde o ano de 2003. A assessoria do Supremo Tribunal Federal informa que mais de 10 mil processos serão afetados por esta decisão.

A mudança também pode reduzir preços em todos os setores. Com isso, os consumidores são beneficiados diretamente. Principalmente em mercados com muita concorrência, onde a margem de lucros é delicada. Alguns exemplos são o setor de alimentos e de bebidas.

Sobre esta possibilidade, de acordo com o advogado Vinícius Jucá:

“Em mercados muito concorridos, sempre que há a oportunidade de reduzir o pagamento de impostos os empresários utilizam essa margem para baixar os preços de seus produtos e também para ganhar mercado”

Inclusive a forma como os impostos são arrecadados pelo Governo impacta diretamente na base de cálculo e na receita bruta das empresas. Espera-se questionamentos como a exclusão do ISSQN da base de cálculos relativa à contribuição social que financia o PIS e a Cofins. Ou seja, impacto direto nos municípios, que tem autonomia para modificar a alíquota de cada serviço, com um teto de 5% definido pela União.

Mesmo assim, nem tudo é benefício. O empresariado do setor de serviços acredita que a modificação da base de cálculo do PIS/Cofins pode afetar o Sistema Cumulativo. O mesmo, atualmente, apresenta uma tributação mais reduzida quando se observa a atuação de companhias com gastos elevados com mão de obra. Estas empresas têm dificuldades de tirar vantagens de abatimentos de créditos descontados por compras de insumos nos impostos.

A decisão é recente e é preciso acompanhar com cautela seus desdobramentos. Principalmente os responsáveis pela parte contábil e fiscal das empresas precisam se adequar aos novos requerimentos para manter a conformidade dos procedimentos.

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Como o Supply Chain Finance pode contribuir no planejamento financeiro

O conceito de Supply Chain ou Cadeia de Abastecimento já é bastante conhecido no segmento logístico. O que ainda é pouco explorado no Brasil é o Supply Chain Finance, uma forma inovadora de otimizar recursos utilizando-se de toda a cadeia de abastecimento da empresa.

A ideia já está bastante difundida no mundo e permite uma significativa redução do custo operacional das organizações. Confira agora mesmo como aproveitar essa estratégia no seu negócio!

O que é Supply Chain Finance

Em português, o termo significa Financiamento da Cadeia de Abastecimento, mas não estamos falando de empréstimos ou financiamentos bancários. O sistema funciona da seguinte maneira: o comprador antecipa pagamentos ao fornecedor, obtendo créditos a serem utilizados ao longo do tempo com a aquisição de insumos e mercadorias ou ainda, serviços.

Com a antecipação dos recebíveis, o fornecedor tem condições de impulsionar os negócios, obtendo capital de giro imediato para suas operações, sem precisar pagar juros e taxas a bancos ou outras instituições financeiras.

O modelo de negócios é baseado no fomento mercantil, entretanto, as negociações acontecem dentro da cadeia de abastecimento da empresa, mediante a intermediação de instituições financeiras ou ainda plataformas on-line que oferecem este tipo de serviço.

As transações são altamente seguras e fortalecem a cadeia produtiva da empresa, assegurando saúde financeira para todos os envolvidos.

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Quais as vantagens do Supply Chain Finance

O grande intuito de manter um sistema autônomo de financiamento da cadeia de abastecimento é integrar as empresas envolvidas de modo que elas possam manter a eficiência financeira sem recorrer a agentes bancários, o que gera uma grande perda de recursos com o pagamento de taxas e juros. Todos os envolvidos têm ganhos com este modelo de financiamento:

Planejamento financeiro

O comprador, que antecipa recebíveis, tem garantia de descontos por compras à vista, reduzindo o nível de endividamento da empresa. Ao mesmo tempo, o fornecedor, que recebe os valores antecipados, gera capital de giro sem recorrer a empréstimos e financiamentos.

Esse controle interno favorece o planejamento financeiro de ambas empresas, que podem, a longo prazo, reduzir os custos operacionais e obter maior eficiência no controle de gastos.

