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Custos Logísticos no Brasil, saiba mais sobre este tema

Estando você à frente dos processos logísticos da sua empresa, certamente já conhece os desafios do mercado de transportes no Brasil. Os custos logísticos são altíssimos, correspondendo a 11,7% da receita das empresas, segundo levantamento da Fundação Dom Cabral.

Como era de se esperar, o Transporte Rodoviário de Cargas (TRC) é o maior vilão: consome 68,6% da receita líquida dos empreendimentos do setor e corresponde a 60% de toda a movimentação de cargas no país, dificultando o aumento da competitividade e a melhoria dos serviços.

Conhecer o panorama dos custos logísticos brasileiros não é mera informação, é uma forma de preparar-se para os obstáculos que impedem sua empresa de crescer e expandir os negócios.

A situação do transporte brasileiro

A infraestrutura rodoviária é uma das maiores preocupações para quem atua no segmento de transportes e, consequentemente, para quem depende dele para escoar mercadorias. Segundo pesquisa da NTC em conjunto com a FGV, os investimentos em infraestrutura de transportes têm decaído vertiginosamente nos últimos anos: de 1,84% do PIB em 1975 para 0,29% em 2014.

Para agravar ainda mais a situação, apenas 12,4% da malha rodoviária é pavimentada, obrigando as empresas de transporte a transitarem em condições realmente precárias, pois mesmo a parte que está pavimentada é classificada como regular, ruim ou péssima por mais de 57% dos entrevistados na pesquisa.

Não fosse isso, existe um outro problema que compromete a qualidade dos serviços de transporte e, consequentemente, aumenta os custos logísticos: a falta de mão de obra qualificada no setor.

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Superando os desafios

O cenário não está nada bom, não é mesmo? Entretanto, ficar parado não contribui para melhorar sua capacidade logística e reduzir os custos. O melhor a fazer é colocar a cabeça para funcionar e encontrar maneiras de otimizar toda a sua cadeia de suprimentos de modo que ela contribua para a redução dos custos logísticos. Precisando de ideias? Então confira estas:

Realize auditoria logística

Auditoria é um processo de análise que visa encontrar gargalos na sua cadeia logística. É o ponto de partida para rever prioridades, melhorar processos, otimizar recursos, reduzir custos e tornar sua empresa mais eficiente.

Para que ela seja efetiva, mapeie todos os seus processos logísticos, desde a compra de mercadorias, passando pela gestão do estoque e a distribuição dos produtos até que eles cheguem ao destino final.

A partir do momento em que você conseguir ver todas as atividades de forma integrada, conseguirá eliminar as barreiras internas e melhorar sua performance logística.

Invista em um sistema WMS

O Warehouse Management System (WMS) é um sistema de gestão de gestão de armazéns que ajuda a otimizar toda a sua operação, desde o agendamento dos recebimentos de materiais até a expedição para o cliente.

Com esta solução é possível otimizar o tempo da sua equipe, reduzir as falhas operacionais, ganhar produtividade e mitigar os riscos inerentes à logística dentro dos armazéns, como falta de produtos essenciais à sua operação.

A gestão de demandas, os inventários rotativos, a separação em ondas, entre outros processos, se tornam mais ágeis e confiáveis, conferindo à sua empresa vantagem competitiva.

Capacite sua equipe

Uma equipe qualificada pode contribuir – e muito – para reduzir custos logísticos. Contando com pessoas que compreendem os fluxos de mercadorias e também o processamento das informações para manter sua cadeia logística em dia, é possível ganhar produtividade e eficiência em pouco tempo.

O desperdício de recursos se torna menor à medida em que você capacita seu time para zelar melhor pelo estoque e a transportar as cargas com a segurança devida. O controle efetivo de entradas e saídas diminui as incidências de roubo, extravio e dano aos produtos, melhorando sua margem de lucro a cada operação.

Custos logísticos podem ser resolvidos sim, basta que você tenha uma abordagem focada na otimização de processos e resultados, o que certamente contribuirá para sua gestão financeira, afinal, tudo o que não é desperdiçado vira lucro.

