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Ebook Gratuito | Controladoria no setor de transportes


Otimize sua gestão fiscal e tributária e economize!

 


 

As empresas que usam transportadoras são tributadas tanto no âmbito federal quanto estadual e é natural que se preocupem com o recolhimento adequado dos valores, evitando erros que levem à multas e prejuízos.

Na ânsia de não deixar nada passar em branco, muitas vezes acabam pagando mais do que devem, com impostos sendo incididos tanto sobre produtos como sobre o frete. Mas agora essa situação acabou!

Entenda como a controladoria pode cuidar disso!

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Business Intelligence aplicado à gestão de fretes

O Business Intelligence (BI) vem revolucionando o setor de transportes, oferecendo insights preciosos para a melhoria da performance das empresas de gestão de fretes.

A solução, que consiste em um conjunto de sistemas integrados que permitem coletar, analisar e armazenar uma grande quantidade de dados, traz aos transportadores logísticos a capacidade de compreender cada detalhe dos negócios, desenvolver serviços inovadores e reduzir os custos de frete com base em informações precisas e seguras. Entenda agora mesmo como usar o Business Intelligence na sua empresa!

Transparência nos custos

A dificuldade em determinar os custos reais do frete faz com que as empresas do setor utilizem tabelas predeterminadas, comparem seus preços aos concorrentes e precifiquem seus serviços com base na estratégia de tentativa e erro. Ao final do mês, verificam se houve lucro ou prejuízo, fazem os ajustes necessários e seguem com a mesma fórmula.

Com o Business Intelligence o cenário muda completamente. Taxas, impostos, dispositivos de segurança para a carga, folha de pagamento, manutenção da frota, todos os custos envolvidos no fornecimento dos serviços podem ser analisados em questão de minutos para que você compreenda item por item e componha seu preço final de forma que a empresa venha a ter um lucro saudável.

Identificação de falhas na logística

Uma simples mudança de rota pode economizar recursos para a empresa, assim como a mudança da disposição dos produtos armazenados afeta na produtividade da equipe de carregamento. Detalhes que são difíceis de perceber sem o auxílio de uma tecnologia que confronte dados quantitativos e qualitativos, resultando em informações claras.

Tais falhas podem ser corrigidas se você conseguir analisar a performance global da sua empresa e determinar com precisão onde estão os gaps. É aqui que o BI entra. Com ele, você esmiúça cada processo de forma que seja possível identificar a raiz de qualquer problema, desenvolvendo planos de ação para eliminar as falhas e potencializar os resultados.

Em exemplo prático é com relação aos prazos de entrega. Se você identifica que uma rota sempre gera atrasos, é preciso saber os motivos. Trânsito lento, estradas não duplicadas e rodovias em mau-estado podem ser os gatilhos para esse problema. Neste caso, o BI pode auxiliar confrontando dados estatísticos sobre as condições das estradas, datas em que as entregas foram realizadas, condições climáticas e até quem era o motorista.

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Qualidade do atendimento

Caso você trabalhe com um SLA (Acordo de Nível de Serviço), pode avaliar se a sua equipe está cumprindo com as melhores práticas estipuladas no acordo. Solicite o feedback dos clientes, confronte os dados com as metas e indicadores estratégicos da empresa, avalie as condições de trabalho e determine se vocês estão cumprindo com o prometido.

Os dados podem ser visualizados em dashboards de controle intuitivos e fáceis de interpretar, com gráficos que apresentam as informações de modo conclusivo, ou seja, nada de tentar desvendar o que há por trás dos números. O próprio BI faz esse trabalho, acelerando a tomada de decisão.

Detecção de riscos e oportunidades

Com o uso do BI, você também pode acompanhar mudanças do mercado, identificar padrões de comportamento dos clientes, verificar exceções em processos, analisar impactos econômicos de medidas governamentais e assim detectar riscos ou oportunidades para os negócios.

Um risco seria a mudança de uma legislação que venha a acarretar mais custos e uma oportunidade seria a expansão da empresa para uma região onde ela não atua, mas em que a demanda por serviços de transporte logístico seja atrativa para a sua empresa.

Neste caso também podemos pensar no cruzamento de modais, visando agilizar as entregas ou reduzir os custos de transporte. Uma análise de investimento que pode ser realizada rapidamente com o Business Intelligence.

Além da tecnologia, você também precisa dos parceiros certos para ter sucesso na gestão de fretes. Saiba o que a Lupeon pode fazer por você!

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O que muda com a exclusão do ICMS da base do PIS/COFINS decidida pelo STF?

No último dia 15 de março, o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu que o Governo não deve incluir o ICMS (Imposto sobre Circulação de Serviços) na base de cálculo de contribuições de dois programas, o PIS (Programa de Integração Social) e o Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social).