Redução da necessidade de capital de giro

Estoques parados comprometem o capital de giro da empresa, que mobiliza uma quantidade enorme de recursos – físicos e financeiros – para manter a manutenção do armazém.

Com a implementação do Supply Chain Finance, o comprador não precisa receber todos os produtos comprados de imediato, ele fica com um crédito junto ao fornecedor, que pode ser utilizado sempre quando necessário.

O ganho está em manter os estoques enxutos, reduzindo o uso do capital de giro e mantendo o fluxo de caixa fluido para outras despesas imediatas da empresa.

Redução do nível de endividamento das empresas

Como a cadeia de abastecimento se autofinancia mediante operações de crédito e débito entre os integrantes, o nível de endividamento das empresas é reduzido, o que se reflete em maior sustentabilidade financeira para todos.

Diante disso, o segmento se fortalece, ganha competitividade no mercado e pode escalar os negócios pensando sempre em gerar valor para toda a cadeia produtiva.

Como você pode imaginar, o Supply Chain Finance pode ser utilizado em qualquer segmento de negócio, desde o transporte até as mais altas tecnologias. Já pensou em implementar um sistema desses com seus parceiros de negócio?

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Auditoria em Fretes: dicas para criar RFPs

A escolha do melhor parceiro de negócio nos transportes deve ser feita com base em uma série de indicadores, não somente os preços praticados pela transportadora, o que faz da auditoria em fretes uma ferramenta estratégica para determinar com maior precisão quem é o fornecedor ideal para sua empresa.

Um dos instrumentos utilizados na auditoria em fretes é a RFP – Request for Proposal, uma espécie de check list onde você pontua cada fornecedor em diversos critérios, conferindo, ao final, quem obteve maior score. Com base neste documento, é possível saber quem atende às necessidades da sua empresa e pode oferecer um serviço de maior qualidade.

Neste post, você confere 4 dicas para criar RFPs eficazes. Seguimos?

Identifique suas necessidades

O primeiro passo para construir uma RFP eficaz é saber quais são as necessidades de transporte da sua empresa, para que os transportadores consigam avaliar se podem ou não atender aos requisitos da sua RFP.

Alguns dados vão te ajudar a fazer essa triagem:

  • Identifique o tipo de mercadorias a serem transportadas;
  • Determine as regiões geográficas para onde suas cargas são levadas;
  • Indique quais tipos de veículos são ideais para o transporte;
  • Estipule os prazos de entrega;
  • Diga qual a frequência das entregas, bem como o volume de carga a ser transportado;
  • Informe se há necessidade de rastreamento da carga;
  • Indique se há algum tipo de tratamento especial a ser dado (escolta, seguros extras, horários específicos de entrega, controle de temperatura, etc);
  • Informe se há necessidade de logística reversa;
  • Entre outros dados que possam facilitar o entendimento de que tipo de serviço você espera.

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Defina os critérios de seleção

Lembre-se que o preço nem sempre é o mais importante quando você está fazendo uma auditoria em fretes. Qualidade do serviço, agilidade nas entregas e confiabilidade são atributos que impactam na sua performance e no seu faturamento.

A fim de melhorar sua capacidade de análise, monte um template e dê coordenadas para que as transportadoras enviem suas cotações no mesmo formato, caso contrário, você terá que lidar com diferentes formas de precificação de transportes.

A padronização das informações permite que você compare os custos com mais precisão e possa inserir essa informação como um diferencial no momento da escolha da melhor transportadora.

No entanto, cuidado para não cair em armadilhas de negociação. Algumas transportadoras podem incluir outras tarifas nas tarifas básicas do template, como custos esporádicos com base em rotas específicas como a TDE (taxa de dificuldade de entrega). Tenha a certeza de saber exatamente todas as tarifas que estão sendo cobradas na tabela base.

Automatize o processo de seleção de fornecedores

A RFP pode ser considerada um método de seleção de fornecedores, o qual pode ser aplicado quando você precisa de um novo fornecedor ou como forma de seleção permanente de fornecedores.

Para não ficar se ocupando de papéis impressos e respondidos à mão, planilhas de controle e retrabalho, o ideal é que você automatize a RFP, usando softwares que facilitem a coleta e análise dos dados.

