Redução do custo operacional com conferência de frete

Você já ouviu falar no termo “conferência de frete”? Trata-se de um modelo de negócio utilizado em transportes náuticos, onde é formado um grupo de embarcações, chamado conferência de frete, o qual organiza os transportes para determinada região geográfica, otimizando o trabalho de todos e contribuindo para a redução do custo operacional de cada participante da conferência.

Que tal aprender mais a respeito deste conceito e pensar na aplicação dessa estratégia para otimizar o tempo e aumentar a margem de lucro da sua empresa?

Como funciona a conferência de frete

Imagine várias embarcações, todas transportando mercadorias para o mesmo lugar. O custo de movimentação de uma embarcação que não está cheia é altíssimo, sem falar no tempo que demora para que ela chegue ao destino.

A solução encontrada, então, é formar uma espécie de cooperativa, onde todas as embarcações levam os produtos das empresas associadas. Isso permite planejar uma rota única, determinar um preço de frete único para todos os participantes e criar um cronograma de viagens que permita controlar os envios e prazos de entrega com maior precisão.

 

Como usar essa ideia no transporte rodoviário

Pensando da mesma forma, existem várias empresas de transporte que entregam produtos na mesma região geográfica. A ideia é reunir essas empresas, fazer um inventário dos veículos disponíveis e determinar um cronograma de transporte que envolva uma empresa de cada vez, levando as mercadorias de todos.

Como a rota será sempre a mesma, é possível dimensionar o tempo de ida e volta, o combustível, os pedágios, as taxas, as paradas do motorista e todas as demais atividades relacionadas. Em outras palavras, a previsibilidade permite que você determine com maior assertividade o preço do frete de modo que a sua margem de lucro seja preservada.

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E como a conferência de frete ajuda a reduzir custos?

Primeiramente, porque as empresas que formam a conferência não terão necessidade de frotas tão grandes, já que os veículos serão compartilhados por todos. Se você pensar nos custos de manutenção de uma frota de caminhões, já verá que a redução de um ou dois veículos fará uma grande diferença no seu orçamento mensal.

Outro ponto que você deve considerar é que, como todos os veículos sempre sairão completos de carga, não haverá desperdícios de espaço, contribuindo, mais uma vez, para que você melhore seus resultados financeiros.

Também podemos ressaltar que, como a rota de entregas é sempre a mesma, você pode prever todos os custos envolvidos em cada viagem, melhorando a capacidade de mensuração do preço de frete para seus clientes. Ao invés de considerar dezenas de variáveis na composição do preço do transporte, você terá apenas três elementos a observar: tipo da carga, destino e quantidade (peso).

Na realidade, o produto que está sendo transportado pouco importará neste caso. O que fará diferença para o preço final do frete será o valor total da carga.

E você, já havia pensado em uma solução como essa para sua empresa? Tem alguma consideração a fazer sobre a conferência de frete? Deixe seu comentário!

 

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Transportadoras e tabelas de fretes: saiba quais são os principais erros

Você sabia que os custos de transporte logístico correspondem a 6,8% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro, ou seja, 401 bilhões de reais? Esse dado foi divulgado recentemente pelo Ilos – Instituto de Logística e Supply Chain e demonstra o quanto empresas de todo o país estão gastando para movimentar cargas.

Parou para dar uma olhadinha na sua tabela de frete? Também acha que o valor está alto, mas não sabe o que está acontecendo ou como reduzir esses custos? Neste post vamos te dar algumas dicas do que você pode estar fazendo de errado ao calcular frete.

Calcular frete com base na “média de mercado”

Uma das formas mais comuns que as transportadoras utilizam para calcular frete é fazer uma sondagem na concorrência – também chamada de benchmarking – e então estipular seus preços de maneira que eles fiquem mais ou menos iguais.

