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Porque terceirizar a gestão do frete permite um melhor controle?

A automação do controle e gestão de fretes contribui para a manutenção do controle dos processos e dados relacionados ao transporte de mercadorias. Isso acontece porque o seguimento das atividades dá muitas margens para erros e a produtividade acaba sendo prejudicada.

Além disso, devido à competitividade dos mercados, é necessário contar com ferramentas que permitam uma rápida tomada de decisões para se manter sempre à frente da concorrência. Uma gestão correta proporciona informações em tempo real e melhora a comunicação entre os atores envolvidos.

Benefícios da terceirização da gestão do frete:

#01 Padronização e organização das informações

Os sistemas são desenvolvidos para atender a necessidades específicas, e quando o assunto é gestão do transporte de mercadorias, encontramos etapas como o mapeamento de processos, adoção de medidas corretivas, padronização de atividades, formalizações legais e identificação de pontos frágeis que requerem manutenção e correção imediatas.

Controles desse tipo são importantes para que se garanta a regularidade da prestação dos serviços e atividades, assim como têm como objetivo controlar todos os dados envolvidos. Com tudo organizado, fica mais fácil analisar, acompanhar indicadores de desempenho e tomar as decisões corretas em cada caso em particular.

Ao considerar essas necessidades, podemos dizer que otimizar e padronizar as informações, assim como organizar o fluxo de dados, permite contar com benefícios administrativos diretos. Sua empresa pode contar, por exemplo, com sistemas de gestão como o da Lupeon para automatizar diversos controles fiscais.

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#02 Informações Centralizadas

A adoção de um sistema também permite que todos os dados envolvidos na gestão do frente possam ser acompanhados em um só lugar. Seja o conciliamento de faturas, emissão de CTe, geração de arquivos fiscais ou mesmo a identificação de cobranças divergentes, de erros e duplicidades.

Ou seja, os processos ficam mais ágeis. Compartilhar e verificar informações permite que se otimize a comunicação entre os responsáveis envolvidos nas tarefas. Todas as rotinas ficam concentradas em um só lugar, acessíveis a todos os profissionais.

#03 Processos sob controle automatizado

Quando a gestão do frete é feita por ferramentas específicas para isso, além de eliminar a necessidade de controles manuais, o cliente tem à disposição uma plataforma que é continuamente renovada e pensada especificamente para as necessidades do setor.

Dessa forma, atividades como conciliação junto a fornecedores, validação fiscal e guarda de XMLs, cadastro e manutenção de tabelas de fretes e até mesmo relatórios gerenciais e estratégicos podem ser criados e acompanhados via software. Quando a conferência dos fretes e acompanhamento são realizados por uma plataforma pensada para isso, a possibilidade de erros diminui drasticamente.

Até mesmo a avaliação dos custos do frete é feito automaticamente, todos os cadastros de valores cobrados pelas transportadoras podem ser controlados, o que permite resultados mais eficientes e, consequentemente, derivam e um melhor controle da gestão financeira do transporte de mercadorias.

#04 Melhor controle, maior competitividade

Quando contamos com uma visão global dos processos de transporte, criamos equipes mais ágeis e produtivas. Consequentemente, os tomadores de decisão contam com todas as informações necessárias para que possam adaptar as estratégias de atendimento e a empresa se destaque e saia na frente da concorrência.

Inclusive em processos de auditoria, ter tudo sob controle e devidamente registrado facilita – e muito – o trabalho de análise dos procedimentos internos. O controle do gerenciamento do frete não passa somente por contar com processos estruturados. Investir em um sistema de gestão que automatize processos e mantenha tudo sob controle permite que as companhias otimizem suas operações e sigam seu rumo a isonomia operativa e fiscal.

 

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O que mudou com a Lei do Caminhoneiro (Lei 13.103/2015)?

A rotina de trabalho dos caminhoneiros não é nada fácil. Enfrentar horas a fio na condução de um veículo que exige destreza e segurança, sem falar na responsabilidade sobre a carga que está levando, costuma ser um trabalho árduo.

Em virtude disso, as discussões sobre melhorias na qualidade de vida no trabalho para estes profissionais tem sido alvo de debates há vários anos, o que culminou na Lei 13.103/2015, também chamada de Lei do Caminhoneiro. As alterações que ela trouxe, você vai saber agora mesmo:

Controle de jornada

A jornada do caminhoneiro sempre foi um tema delicado. Muitos dirigiam por 12, 16, 20 horas seguidas para cumprir com cronogramas apertados de entregas. O sono e o cansaço eram combatidos com muito café e, muitas vezes, drogas.

Para aliviar a pressão sofrida, a nova Lei do Caminhoneiro determina que a jornada destes profissionais é de 8 horas diárias, podendo ser estendida por mais 4 horas em situações excepcionais. No entanto, o que não fica claro é quanto ao início e término da jornada de trabalho.

Desconsiderando as 8 horas ininterruptas de descanso, o motorista tem 16 horas para distribuir as movimentações da carga, o que pode significar jornadas em horários noturnos, os quais demandam o pagamento de adicional noturno por parte do empregador.