De forma imediata, a primeira consequência afeta diretamente o Judiciário, já que a Suprema Corte decidiu que qualquer instância inferior que passe pela Justiça vai precisar estar conforme à mudança. O impacto não é irrelevante, já que todos os setores que contribuem para o financiamento do Seguro Desemprego e da Previdência pagam PIS e Cofins.

Vale destacar que o modelo usado para as cobranças não é exatamente simples e há diversas maneiras do tributo incidir nas empresas. Isso acontece porque a forma de taxar o regime não cumulativo (atribuído às companhias incluídas no regime de lucro real) é diferente do sistema cumulativo (relativo aos empreendimentos incluídos no regime de lucro presumido). Por outro lado, também há diferentes sistemáticas quando se trata de pequenas ou microempresas.

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Mudanças

Um dos impactos diretos das mudanças poderá ser notado na arrecadação da Receita Federal. A alteração da base de cálculo representa uma diminuição de R$ 250,3 bilhões relativos a impostos.

Retroativamente, o valor também faz referência a quantias questionadas desde o ano de 2003. A assessoria do Supremo Tribunal Federal informa que mais de 10 mil processos serão afetados por esta decisão.

A mudança também pode reduzir preços em todos os setores. Com isso, os consumidores são beneficiados diretamente. Principalmente em mercados com muita concorrência, onde a margem de lucros é delicada. Alguns exemplos são o setor de alimentos e de bebidas.

Sobre esta possibilidade, de acordo com o advogado Vinícius Jucá:

“Em mercados muito concorridos, sempre que há a oportunidade de reduzir o pagamento de impostos os empresários utilizam essa margem para baixar os preços de seus produtos e também para ganhar mercado”

Inclusive a forma como os impostos são arrecadados pelo Governo impacta diretamente na base de cálculo e na receita bruta das empresas. Espera-se questionamentos como a exclusão do ISSQN da base de cálculos relativa à contribuição social que financia o PIS e a Cofins. Ou seja, impacto direto nos municípios, que tem autonomia para modificar a alíquota de cada serviço, com um teto de 5% definido pela União.

Mesmo assim, nem tudo é benefício. O empresariado do setor de serviços acredita que a modificação da base de cálculo do PIS/Cofins pode afetar o Sistema Cumulativo. O mesmo, atualmente, apresenta uma tributação mais reduzida quando se observa a atuação de companhias com gastos elevados com mão de obra. Estas empresas têm dificuldades de tirar vantagens de abatimentos de créditos descontados por compras de insumos nos impostos.

A decisão é recente e é preciso acompanhar com cautela seus desdobramentos. Principalmente os responsáveis pela parte contábil e fiscal das empresas precisam se adequar aos novos requerimentos para manter a conformidade dos procedimentos.

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Como o Supply Chain Finance pode contribuir no planejamento financeiro

O conceito de Supply Chain ou Cadeia de Abastecimento já é bastante conhecido no segmento logístico. O que ainda é pouco explorado no Brasil é o Supply Chain Finance, uma forma inovadora de otimizar recursos utilizando-se de toda a cadeia de abastecimento da empresa.

A ideia já está bastante difundida no mundo e permite uma significativa redução do custo operacional das organizações. Confira agora mesmo como aproveitar essa estratégia no seu negócio!

O que é Supply Chain Finance

Em português, o termo significa Financiamento da Cadeia de Abastecimento, mas não estamos falando de empréstimos ou financiamentos bancários. O sistema funciona da seguinte maneira: o comprador antecipa pagamentos ao fornecedor, obtendo créditos a serem utilizados ao longo do tempo com a aquisição de insumos e mercadorias ou ainda, serviços.

Com a antecipação dos recebíveis, o fornecedor tem condições de impulsionar os negócios, obtendo capital de giro imediato para suas operações, sem precisar pagar juros e taxas a bancos ou outras instituições financeiras.

O modelo de negócios é baseado no fomento mercantil, entretanto, as negociações acontecem dentro da cadeia de abastecimento da empresa, mediante a intermediação de instituições financeiras ou ainda plataformas on-line que oferecem este tipo de serviço.

As transações são altamente seguras e fortalecem a cadeia produtiva da empresa, assegurando saúde financeira para todos os envolvidos.

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Quais as vantagens do Supply Chain Finance

O grande intuito de manter um sistema autônomo de financiamento da cadeia de abastecimento é integrar as empresas envolvidas de modo que elas possam manter a eficiência financeira sem recorrer a agentes bancários, o que gera uma grande perda de recursos com o pagamento de taxas e juros. Todos os envolvidos têm ganhos com este modelo de financiamento:

Planejamento financeiro

O comprador, que antecipa recebíveis, tem garantia de descontos por compras à vista, reduzindo o nível de endividamento da empresa. Ao mesmo tempo, o fornecedor, que recebe os valores antecipados, gera capital de giro sem recorrer a empréstimos e financiamentos.