Por um lado, você pode determinar preços mais baixos, pensando em conquistar mais clientes, mas pode estar praticando um valor que não trará lucratividade para o seu negócio. Por outro, você pode elevar um pouquinho o seu preço e deixar de atender o seu público-alvo por ter um frete caro. O que fazer então?

Levante corretamente os custos do seu frete, desconsiderando sua concorrência. Considere o tipo de veículo que está sendo usado, a quilometragem que será percorrida, os pedágios a serem pagos, os impostos correspondentes a este veículo e também suas despesas administrativas, que dão suporte ao frete. Depois de ter o custo operacional calculado, adicione sua margem de lucro.

Não considerar o veículo que está utilizando

Será que um caminhão de oito eixos tem o mesmo custo de um furgão? Obviamente que não. Este é outro erro cometido no momento de calcular frete e repassar o valor para seus clientes. Cada tipo de transporte tem gastos próprios, que devem ser considerados no momento de criar sua tabela de frete.

Você pode calcular o custo de um veículo por hora ou dia, considerando as seguintes variáveis: quilometragem a percorrer, pedágios a pagar, hora de trabalho do motorista, seguro da carga, custo de manutenção do veículo e impostos (IPVA, seguro do veículo, etc).

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Subestimar os riscos que a mercadoria corre

Quantas vezes você já viu notícias de caminhões tombados nas rodovias, de assaltos a caminhões ou de acidentes que comprometem a carga? Se você ainda não passou por essa situação, saiba que não está totalmente livre disso, por isso, deve considerar sempre ter um seguro para sua carga.

Esse seguro garante que você e o destinatário fiquem tranquilos caso alguma coisa aconteça, portanto, seja prudente, contrate o serviço e, claro, considere o valor correspondente no momento de calcular frete.

Tabela de frete com base em porcentagem da nota fiscal

Outra prática comum do mercado de transportes e logística é a cobrança do frete segundo uma porcentagem da nota fiscal das mercadorias que serão movimentadas. Por exemplo, se você vai transportar uma carga de 50 mil reais, cobra 10% da nota fiscal.

Pode parecer uma metodologia de precificação de frete fácil e segura, mas não é. Ela desconsidera, por exemplo, os riscos a que a carga está sujeita, o deslocamento a ser realizado e o custo dos impostos.

Imagine que sua carga de 50 mil reais vai para São Paulo. O transporte terá exatamente o mesmo custo se sair de Fortaleza ou de Porto Alegre? As distâncias percorridas são distintas, assim como os pedágios e os perigos que a carga corre ao longo do caminho, o que deve se refletir no momento de você calcular o frete.

Dicas anotadas? Então não erre nunca mais na hora de gerar uma tabela de frete. Acompanhe nosso blog e fique por dentro das melhores práticas do setor!

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Como diminuir os custos de distribuição

A logística já está sendo vista como uma área estratégica para empresas que dependem da distribuição de produtos pelo território nacional para chegarem até seus clientes. Como não é possível manter um armazém equipado em cada localidade em que a empresa atua, é imprescindível que haja todo um planejamento para que a distribuição de mercadorias seja feita da maneira mais eficiente possível, contribuindo para a redução do custo operacional.

De acordo com o ILOS – Instituto de Logística e Supply Chain, o custo logístico corresponde a 11,5% do PIB nacional e a 8,7% da receita líquida das empresas. O transporte de distribuição consome 49% dos recursos, o transporte de suprimento 27% e o transporte de transferência 24%.

Como você pode ver, a distribuição de mercadorias é considerada uma grande preocupação pelas empresas, já que impacta fortemente nos gastos de manutenção do negócio. Essa preocupação resulta sempre na pergunta: como diminuir os custos de distribuição da empresa?