Além disso, o controle da jornada passa a ser responsabilidade tanto da empresa contratante quanto do motorista: diários de bordo e rastreamento do veículo permitem saber se as regras estão sendo cumpridas.

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Descanso

Como forma de facilitar o deslocamento e, ao mesmo tempo, garantir um bom descanso aos caminhoneiros, a Lei 13.103/2015 também alterou dispositivos da CLT – Consolidação das Leis do Trabalho para que os motoristas possam descansar 8 horas consecutivas entre uma jornada e outra e mais 3 horas distribuídas ao longo do dia, coincidindo ou não com os 30 minutos de descanso a cada 5h30 de direção.

O fracionamento do descanso pode ser visto sob dois aspectos: um positivo, pois o caminhoneiro pode decidir quando parar; e outro negativo, pois o trabalhador pode ficar à mercê do comando do empregador para efetuar tal descanso. Tudo dependerá da relação entre contratante e contratado.

Tempo de espera

Este é o artigo mais contraditório da Lei 13.103/2015, pois afirma que o tempo de espera não configurará jornada de trabalho e só poderá ser considerado tempo de descanso a partir de 2 horas de espera.

O texto da Lei diz ainda que o caminhoneiro poderá fazer movimentações necessárias do veículo sem cômputo de tais ações como jornada de trabalho. No entanto, terá assegurado o descanso de 8 horas ininterruptas mesmo com o tempo de espera superando as 2 horas. E vai além: só será considerado descanso se houver condições adequadas de descanso para o trabalhador. Em outras palavras, o tempo de espera dentro do veículo, em uma determinada estrada sem recursos como hotéis, restaurantes ou paradas, não será considerado descanso, tampouco, jornada de trabalho.

Saúde e segurança

Os motoristas contratados terão direito a um seguro obrigatório no valor de 10 vezes o piso salarial da categoria, caso venha a ocorrer o falecimento do caminhoneiro por qualquer motivo. Além disso, visando garantir a saúde e segurança dos profissionais, os exames toxicológicos ficam mais rigorosos.

Os motoristas contratados passarão por exames periódicos, a cada 90 dias, e os autônomos serão submetidos a exames toxicológicos no momento da contratação e da finalização do trabalho.

Algumas mudanças foram positivas, enquanto outras suscitam ainda mais dúvidas quanto à atuação do caminhoneiro. E você, o que pensa a respeito destas alterações? Deixe seu comentário!

 

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As diferenças entre tipos de caminhões e suas capacidades

O momento de montar sua frota é decisivo para a redução de custo operacional e impostos. Também é vital para otimizar as viagens, levando carga máxima a fim de melhorar a margem de lucro no cálculo do frete.

Com o intuito de te ajudar nesta escolha, fizemos um levantamento dos tipos de caminhões e suas capacidades. Analise cada opção e faça a seleção de quais veículos são mais interessantes e rentáveis para o seu tipo de transporte:

Veículo urbano de carga (VUC)

O VUC é um dos tipos de caminhões mais utilizados, pois transita dentro das cidades. Ele deve ter, no máximo, 2,20m de largura e 6,30m de comprimento. Ele tem limite de emissão de poluentes e capacidade de carga de até 3 toneladas.

Caminhão semipesado ou toco

É o caminhão que possui eixo simples, isto é, possui um único eixo na carroceria. O comprimento máximo permitido é de 14m e a capacidade dos caminhões não pode ultrapassar as 6 toneladas. O peso bruto total é de 16 toneladas e o peso máximo por eixo é de 6 toneladas dianteiro e 10 toneladas traseiro.

Caminhão pesado ou truck

Este tipo de caminhão tem eixo duplo na carroceria, ou seja, dois eixos juntos. Um dos eixos recebe a força do motor e o intuito da duplicidade de eixos é justamente dar maior desempenho ao veículo. O comprimento máximo é de 14 toneladas, assim como o toco, e a capacidade de carga é de 10 a 14 toneladas. O peso bruto total não pode passar de 23 toneladas, sendo distribuídas da seguinte forma: 6 toneladas no eixo dianteiro e 17 no traseiro.

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Caminhão extrapesado ou cavalo mecânico

É o tipo de caminhão que pode ser engatado em vários tipos de carroceria. O conjunto é formado pela cabine, motor e rodas de tração com eixo simples.

Cavalo mecânico truncado

Diferencia-se do caminhão extrapesado por ter um eixo duplo de tração, que permite o transporte de cargas ainda mais pesadas.

Tanto para o cavalo mecânico quanto para o cavalo mecânico truncado, é possível utilizar diferentes tipos de carretas que podem servir aos seus propósitos de transporte, por isso, achamos importante especificá-las aqui:

  • Carreta 2 eixos: pode ter comprimento máximo de 18,15m e peso bruto máximo de 33 toneladas;
  • Carreta 3 eixos: pode ter comprimento máximo de 18,15m e peso bruto máximo de 41,5 toneladas;
  • Carreta cavalo truncado: comprimento máximo de 18,15m e peso bruto máximo de 45 toneladas.