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A importância da qualificação profissional nas transportadoras

A falta de mão de obra qualificada é um dos maiores desafios do setor de transportes brasileiro. Segundo a Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística, faltam 120 mil motoristas capacitados para atuarem no segmento, uma demanda que demorará a ser suprida. Quando perguntados a respeito do tema, 42,7% dos empresários foram enfáticos em dizer que estão enfrentando grandes desafios para encontrar mão de obra especializada.

Apesar da crença de que o setor de transportes não necessita de profissionalização, a verdade é que os conhecimentos exigidos para que uma pessoa ingresse nesta área não são poucos. O motorista, por exemplo, é desafiado a ter conhecimentos de mecânica, funcionamento de motores, legislação e regulamentos, sem falar nos tributos.

Quem está na retaguarda, atuando na logística, é igualmente cobrado por atualizações constantes, que contribuam para o aumento da performance da empresa e para a inteligência de fretes.

Por que promover qualificação profissional?

A capacitação logística não é luxo, é necessidade. Como já falamos em outros conteúdos aqui no blog, os custos logísticos no Brasil são imensos e comprometem a margem de lucro das transportadoras, afetando sua gestão financeira.

Todo investimento que venha agregar valor ao atendimento ao cliente e, ao mesmo tempo, reduzir custos, é sempre bem-vindo. No entanto, sem uma equipe preparada, a tarefa se torna bem mais difícil.

Um profissional que passa por uma capacitação logística tem mais condições de analisar suas atividades criticamente e encontrar formas mais eficientes de realizá-las. Entendendo qual é seu papel na geração de resultados para a organização, seu nível de comprometimento se torna maior, o que se reflete em maior produtividade.

Outra vantagem de ter uma equipe qualificada é que as pessoas se sentem valorizadas, percebem que a empresa não está investindo somente em seus próprios interesses, mas também no desenvolvimento profissional de quem de fato faz as coisas acontecerem. Com isso, a satisfação com a empresa aumenta e a taxa de retenção de talentos também.

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Como promover capacitação logística na sua empresa

Ninguém está livre da crise econômica mundial, muito menos as transportadoras brasileiras, que têm que arcar com altos custos de manutenção de veículos e estradas cada vez piores. O cenário pouco promissor faz com que a economia de recursos seja uma prioridade e os treinamentos fiquem relegados a segundo plano.

Se por um lado você economiza no pagamento de treinamentos, por outro, seus profissionais vão ficando com os conhecimentos defasados e sua transportada perde competitividade. O que fazer então?

Valorize seu capital intelectual

Aproveite os profissionais com maior experiência de mercado e coloque-os para treinar os mais jovens. Pode ser até em horários alternativos aos de trabalho, cuidando com as questões trabalhistas, é claro.

Faça o conhecimento circular e encontre maneiras de registrá-lo, de modo que, mesmo que um profissional se desligue da empresa, o que foi aprendido não seja perdido. Crie vídeos, instruções de trabalho, manuais, gráficos, infográficos, tutoriais que possam ser lidos e compreendidos por qualquer pessoa que venha a fazer parte do seu time.

Promova Job Rotations

Em português claro, troque funcionários de posição temporariamente. Certamente você já deve ter ouvido falar que colocar a pessoa certa no cargo certo é essencial. E, de fato, uma pessoa que produz pouco em determinado setor pode vir a fazer toda a diferença em outro.

O job rotation é uma ótima forma de realizar experiências com a sua equipe e, ao mesmo tempo, fazer com as pessoas entendam o trabalho dos demais e empatizem com os colegas de trabalho, despertando o sentimento de equipe.

Coloque o responsável pelo recebimento de mercadorias no lugar do responsável pela expedição, por exemplo. Ofereça suporte e treinamento durante esta experiência. Um novo olhar sobre os processos pode contribuir também para melhorias significativas de desempenho.

Ofereça cursos online

É possível baratear os custos de qualificação profissional se você optar por cursos online, que possam ser vistos por uma quantidade maior de pessoas. Existem muitas empresas especializadas em cursos corporativos, que desenvolvem a solução alinhada às suas necessidades de capacitação logística.