Você pode criar formulários de RFP no Google Forms ou no Survey Monkey e deixá-los disponíveis on-line para quem quiser preenchê-los, a qualquer tempo, ou enviá-los para os potenciais fornecedores que sua empresa deseja contratar.

Seja flexível

Muitas exigências podem espantar bons fornecedores, portanto, mantenha suas RFPs claras e concisas, respeitando as normas do mercado.

Caso haja uma ou outra exigência que não pode ficar de fora da sua auditoria em fretes, procure explicar os motivos de tal requisito, para que seus potenciais fornecedores compreendam a necessidade.

Vale ressaltar que você não encontrará o transportador perfeito. A RFP serve exatamente para que você saiba quem se adapta melhor aos seus processos e assim possa negociar aqueles quesitos que não foram cumpridos de imediato.

Você já possui um modelo de RFP? Compartilhe sua experiência deixando um comentário!

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4 maneiras de economizar com terceirização de fretes

Quando o assunto é gestão de fretes, o que você prefere: manter a atividade sob responsabilidade da sua empresa ou contar com um parceiro especialista em logística?

Cada opção tem suas vantagens e desvantagens, o que coloca muitos proprietários de empresas em uma dúvida interminável sobre qual é o modelo mais vantajoso, especialmente quando se trata de reduzir custos e ganhar competitividade.

Para te ajudar nessa decisão, vamos listar 4 formas de economizar com a terceirização de fretes. Vamos nessa?

Desconto no volume

Uma empresa que trabalha com grandes volumes de carga tem maior poder de negociação com as transportadoras, isso é fato. Mas, se esse não é o seu caso, não significa que você não possa se beneficiar da vantagem do desconto pelo volume.

Ao terceirizar sua gestão de fretes, a empresa responsável pela sua conta tem o conhecimento das negociações de outros embarcadores como a sua empresa, te encaminhando para melhores acordos com grandes transportadores.

Esse benefício, além de liberar seu fluxo de caixa, pode ser repassado em parte para os seus consumidores, que pagarão um valor menor pela entrega. Consumidor satisfeito e pagando menos compra mais vezes, o que se reflete no seu faturamento a longo prazo.

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Otimização da cadeia de distribuição

Encontrar o parceiro certo para as entregas nem sempre é fácil. Mesmo quando você encontra uma transportadora de confiança, ficar na mão de apenas um fornecedor pode ser arriscado.

O melhor neste caso é, contar com uma rede de fornecedores confiáveis, selecionados com base em dados e estatísticas gerados por um sistema inteligente de gestão de fretes.

Com a análise do perfil do seu negócio, é possível encontrar o transportador certo para as suas mercadorias, garantindo qualidade e confiabilidade nas entregas a um preço justo. Além disso, as negociações ficam favorecidas porque há outros players que podem oferecer o mesmo tipo de serviço, contribuindo para que você tenha contratos personalizados e que atendam às suas reais necessidades.

O resultado disso é a redução de custos operacionais, já que você alinha a demanda da sua empresa a um fornecedor que pode cumprir com aquilo que você espera.

Expertise

Os benefícios de trabalhar com uma empresa com expertise em outsourcing de gestão de fretes podem ir muito além do custo inicial que você imagina.

O conhecimento da legislação específica, dos tipos de veículos mais interessantes para o transporte das suas mercadorias, até mesmo outros modais, também o acesso à tecnologia de ponta para criar roteiros, otimizar entregas e fazer uso de seguros mais vantajosos, torna-se um grande diferencial.

Ter know-how em determinado segmento de mercado faz com que seus recursos sejam empregados da melhor forma possível, reduzindo falhas processuais, acidentes e perdas.

Eficiência fiscal

Outra maneira de economizar na gestão de fretes é obter eficiência fiscal nos transportes. Saber quando é possível deixar de pagar tributos ou obter crédito de ICMS, PIS e Cofins, por exemplo, é essencial para reduzir custos de transporte.