Esse controle interno favorece o planejamento financeiro de ambas empresas, que podem, a longo prazo, reduzir os custos operacionais e obter maior eficiência no controle de gastos.

Redução da necessidade de capital de giro

Estoques parados comprometem o capital de giro da empresa, que mobiliza uma quantidade enorme de recursos – físicos e financeiros – para manter a manutenção do armazém.

Com a implementação do Supply Chain Finance, o comprador não precisa receber todos os produtos comprados de imediato, ele fica com um crédito junto ao fornecedor, que pode ser utilizado sempre quando necessário.

O ganho está em manter os estoques enxutos, reduzindo o uso do capital de giro e mantendo o fluxo de caixa fluido para outras despesas imediatas da empresa.

Redução do nível de endividamento das empresas

Como a cadeia de abastecimento se autofinancia mediante operações de crédito e débito entre os integrantes, o nível de endividamento das empresas é reduzido, o que se reflete em maior sustentabilidade financeira para todos.

Diante disso, o segmento se fortalece, ganha competitividade no mercado e pode escalar os negócios pensando sempre em gerar valor para toda a cadeia produtiva.

Como você pode imaginar, o Supply Chain Finance pode ser utilizado em qualquer segmento de negócio, desde o transporte até as mais altas tecnologias. Já pensou em implementar um sistema desses com seus parceiros de negócio?

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Operação Carne Fraca: Quem ganha com essa crise e como reverter a situação?

Recentemente fomos bombardeados com uma série de denúncias a respeito da qualidade da carne que está sendo vendida em frigoríficos e supermercados. As principais marcas de produtos que chegam às mesas dos consumidores se viram em meio a uma crise de imagem sem precedentes.

Com consequência da Operação Carne Fraca, 34% das exportações de carne brasileiras foram embargadas até dia 20 do mês passado. União Européia, China, Chile e Coréia do Sul barraram a compra de produtos brasileiros em virtude do escândalo e, fatalmente, a economia será afetada. Mas quem de fato está lucrando com essa situação?

Os interesses políticos por trás da Operação Carne Fraca

Sabemos que o Congresso tem uma lista de medidas impopulares a serem sancionadas nos próximos meses. Entre elas, a terceirização da mão de obra, da reforma trabalhista e a reforma da previdência.

Diante do escândalo da carne estragada, os olhos dos brasileiros se voltaram para a qualidade da alimentação, dos produtos que compram e para a ética das empresas envolvidas, esquecendo-se momentaneamente dos temas que estão gerando revolta e protestos.

Logo depois da aprovação do projeto que permite a terceirização de qualquer atividade das empresas, o tema da carne foi decaindo e até surgiram notícias dizendo que a operação da Polícia Federal não era assim tão importante.

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Os interesses mercadológicos na crise da carne adulterada

Outro ponto de vista sobre o tema é o mercadológico: quem não teve a marca mencionada na Operação Carne Fraca estava comemorando o crescimento das vendas e as oportunidades de novos negócios.

A disputa por um mercado de 400 bilhões de reais ao ano não é nada fácil. Quem está estabelecido não quer dar brecha para que outros compartilhem de tal faturamento e os que não fazem parte do grupo de privilegiados fazem de tudo para chegar lá.

Some a isso funcionários públicos que veem diariamente grandes somas de dinheiro indo e vindo e sonham em ter um lugar ao sol, em fazer parte de grandes esquemas e serem beneficiados por um delito que parece simples: mudar uma data, um dado ou uma informação. E a crise está instalada.

Como reverter a crise?

Primeiramente, as empresas envolvidas no escândalo terão que trabalhar fortemente em sistemas que confiram maior segurança nas transações, com monitoramento 24 horas, restrição de acesso e inspeção da carne.

A crise de imagem perdurará por algum tempo, mas um bom trabalho de comunicação pode devolver parte da credibilidade dos brasileiros com relação ao consumo de produtos destas marcas.

No que tange aos órgãos governamentais, rigor nas auditorias, com o auxílio de tecnologias que possibilitem a troca de informações em tempo real. Conferência de dados, análises sanitárias, padrões de qualidade, responsabilização por inspeções, tudo pode ser melhor controlado com o auxílio de ferramentas desenvolvidas especificamente para este fim.

Medidas como essas requerem investimentos, parceiros confiáveis e um “mea culpa” tanto das empresas envolvidas quanto do Ministério da Agricultura, que deixou de cumprir o seu papel. Mas acreditamos que seja possível sim sair dessa situação com um grande aprendizado.

E você, o que pensa a respeito deste tema? Deixe seu comentário!

 

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