O melhor desta estratégia é que seus funcionários podem ver os treinamentos em horários alternados, interagir por meio de ferramentas educativas e aprender continuamente sem afetar o desempenho de suas atividades.

Você promove qualificação profissional na sua transportadora? Que tal compartilhar sua experiência conosco deixando um comentário?

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Conheça a política de Menu-Pricing e como ganhar a confiança do seu cliente

A redução de custos operacionais é um dos maiores objetivos das empresas que dependem de fretes para distribuir seus produtos geograficamente. Aliado a isto, vem a necessidade de otimizar o tempo de entrega das mercadorias e conquistar a confiança do cliente mediante um atendimento logístico de excelência.

Desafios não faltam, não é mesmo? Mas existe uma forma de melhorar sua inteligência de fretes e ganhar não só competitividade no mercado como verdadeiros aliados no combate aos custos logísticos. Essa solução se chama Menu-Pricing.

O que é Menu-Pricing

Também chamado de Bracket Pricing Logístico, o Menu-Pricing consiste em uma estratégia mercadológica interessante: separar o custo do produto do custo logístico, apresentando os valores em separado para o cliente.

Para muitos, parece uma estratégia arriscada, porque o cliente pode vir a pensar que você está sobretaxando a operação logística no intuito de ganhar dinheiro com isso. Para outros, trata-se da oportunidade de fazer com que seus clientes se tornem parceiros de negócio, ajudando-o a encontrar alternativas para reduzir os custos logísticos e assim desenvolver uma relação ganha-ganha.

Existem duas formas de apresentação dos valores ao cliente no Menu-Pricing:

  • Apresentar o preço dos produtos e as opções de envio, cada qual com seu custo. Por exemplo: serviço de palletização; serviço de embalagem; entrega centralizada; entrega descentralizada; entre outros.
  • Apresentar o preço total do serviço (produto + logística) seguido de uma tabela de descontos com opções de adesão para o cliente. Por exemplo: entregas até o dia 15, desconto de R$ 500,00.

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Na primeira opção, o cliente tem mais condições de analisar as possibilidades e mudar o formato de envio de modo que ele se torne mais eficiente e menos custoso. Já no segundo, ele optará pelo desconto, não necessariamente priorizando suas necessidades de entrega. Por outro lado, a política de descontos pode educar o seu cliente e melhorar sua eficiência da sua cadeia de valor, contribuindo para a redução de custo operacional e consequente aumento da margem de lucro.

Como implementar o Menu-Pricing

A implementação desta solução envolve todos os setores que se relacionam com os clientes, portanto, deve ser decidida com base em uma confluência de interesses. Ao otimizar a cadeia de distribuição da empresa, todos saem ganhando. É uma questão de saber conscientizar os atores envolvidos.

No momento de determinar se é possível usar o Bracket Pricing para melhorar o engajamento e confiança dos seus clientes, pergunte-se:

  • Quais são os requisitos exigidos pelo cliente no atendimento logístico? (palletização, entregas frequentes, entregas centralizadas ou não, etc)
  • Qual é o menor custo possível para atender a estes requisitos sem perder a qualidade do serviço prestado?
  • Há possibilidade de mudança no formato de entregas para este cliente? Quais seriam as opções?
  • Como reduzir os custos de atendimento para este cliente?

Note que você precisa conhecer muito bem o negócio do seu cliente e suas necessidades quanto à compra e recebimento de mercadorias. Uma empresa que trabalha com cristais, por exemplo, não pode prescindir de uma embalagem que garanta a integridade dos produtos. Desta maneira, seria inviável sugerir uma embalagem de qualidade inferior.

Faça um teste com os clientes que possuem um bom relacionamento com a empresa. Explique em que consiste a estratégia e que todos sairão ganhando caso ela seja efetiva. A implementação em ondas é mais recomendada porque você pode dar a devida atenção aos clientes que estão mudando o formato de atendimento, deixando-os mais seguros com relação aos novos processos.