Uma empresa especialista em logística e gestão de fretes pode contribuir para que sua organização atinja essa eficiência, consolidando as informações das CTes, realizando a escrituração fiscal adequadamente e automatizando o sistema para créditos fiscais.

Quer economizar na sua empresa e ainda ter informação para tomadas de decisão, assessoramento para melhores práticas de grandes embarcadores e auxílio nas suas negociações com transportadores? Experimente a terceirização da gestão de fretes!

 

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Como otimizar as finanças com crédito fiscal de ICMS, PIS e Cofins

O sistema tributário brasileiro é um dos mais complexos do mundo, o que gera muitas dúvidas no momento de recolher os valores e fazer os pagamentos devidos ao FISCO. Um dos tributos que costumeiramente traz dúvidas é o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias), pois ele tem tanto valores a pagar quanto a receber, dificultando o controle da empresa.

Somado ao ICMS, temos outros dois tributos que também devem ser vistos com atenção na área de transportes: o PIS e o COFINS, pois também geram créditos fiscais. Que tal entender como você pode otimizar suas finanças com crédito fiscal de ICMS, PIS e COFINS? Siga em frente!

O ICMS

Toda vez que uma mercadoria é vendida, há incidência de ICMS sobre ela. Quem vende paga o valor do ICMS e quem compra recupera este valor, desde que seja outra empresa, não o consumidor final.

Este imposto é diferenciado para cada estado, o que complica o controle das empresas de transporte no momento de fazer o cálculo correto de quanto se deve pagar ou receber, o que pode vir a gerar multas, se feito da maneira errada.

Para obter crédito de ICMS, o transportador deve ter feito o recolhimento do imposto anteriormente, gerando um crédito para você. E como saber se ele fez isso? Conferindo as CTes uma a uma, a fim de evitar que estes recursos sejam desperdiçados por falta de controle.

Frequentemente, as empresas deixam de obter crédito de ICMS por falta de conhecimento, portanto, seguem algumas das situações em que você pode recuperar valores significativos para a manutenção do seu negócio:

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Fretes CIF: o valor incidente de ICMS sobre o frete CIF, quando decorrido de venda de mercadorias, pode ser recuperado pela empresa;

Aquisição de bens imobilizados: para saber se você tem direito a crédito de ICMS por aquisição de bens imobilizados, basta conciliar os códigos de entrada com as contas contábeis.

Aquisição de combustível: transportadoras também podem ter o ICMS recuperado ao adquirir combustível, mediante a apresentação de nota fiscal pela compra.

Crédito de PIS e Cofins

No que tange ao PIS e Cofins, só pode haver crédito nas operações de venda, ou seja, a transportadora que oferece frete pode ter valores recuperados de PIS e Cofins mediante comprovação das operações, assim como o vendedor que se utiliza dos serviços de frete da transportadora, desde que este custo seja arcado pelo remetente das mercadorias.

Para que seja possível fazer a recuperação de crédito de ICMS, PIS e Cofins, a empresa precisa ter a escrituração fiscal em dia, o que exige um trabalho cuidadoso na organização e controle dos documentos que comprovam todas as operações e o direito ao crédito fiscal.

É por essa razão que boa parte das empresas que se utilizam de serviços logísticos preferem contar com sistemas de gestão que automatizem e facilitem a gestão fiscal, fazendo a conferência dos CTes automaticamente, assim como a escrituração fiscal, a fim de prestar contas ao Fisco com maior segurança e rapidez.

Você também quer esta facilidade para sua empresa? Entre em contato conosco, temos a solução que você precisa!

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Ebook Gratuito | Benefícios do Outsourcing em Gestão de Fretes


Veja como melhorar seus resultados

ao fazer Outsourcing de Gestão de Fretes

 


 O controle dos procedimentos envolvidos na gestão de fretes é complexo e requer ferramentas capazes de atender a todas as suas necessidades específicas. Emissão de notas fiscais eletrônicas, conciliação junto a fornecedores, manutenção de tabelas de fretes, entre outros, conformam as atividades da rotina de quem gerencia o transporte de mercadorias.