Eis aqui algumas dicas do que você pode fazer para conter o custo logístico no seu orçamento:

Encurte as distâncias

O mapeamento de rotas é imprescindível para quem deseja distribuir mais produtos, otimizar tempo e consumir menos recursos. Ao planejar as rotas, você consegue determinar as trajetórias mais curtas, aumentando a capacidade de entrega de cada veículo em número de viagens. Se um mesmo veículo pode fazer mais viagens, consequentemente você não necessitará de uma frota tão grande, reduzindo os custos de distribuição.

Programe os envios

A falta de planejamento no momento de organizar a logística da empresa também pode acarretar em envios seguidos para o mesmo local, impactando no custo total do transporte. Sendo assim, programe os envios de modo que seja possível agrupar pedidos que seguirão para a mesma região. Disponibilizar um veículo maior para levar mais mercadorias é melhor do que mobilizar dois veículos para o mesmo lugar.

Melhore as embalagens

No momento de transportar os produtos é fundamental que eles estejam bem acondicionados e protegidos para que não haja perdas no trajeto. Chegar ao local de entrega e perceber que o produto está danificado gerará um trabalho e custo ainda maior, que é o de devolver o avariado para o armazém e enviar um novo para o cliente.

Sendo assim, prefira zelar pela qualidade das embalagens de modo que elas garantam que o produto chegará intacto ao destino final. Deixe para economizar em outros quesitos, pois este impacta diretamente na satisfação do cliente e no seu bolso.

Invista em automação

Planejar e gerenciar a distribuição de mercadorias é um trabalho detalhista e que exige grande concentração. Mesmo assim, se for feito de maneira manual, está aberto a falhas. É por isso que você deve começar a pensar em automatizar seus processos do momento em que uma mercadoria entra no seu estoque até o momento em que ela é entregue ao cliente.

Com domínio de toda a cadeia de suprimentos, fica muito mais fácil identificar gargalos, realizar ações corretivas e reduzir os custos gradativamente, de forma planejada e com base em dados concretos, coletados a partir dos seus indicadores de desempenho.

Você já implementou alguma estratégia para reduzir o custo logístico da sua empresa? Gostaria de compartilhar sua experiência conosco? Deixe um comentário!

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7 dicas para não perder dinheiro no valor do frete

Entre a enorme quantidade de itens que devem ser gerenciados nas empresas, um deles guarda por vezes um engano traiçoeiro. Estamos falando do frete. Uma palavra pequena, que se parece com um detalhe na transação, mas que possui uma série de características que podem induzir ao erro até mesmo com o melhor dos gerentes. Com a evolução da logística associada à tecnologia da informação, percebe-se que o frete é composto por alguns elementos que devem ser observados mais de perto. Saiba onde você está perdendo dinheiro no valor do frete com as nossas dicas a seguir:

1. Volume

O manuseio de grandes volumes é sempre um fator que preocupa todos os envolvidos no transporte. Essa preocupação acaba por se transformar em custo extra. É comum essa situação acontecer apenas quando é tarde demais para se prevenir. Sempre que possível, analise a cubagem resultante e planeje a forma mais racional para o transporte.

2. Seguro

Dependendo do tipo de carga, o preço do seguro pode influenciar de maneira significativa o custo final. Cargas mais leves nem sempre têm um seguro barato. O volume e o custo da mercadoria é fator de grande influência e pode custar caro. O ideal é fazer pesquisa de preços com regularidade e aproveitar diferentes ofertas das seguradoras.

3. Rotas

O percurso da mercadoria não deve ser planejado apenas em função da distância entre os terminais. Algumas rotas possuem trechos ruins e gerariam custos extra. Um percurso mais longo pode valer a pena se as condições das rodovias forem melhores. A economia de combustível, pneus e segurança podem refletir em custo mais baixo. Vale a pena criar alternativas.

4. Embalagem

Independente do tipo de seguro da carga, é importante cuidar para que a embalagem seja adequada à fragilidade do produto. Isso é sempre recomendado, embora seja bastante esquecido. As cargas frágeis acabam por ter um custo maior sem necessidade. O preço desse tipo de serviço aumenta justamente para cobrir eventuais perdas por causa do manuseio. É interessante otimizar essa situação.