O acompanhamento das métricas, isto é, da redução de custos, aumento da eficiência, diminuição dos prazos, também se torna mais fácil nos primeiros meses, ajudando-o a realizar auditorias mais confiáveis.

Você já conhecia o Menu-Pricing? Ficou com alguma dúvida em relação à estratégia e como implementá-la? Deixe seu comentário!

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Diferenças entre custos, gastos, investimentos de transporte e despesas

Para os que não lidam diretamente com rotina contábil ou mesmo com a administração de um empreendimento, pode existir certa confusão na hora de diferenciar os termos custos, gastos, investimentos e despesas. Aliás, esse equívoco não é privilégio de leigos, no ambiente empresarial também não é difícil encontrar quem confunda os termos e até tenha dificuldades para tomar decisões.

Na verdade, é exatamente para proporcionar uma correta gestão dos recursos que é importante saber diferenciar cada conceito. Caso contrário, recursos que poderiam ser aplicados em áreas deficitárias acabam ficando parados ou são destinados a operações nas quais não têm lugar. Sendo assim, vamos dar uma olhada na diferenciação entre cada termo para que você possa entender melhor do que se tratam.

Gastos

De um modo geral, os gastos definem todos os valores dedicados à continuidade do funcionamento de um empreendimento. Há gastos previsíveis – gastos fixos – e gastos que surgem de emergências – gastos variáveis. O aluguel de um galpão é encarado como um gasto, assim como a substituição de peças defeituosas ou mesmo quando precisamos chamar a assistência técnica pelo mau funcionamento de um equipamento.

Todos os custos, investimentos e despesas são considerados gastos, ou seja: qualquer esforço financeiro necessário para produzir bens ou serviços. É um termo muito abrangente que caracteriza o uso, fabricação, transformação e obtenção de uma iniciativa concreta, relacionada ao ramo de atuação da empresa. O mais comum é que esteja representado por uma movimentação financeira, em outros casos pode envolver ativos da companhia.

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Custo

Qualquer gasto que mantenha conexão direta com o funcionamento da empresa, ou seja, a produção e comercialização de bens ou serviços, é considerado custo. À diferença do gasto, um custo é pontual e define o acúmulo de capital dedicado à execução de uma tarefa, só que intrinsecamente relacionado às operações. Existem custos diretos e indiretos. Se sua empresa fabrica algo, a matéria-prima é um custo direto; já no caso de uma transportadora, há custos indiretos como a compra de combustíveis, energia elétrica para funcionamento de máquinas, etc.

Você já deve ter visto a expressão “à preço de custo” em ofertas. Isso significa que, sob o preço do produto ou serviço, não há incidência de margem de lucro. E não é o valor do produto em si, mas de toda a cadeia de gastos que se acumulam para criar o valor total que a empresa gastou para proporcionar um determinado serviço, sem contar com os valores operacionais.

Investimentos

Todo e qualquer gasto relacionado ao acúmulo ou expansão da riqueza de uma empresa são considerados investimentos. Na verdade, o conceito também engloba gastos imateriais, como investir em publicidade, por exemplo. Mesmo assim, o montante despendido vai agregar valor ao empreendimento, seja melhorando processos ou expandindo a base de clientes.

Sejam máquinas ou veículos, compra de imóveis e benfeitorias em processos específicos, tudo pode ser considerado investimento logístico. Não confundir benfeitoria com manutenção: consertar um equipamento é uma despesa (próximo item do artigo), adquirir um equipamento novo é um investimento. Se estiver na dúvida, ainda, pense o seguinte: esse gasto amplia o patrimônio/valor da empresa? Sempre que a resposta seja afirmativa, estamos falando de investimentos.

Despesas

Diferente dos custos, as despesas são gastos relacionados ao funcionamento mínimo do empreendimento, qualquer coisa que seja destinada à manutenção da estrutura. Não têm conexão direta com os serviços e ou fabricação prestados. Neste conceito, podemos incluir as comissões sobre prestação de serviços, gastos com telefonia, luz e internet, aluguel do espaço de funcionamento.