E já que empresas que possuem área logística necessitam processar uma grande gama de informações, nós da Lupeon criamos este eBook com informações úteis sobre a gestão de fretes e as vantagens de contar com parceiros que contribuam com soluções práticas e eficientes. Lhe convidamos a baixar nosso e-book e descobrir como aumentar sua produtividade.

Lhe convidamos a ler nosso conteúdo e descobrir como aumentar sua produtividade.

 

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Possibilidades da entrada do Uber para o setor de Transporte de Cargas

 

As novas tecnologias seguem seu ritmo expansivo e, com relação ao mercado de cargas rodoviárias, não poderia ser diferente. Se você já ouviu falar do Uber, um aplicativo que oferece o serviço de transporte de passageiros nas cidades, saiba que temos uma empresa similar no setor de fretes.

O fundador da empresa, o Mexicano Oscar Salazar, decidiu ampliar o alcance da chamada economia compartilhada (princípio que defende consumir um serviço sem que seja necessário investir na infraestrutura necessária) e criou uma ferramenta orientada ao transporte de mercadorias. Com isso, aproveita a disponibilidade de caminhões para realizar fretes sem que seja necessário contratar diretamente uma transportadora.

Dessa forma, nasceu a ‘Uber dos Caminhões’. Primeiramente, no Estados Unidos, mas a plataforma já se encontra em funcionamento no Brasil. A CargoX conecta clientes e caminhoneiros autônomos e promete prestar um serviço dinâmico, de qualidade e que pode custar até 30% a menos em relação aos fretes tradicionais.

O funcionamento é semelhante ao da plataforma Uber, que trabalha com um cadastro de prestadores de serviços e os localiza através de telefonia celular. Quando surge uma demanda, o motorista que se encontra mais perto do pedido é acionado e procede-se com o fechamento do pedido. Pra dar uma ideia do volume de veículos, já são mais de 100 mil cadastrados.

Quem comemorou a possibilidade foi o Setor Agrícola. De acordo com Hélio Sirimarco, vice-presidente da SNA (Sociedade Nacional de Agricultura), “os ganhos do produtor se veem beneficiados por todas as iniciativas que reduzem o custo relacionado ao transporte das mercadorias”.

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Processo Seletivo

Os motoristas que se registram na plataforma CargoX passam por um processo de avaliação e são selecionados e treinados antes de realizar qualquer frete. Entre outros aspectos, são levados em conta fatores como incidentes (furtos, extravios, acidentes) e as condições do veículo usado para os transportes. Para se cadastrar, seja como operador de fretes ou caminhoneiro, basta completar o formulário disponível nesta página.

Maximização de recursos

No sentido de potencializar a capacidade operacional dos veículos disponíveis, a CargoX verifica o caminhoneiro sem carga que esteja nas imediações do local de partida da sua carga, muitas vezes voltando de alguma outra rota, com uma oferta até 30% menor do que a de uma transportadora.

Fazendo referência ao transporte de passageiros, seria como um táxi que foi levar um passageiro do centro à zona sul, e é chamado através de um aplicativo por um cliente da zona sul que tem destino ao centro. Ele volta do seu ponto de partida inicial, sendo remunerado por isso.

Benefícios

A Uber dos Transportes Rodoviários garante até 50% do lucro líquido proporcionado pela carteira dos agentes contratantes e se encarrega de todas as operações. Além disso, tem seu funcionamento respaldado por investidores nacionais e internacionais, na ordem de 50 milhões de Reais.

Outras vantagens são os programas de capacitação, destinados a otimizar o rendimento da carteira de clientes e o atendimento pós venda, com pessoal qualificado e dedicado a brindar o melhor serviço aos contratantes. Nas palavras da CargoX: “Não atendemos bem, nós encantamos nossos clientes”.

Vivemos na era da revolução dos serviços. Praticamente todos os segmentos têm-se beneficiado por novas formas de atendimento, canais de contratação e modalidades de funcionamento. Se os novos modelos propostos serão um sucesso, ainda é uma incógnita. Mesmo assim, a constante renovação das possibilidades costuma impulsionar a otimização de recursos e incentivar o abandono de práticas obsoletas.

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