5. Segurança

Infelizmente são comuns roubos e assaltos nas estradas. São gangues especializadas em roubo de carga, principalmente valiosa. O transporte em si não é problema, mas a exposição a esse tipo de violência acaba por encarecer o serviço. A melhor maneira de se precaver é obter o máximo de informações sobre o assunto e agir preventivamente.

6. Localização

A localização dos terminais de carga é decisiva no momento de pegar a cotação do frete. É comum um preço mais barato quando o terminal situa-se na capital de um estado. Acontece que nem todos conhecem as cidades que fazem parte das regiões metropolitanas e pensam que o preço deve ser cobrado como se a cidade fosse do interior do estado. É fundamental negociar com atenção sobre essa questão. Muita gente não percebe que está pagando mais desnecessariamente.

7. Cotações

Parece óbvio, mas não é. Cotar com várias empresas é um costume saudável. Algumas transportadoras encontram soluções mais baratas e repassam a economia para o cliente. Muita coisa pode mudar entre uma empresa e outra.

Muitos outros itens devem ser observados na hora de contratar o transporte. Por ser uma pequena palavra em meio a uma complexa operação de logística, o frete pode ser um fator de economia ou mesmo de perda de dinheiro.

Os atuais sistemas de business intelligence podem ajudar a identificar várias dessas armadilhas que diminuem a eficiência de uma grande operação. Por essa e por outras razões é preciso se atentar.

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Como ter mais rentabilidade nas suas vendas?

Com o aumento significativo das operações online, as empresas estão cada vez mais dependentes dos custos logísticos para manter o equilíbrio da sua rentabilidade. O valor do frete é um fator de grande importância no custo final do produto, influenciando diretamente na sua competitividade em relação à concorrência, bem como na rentabilidade das suas vendas.

É necessário possuir um controle eficaz das operações logísticas para conseguir bons resultados. Como os custos de entrega dependem muito do tipo de produto, tamanho, peso e distâncias, esses valores variam bastante, impedindo a realização de cálculos mais precisos.

Para não deixar o valor do frete comprometer o seu lucro, veja abaixo dicas para economizar. Confira!

Utilize softwares para monitoramento do valor do frete

Com a finalidade de registrar todas as suas operações logísticas e determinar quanto representa esse custo, é de grande valia o uso de plataformas de gestão adequados. Tais mecanismos permitem que consiga ver com clareza o custo global e individual das suas entregas, além de gastar menos tempo na gestão das tabelas de frete e conferência das faturas. Com isso o seu tempo fica dedicado a analisar os relatórios que ajudam a comparar preço, qualidade e performance entre os transportadores.

A informatização cria uma cadeia de compartilhamento de dados extremamente saudável para sua empresa. Ao difundir informações mais precisas, seus colaboradores têm como tomar atitudes mais coerentes, visando aumentar a rentabilidade das vendas. O mesmo pensamento serve ainda para operações que geram prejuízos, podendo ser abortadas antes que seja tarde.

 Reveja os padrões das suas embalagens

As transportadoras utilizam nos seus cálculos de frete os seguintes tópicos para cada volume: tamanho, peso real e peso cubado. Na definição do valor do frete entre o peso real e o cubado, é utilizado como base o que for maior.

Leia também
7 dicas para não perder dinheiro no valor do frete

E aí, viu como reduzir o valor do frete não só é possível como é vital para o sucesso da sua empresa?

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Tire suas dúvidas sobre o Conhecimento de Transporte Eletrônico

O Conhecimento de Transporte Eletrônico (CTe) foi instituído em 2007 pela Receita Federal. Seu objetivo foi criar um modelo eletrônico padronizado para emissão de documentos de transporte, no sentido de simplificar sua compreensão e gerar maior confiabilidade.O primeiro estado brasileiro a tornar seu uso obrigatório foi o Mato Grosso, em 2009. Atualmente, todos as unidades da federação adotaram esse mecanismo, tornando indispensável a emissão de documento eletrônico para todas as empresas transportadoras de carga.