Bitrem

É uma combinação que veículos que soma 7 eixos e permite o transporte de uma carga de até 38 toneladas e peso bruto de 57 toneladas. O comprimento máximo permitido é de 19,8m e a distribuição da carga por eixo é a seguinte: 6 toneladas no eixo dianteiro e 17 toneladas distribuídas entre os eixos traseiros.

Rodotrem

É a combinação de dois semirreboques, totalizando 9 eixos e 30m de comprimento. Os dois semirreboques são conectados por um veículo intermediário, chamado Dolly. A capacidade máxima de carga é de 48 toneladas e o peso bruto total não pode ultrapassar 74 toneladas. Para trafegar, o rodotrem precisa de uma Autorização Especial de Trânsito, por isso, é um veículo que vemos pouco nas estradas.

Como você pode ver, sabendo exatamente qual a capacidade dos caminhões e as características de cada um, fica mais fácil escolher a frota que levará suas mercadorias até o destino final, garantindo maior rentabilidade para o seu empreendimento e uma gestão financeira mais eficiente.

Quais destes tipos de caminhão são mais interessantes para o seu negócio? Por quê? Deixe seu comentário!

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Saiba mais sobre a Gestão da Cadeia de Suprimentos

A Gestão da Cadeia de Suprimentos é um conjunto de técnicas aplicadas que se dedicam a melhorar os procedimentos de gestão de suprimentos e de integração de todas as etapas de uma cadeia logística. Entre eles, podemos destacar o armazenamento, os gastos, o frete em si e etc. De uma maneira geral, todas as partes estão relacionadas de forma direta ou indireta com o processamento das solicitações de um cliente em particular.

Cadeia de Fornecimento

Ou seja, não se trata somente das relações entre fornecedor e a empresa de transportes, inclui toda a infra envolvida até que o produto chegue no consumidor final. Quando a gestão da cadeia de suprimentos é administrada de forma adequada, o funcionamento ocorre como o esperado e o cliente recebe seu produto no lugar, condições e momento corretos. Fundamentalmente, a meta é a diminuição dos custos no decorrer do processo, sempre com vista na demanda do consumidor final.

Nomear as necessidades é a parte mais fácil, o problema mesmo vem na hora de aplicar os conceitos e controlar todos os processos envolvidos. E como nem sempre é uma única empresa que se encarrega do transporte – como no caso das terceirizações -, algumas etapas podem ter o controle dificultado pela distância dos controles do contratante. Além disso, as exigências dos consumidores podem mudar de uma hora para outra, o que deriva na necessidade de um planejamento dinâmico e capaz de se adaptar rapidamente.

Itinerário e meios de transporte

A forma como uma transportadora decide funcionar tem relação direta com os gastos envolvidos no processo e na satisfação do cliente. A comercialização dos seus serviços pode efetivar-se de diversas formas, diretamente com o consumidor final, com outras empresas ou fornecedores. De qualquer maneira, sempre que o serviço de frete for contratado, a maior preocupação está relacionada ao meio de transporte ideal que possa satisfazer as exigências e às etapas intrínsecas.

Neste momento, antes de diretamente escolher fazer o transporte com os meios diretamente disponíveis, vale a pena expandir as possibilidades e verificar se não há outras formas de brindar o mesmo serviço de forma mais eficiente. Seja terceirizando parte do processo ou apostando na inteligência em fretes – como o transporte marítimo, mais caro, porém mais econômico -, tudo depende das condições e demandas do consumidor.

Também é importante negociar os valores envolvidos na formação do preço com antecipação e conversar com o cliente – ou com fornecedores – sobre as quantidades a transportar, sempre buscando o equilíbrio e que nenhum lado acumule estoques em demasia ou deficientes, dessa forma se acelera a fabricação e o processo fica mais fluído.

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Preparo Logístico

Especialmente no caso das transportadoras, o alinhamento do setor logístico cumpre um papel fundamental. E basta que uma etapa deixe de funcionar corretamente para que a cadeia, como um todo, seja prejudicada. Neste sentido, a criação de um plano pode contribuir para que todas as etapas funcionem como o esperado. Aliás, antecipar dificuldades também ajuda a contornar obstáculos rapidamente e manter os prazos e a qualidade do serviço intactos.

De uma maneira geral, simplificar os processos é um bom caminho para a eficiência. As ações podem ser aplicadas em etapas tais como no processo de entrada, quando os produtos são entregues para transporte; na logística interna, quando a mercadoria já se encontra sob seu poder e circula dentro do âmbito da transportadora; e, por fim, na logística externa, no efetivo transporte da mercadoria e cuidados necessários para tanto (rastreamento, planejamento de rotas, contratação de seguros, etc).

De fato, há dezenas de empresas que oferecem um serviço semelhante ao seu. O mais importante é manter a atenção para todos os fatores envolvidos na cadeia logística e, sempre que possível, planejar cada etapa e antecipar soluções para eventuais problemas. É fundamental estabelecer relações com parceiros e ter alternativas ágeis para a manutenção das necessidades.

 

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