Há despesas fixas e variáveis – como comentamos no início do artigo. As fixas são as que não sofrem modificação, esteja a empresa funcionando à plena capacidade ou não. Já as variáveis, mudam de acordo com a produção ou intensidade da prestação dos serviços.

Dúvidas solucionadas? Que tal compartilhar este post com seus colegas de trabalho e ajudar mais pessoas a compreenderem estes conceitos?

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A importância da Conciliação de Fornecedores e Clientes

Controlar as entradas e saídas de recursos de uma empresa é, sem dúvida, um dos processos mais importantes da gestão financeira. É muito comum defender a manutenção do fluxo de caixa, mas nem sempre se dá a devida atenção à conciliação contábil entre clientes e fornecedores. Aliás, segundo o IBGE, a falta de controle neste aspecto é um dos principais motivos de falência em empresas com menos de três anos de funcionamento no Brasil.

A conciliação de pagamentos de clientes e fornecedores é o procedimento de comparar os pagamentos devidos aos fornecedores e o regime de ingressos relacionados com os pagamentos do cliente. Para dar um exemplo concreto: se você vendeu em 10 parcelas para os clientes e tem que pagar o fornecedor em 3, vai precisar mover recursos para pagar as suas contas antes de receber.

Políticas de Prazos

Em outras palavras, vamos falar da sua “política de prazos” e como suas variações podem afetar a sua empresa. Facilitar o pagamento pode ter consequências positivas ao trazer mais clientes para seu empreendimento, mas é importante fazer todas as contas para formular uma estratégia de prazos que não afete a sua prática comercial. Em setores muito concorridos – eletrodomésticos, por exemplo -, a conciliação de clientes e fornecedores pode marcar a diferença entre o sucesso e o fracasso.

A variável estoque

Outro aspecto fundamental a considerar é o tempo de permanência da mercadoria no seu estoque. Esse período precisa ser adicionado à conta da espera pelo pagamento dos seus clientes. Uma empresa não pode ignorar o lapso de tempo de mercadoria parada e só conciliar os prazos entre clientes e fornecedores: a espera no armazém afeta os cálculos: quanto mais tempo demorar para vender, mais tempo leva para receber.

Dessa forma, se sua empresa começar a contar o tempo no momento em que o fornecedor entrega os produtos e as faturas relacionadas, não deixe de considerar o tempo de permanência da mercadoria em estoque ao tempo que você vai começar a receber pela venda.

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Duas hipóteses possíveis

De acordo com o seu funcionamento, ou política de vendas a prazo, podem surgir duas situações:

  • A soma do tempo de permanência em estoque com o plano de parcelas é maior do que o acordo feito com os fornecedores, ou;
  • Sua empresa recebe antes do prazo estabelecido para pagamento dos fornecedores.

Na primeira hipótese, o resultado é óbvio: vai faltar dinheiro e você vai precisar recorrer ao seu capital de giro ou pedir um empréstimo para honrar os compromissos. Na segunda, sua empresa vai dispor dos recursos necessários para pagar os fornecedores, mas é fundamental destacar que esse capital não é da empresa, tem que ser destinado aos pagamentos.

Por isso, é tão importante realizar um controle financeiro permanente das contas a pagar aos fornecedores e conciliar com os pagamentos previstos dos clientes. Dessa forma, você tem a garantia de cobrar o necessário – e no tempo correto – para seguir funcionando e ter margem para fazer ajustes rapidamente quando surja algum inconveniente.

Não é tão difícil quanto parece, não é? Então que tal começar a fazer a sua conciliação de fornecedores e clientes agora mesmo? Se sentir alguma dificuldade, deixe seu comentário!

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Como fracionar os custos de transporte?

O frete é um dos fatores que mais influenciam o processo produtivo e de precificação dos produtos. Dependendo do custo associado ao transporte, a compra de uma matéria-prima pode se tornar inviável ou ser considerada um ótimo negócio. Para conhecer o impacto desse valor nos resultados da empresa, o rateio de frete é uma forma de fracionar os custos e entender melhor sobre cada fator que compõe seu preço.
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