Apresentamos a seguir algumas informações importantes a respeito do CTe para esclarecer todas as suas dúvidas. Leia e fique por dentro desse assunto!

O que é o Conhecimento de Transporte Eletrônico?

O CTe é um documento emitido pelo transportador com a finalidade de resguardar as mercadorias transportadas. Nele constam informações essenciais para o entendimento da operação, tais como: remetente, destinatário, pagador, transportador, descrição da mercadoria, seguro e modal.

Sua emissão só é válida após o recebimento e autorização pela Receita Federal, e é obrigatória para empresas de transporte de cargas nos seguintes modais: rodoviário, dutoviário, aéreo, ferroviário e aquaviário.

Quem pode emitir o CTe?

Apenas empresas credenciadas junto à Receita Federal têm autorização para emitir CTe. O credenciamento deve ser realizado na Receita Federal do estado onde está sediada a empresa.

Para homologar o seu registro, é necessário possuir um Certificado Digital emitido por entidade certificadora reconhecida pelo ICP-BR, contendo o CNPJ da empresa.

Como emitir o CTe?

Antes de mais nada, é necessário possuir um ou mais funcionários devidamente treinados, que conheçam a legislação pertinente e possam assim orientar os emissores sobre os procedimentos necessários.

Para tanto, é preciso ainda possuir um sistema compatível que possa ser integrado com os sites da Receita Federal, de modo a permitir o envio e recebimento de autorização de uso em tempo real, além de uma conexão com internet rápida e segura, que garanta uma conectividade eficiente.

Quais documentos o CTe substitui?

Esta é a lista de documentos em papel substituídos pelo uso do CTe, conforme publicado no Portal do Conhecimento de Transporte Eletrônico:

  1. Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas, modelo 8;
  2. Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas, modelo 9;
  3. Conhecimento Aéreo, modelo 10;
  4. Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas, modelo 11;
  5. Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário de Cargas, modelo 27;
  6. Nota Fiscal de Serviço de Transporte, modelo 7, quando utilizada em transporte de cargas.

Os documentos que não estão citados nessa lista devem continuar sendo utilizados normalmente.

Quais os benefícios gerados pela adoção do CTe?

Por ser uma evolução do Conhecimento de Transporte convencional, o CTe é uma excelente ferramenta para gerenciamento contábil e fiscal, entre outros benefícios, como:

  • Economia considerável com aquisição de papel, impressões e armazenamento;
  • Facilidade para localização em sistema;
  • Envio automático para as partes envolvidas, tornando o processo mais transparente;
  • Maior agilidade na liberação de mercadorias nos postos de fiscalização;
  • Mais rapidez na emissão, em decorrência dos dados já estarem pré-cadastrados em sistema, necessitando alterar basicamente os dados da mercadoria e tipo de operação;
  • Menor frequência de erros de digitação.

Os benefícios do Conhecimento de Transporte Eletrônico são muitos, mas é preciso usá-lo com cautela para não cometer erros. Como o envio é feito automaticamente para a Secretaria da Fazenda, se a sua emissão estiver incorreta, isso pode ocasionar multas e apreensão de mercadorias.

E então, tirou suas dúvidas a respeito do CTe?

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Como fracionar os custos de transporte?

O frete é um dos fatores que mais influenciam o processo produtivo e de precificação dos produtos. Dependendo do custo associado ao transporte, a compra de uma matéria-prima pode se tornar inviável ou ser considerada um ótimo negócio. Para conhecer o impacto desse valor nos resultados da empresa, o rateio de frete é uma forma de fracionar os custos e entender melhor sobre cada fator que compõe seu preço.
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